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sexta-feira, setembro 12, 2008

PRAIA VIEIRA vs OS VIDREIROS - 1ºDivisão Distrital - HISTORIAL

Derbie local entre duas colectividades ligada ao vidro (região) mas também divididas pelo vidro (M Grande); jogo que promete alguma emoção logo na 1ª jornada. Em termos históricos os embates entre ambos na Praia da Vieira não tem sido muito frequentes na Divisão de Honra. No entanto nos anos anteriores apesar de ambos os conjuntos serem habituês da divisão maior da leiria, as equipas jogavam em zonas diferentes (Norte e sul). Curioso o facto da equipa caseira ainda não ter vençido o seu vizinho de picassinos.

1984-85....1-6...Os Vidreiros
(...)
2001-02....1-1
2002-03....---
2003-04....0-2...Os Vidreiros
2004-05....---
2005-06....---
2006-07....1-2...Os Vidreiros
2007-08....---

quarta-feira, julho 30, 2008

Para onde vai Guedes??

Depois de muitos comentários contraditórios aqui no blog, sobre o clube que Guedes iria representar na próxima temporada, fomos procurar esclarecer realmente o que se passava.
Ao nosso site Guedes esclareceu:"De facto há cerca de 1 mês assinei pela equipa dos Unidos, no entanto ficou combinado que eu poderia ir para outro clube, se surgisse uma proposta de um clube que lutasse para subir. Essa hipótese surgiu de facto, de 1 ano depois voltar aos Vidreiros. Pelo que agora não quero comentar mais nada, sem que antes fale com o técnico e direcção dos Unidos."
Novidades em breve...

quinta-feira, maio 08, 2008

Fig.Vinhos vence e convence

Estádio Dr. Afonso Lacerda - Figueiró dos Vinhos
Árbitro: Luciano Gonçalves. Árbitros
Auxiliares: Diogo Silva e Luis Calado (AF. Leiria)

DESPORTIVA DE FIG. DOS VINHOS:Eduardo; Bruno (Toni, 86’), Renato, Zé Napoleão “Cap”, Catrau; Tó Alves, Rafael (João Pais, 90’), Tendinha, Futre, Ferraz e Camisas (Russo, 83’).
Treinador: João Almeida

VIDREIROS: Maké; Valdo, João Domingues (João Luís, 70’), Marrazes, Daniel, Dilson, Tiago (Edgar, 36’), Vitinha, João Paulo, Fábio e Ruben.
Treinador: Vitor Gato

Inesperadamente, dados os desenvolvimentos das últimas jornadas, a equipa figueiroense entrou para este penúltimo jogo “obrigado” a vencer. Os pupilos de João Almeida não se furtaram a esta contingência e a disposição era mesmo essa: vencer!No entanto, foi a equipa forasteira que, ainda não estava completo um minuto de jogo, criava a primeira situação de perigo, com um remate de Vitinho, de fora da área, com a bola a ganhar uma trajectória traiçoeira, obrigando Eduardo a uma excelente intervenção.Os figueiroenses reagiram com um futebol vistoso e objectivo, conseguindo chegar perto da baliza visitante com perigo, miudamente.Foi, por isso, com naturalidade que Ferraz abriu o activo aos 14 minutos. Um golo muito festejado que ilustrou bem o estado de espírito da equipa e do grupo.Os figueiroenses continuaram a mandar no jogo mas, contra a corrente, Vitinho restabelece a igualdade aos 25’. Um grande golo. Depois da ameaça ao abrir do jogo, Vitinho “cumpriu” mesmo, com um remate à entrada da área, bem colocado e sem defesa para Eduardo.Não se impressionaram os figueiroenses que foram atrás do prejuízo e, logo ao minuto 32, Ferraz volta a facturar, desta feita com a “ajuda” do guarda-redes adversário que solta uma bola fácil na pequena área.Ao intervalo a vantagem figueiroense era justa mas escassa, face á sua superioridade.Na segunda parte, a equipa da casa entrou disposta a resolver o jogo, ciente que a diferença mínima poderia ser perigosa, mas esbarrou em várias intervenções excelentes de Maké, disposto a redimir-se do lance infeliz que ditou o segundo golo de Ferraz. Vitinho era quem mais remava contra a superioridade figueiroense e, aos 55’, proporciona excelente intervenção a Eduardo. Foi o canto do cisne forasteiro. A partir daqui, o jogo só teve um sentido: o da baliza dos Vidreiros.Foi com naturalidade que Ferraz ampliou a vantagem aos 67’, dando o melhor seguimento a uma excelente jogada de Camisas.Apenas 2 minutos volvidos, Futre, na transformação de uma grande penalidade cometida sobre o próprio, aumenta a vantagem para 4-1.Aos 71’, Futre fecha a contagem com um golo “em família”. José Napoleão (na foto) faz uma excelente abertura de meio campo isolando o seu irmão Futre que, na cara de Maké, não perdoou.Estava feita a história do jogo, domínio figueiroense, futebol fluente - ainda que a ritmo pausado -, muitas oportunidades e muitos golos. Enfim, vitória justa, por números que se ajustam. Faltava o regresso de João Pais, que aconteceu ao minuto 90. Um regresso que se saúda e muito festejado pelos adeptos.Nos figueiroenses, destaque para Camisas, Ferraz e Futre. Nos visitantes, Vitinha foi o mais inconformado. Marrazes também mostrou classe e Maké, embora falhando no segundo golo e sofrendo cinco, evitou números bem mais expressivos, com intervenções de qualidade.Excelente arbitragem, também facilitada pelos jogadores. Luciano Gonçalves, mesmo em recuperação de lesão e em dificuldade física, mostrou que é dos melhores árbitros do nosso distrital.

Carlos Santos (Jornal ACOMARCA)

quarta-feira, abril 02, 2008

Derbie: OS VIDREIROS vs PATAIENSE (24ºJornada)

Mais que um jogo de futebol, só mesmo um derbie...10 'minutinhos'...separam estas duas localidades...Picassinos e Pataias...jogo sempre de grande rivalidade, bairrismo e paixão.
O resultado?...esse costuma ser sempre uma incertaza quando falamos de derbies, mas este tem uma tendência para a equipa da casa...nove vitórias contra apenas uma vitória da equipa visitante (já lá vão dezoito anos). Esta época 'Os Vidreiros' levam a "vassoura" e o Pataiense sonha com a Taça de Portugal 2008-09.
Curiosamente se houver tradição exste surpresa.



80-81….---
81-82….1-1
82-83….4-2…Os Vidreiros
83-84….1-1
84-85….---
85-86….3-2…Os Vidreiros
86-87….2-1…Os Vidreiros
87-88….1-1
88-89….1-0…Os Vidreiros
89-90….1-2…Pataiense
90-91….2-0…Os Vidreiros
91-92….0-0
92-93….---
93-94….---
94-95….---
95-96….6-3…Os Vidreiros
96-97….1-1
97-98….1-1
98-99….4-0…Os Vidreiros
99-00….---
00-01….---
01-02….---
02-03….2-0…Os Vidreiros
……...…4-1…Os Vidreiros
03-04….---
04-05….---
05-06….---
06-07….---

segunda-feira, março 31, 2008

“Vidreiros” é mesmo espinha encravada



Campo do Tojal, em Picassinos.
Árbitro: Carlos Amado, de Leiria
Assistentes: Ricardo Morgado e Artur Louceiro




Ao intervalo: 2-2
Golos: 0-1 por Silvestre, aos 5m; 1-1 por Fábio, aos 10m; 1-2 por Paulo Neves, aos 37m; 2-2 por Chico, aos 45m.
Acção disciplinar: amarelos para Caça (31m), João Paulo (37m), Chico (49m), João Luís (53m), Vasco (74m), Cláudio (78m) e Marrazes (90m).


Vidreiros: Nuno Salgueiro; Cláudio, Fragoso (João Paulo, aos 20m), João Domingues e Daniel, Marrazes, Caça (Ruben, aos 74m), João Luís (Edgar, aos 85m) e Chico; Dilson e Fábio.
Suplentes não utilizados: Radar, Vitinho e Tiago.
Treinador: Vitor Gato

GD Peniche: João Miguel; Laranja (Vando, aos 74m), Silvestre, Ricardo Viola e Rui João; Paulo Neves, Baba (Marinho, aos 78m) e Vasco (Bruno Costa, aos 82m); Márcio, Ruben e Emanuel.
Suplentes não utilizados: Hélio, João Fernandes e Diogo.
Treinador: Bastos Lopes

Decididamente, a equipa do Peniche não se conseguiu entender com o conjunto de Picassinos. Apesar de ocupar a última posição, foi até agora uma autêntica espinha encravada para o GDP. Há uma semana atrás, obrigou os pupilos de Bastos Lopes a horas extras para seguir em frente na Taça e agora, para o campeonato, impõe um empate a duas bolas. Razão para tudo isto não é fácil encontrá-las. Mas sempre avançamos que afinal tudo não passa da essência do futebol: não sendo ciência exacta, tudo é possível ou não seria a bola redonda. Mas outras razões poderão ser assumidas. Por um lado, a grande entrega e abnegação dos locais frente ao líder e, por outro lado, algumas dificuldades em reconstruir o eixo defensivo em virtude de algumas ausências. E por último, apenas diremos que aconteceu futebol.Para Vitor Gato, técnico dos locais, tratou-se de um excelente tónico para as jornadas finais no sentido de alterar a classificação e poder aspirar a uma eventual manutenção. Para o Peniche, acaba por ser um resultado imprevisto até tendo em conta a forma como iniciou a partida, dominando em todos os sectores e com o marcador a ganhar expressão bem cedo, com Silvestre a apontar o primeiro golo, na sequência de um pontapé de canto. Era o corolário lógico do maior domínio da equipa, que apresentava grandes níveis de confiança e um futebol solto e ao primeiro toque, parecendo que seria mais fácil que o encontro anterior. Mas tudo se esfumaria rapidamente, com os locais a reagir e a chegar ao golo ao minuto 10. Uma falha defensiva permite que a bola ressalte para Fábio que se desmarca pela direita e, ainda fora da área, desfere um forte remate, sem hipóteses para João Miguel. Um momento importante, qual tónico para o aumentar dos níveis de confiança. A partir dos vinte minutos, o futebol decaiu de qualidade e rareavam as situações de golo. E seria preciso esperar pelos minutos finais da primeira parte, para que a emoção voltasse ao campo do Tojal. Primeiro, seria o Peniche a mostrar toda a qualidade do seu futebol, numa triangulação entre Ruben, Vasco e Paulo Neves com este último a concretizar o segundo golo. Tudo parecia encaminhado para o resultado previsível mas, eis que no deambular dos descontos da primeira parte, nova desatenção defensiva e os Vidreiros a chegarem ao empate, através de Chico. Canto apontado, a bola sobrevoa toda a defensiva penichense, lenta a aliviar, e o avançado a não perdoar.E se para a etapa complementar, alguém pudesse esperar facilidades para os líderes, tudo não voltaria a passar de pura ilusão. E apanham mesmo o primeiro susto, ao minuto 48, com Fábio a entrar na área e a rematar ligeiramente ao lado, quando já todos pensavam que o golo seria o corolário lógico. Passado o susto, o Peniche retomam o domínio e parecem dispostos a alterar o rumo dos acontecimentos e, bem cedo, dão o mote ao desperdiçarem soberana oportunidade aos 55 minutos, com Paulo Neves a atirar à trave. A trave voltaria a ser amiga dos locais, desta vez cabendo a Márcio a proeza da pontaria. A juntar à melhor atitude competitiva, o técnico Bastos Lopes mexe na equipa, fazendo entrar Vando para o lugar do lesionado Laranja, e ganha em agressividade atacante. Os Vidreiros passaram por um período de dificuldade mas souberam ter cabeça fria e aproveitar bem o adiantamento do adversário para lhe causar alguns calafrios que poderiam ter tido outras consequências. Que o diga Chico que, bem desmarcado pela direita, entra na área mas remata demasiado ao lado. Era uma tarde menos feliz para um Peniche que esteve muito abaixo do que lhe é habitual, sobretudo sentindo dificuldades defensivas. A equipa ainda tentou um pressing final que não surtiria efeito uma vez que, por um lado, o acerto da defensiva local não permitia a criação de oportunidades e, por outro, a contra-ofensiva local acabou por criar situações embaraçosas para o guardião João Miguel. No final, é justo que se diga que o resultado se aceita e premeia a abnegação e entrega dos locais.Arbitragem sem problemas.




José Monteiro, Peniche Online - desporto

quinta-feira, março 27, 2008

Muito Marrazes para tão pouco Vidreiros

S.C.L.Marrazes 2 - Vidreiros 0
Jogo de Repetição da 18ªJornada
Árbitro - Sandro Soares do C.A de Leiria
S.C.L.Marrazes - Gonçalo , Parreira , Sandro (Cap.) , Portugal , Rúben , Seco , Fernandinho , Miguel , Alberto , Bocas e Diogo
Suplentes não utilizados - Lourenço , Zenga
Treinador - António Paiva
Vidreiros - Nuno Salgueiro , Xico , João Domingues , Marrazes (Cap.) , Daniel , Fragoso , Tiago , João Paulo , Caçador , João Luís e Fábio
Treinador - Gato
Ao intervalo 1/0
Acção Disciplinar -Tiago 62 min.) , Alberto (75 min.) , Parreira (80 min.)
Numa quarta-feira á noite gelada e em dia de jogo da selecção nacional, Marrazes e Vidreiros cumpriram a repetição do jogo da 18ªJornada, e que a equipa do Marrazes havia vencido por 3-2, e que a A.F.Leiria mandou repetir devido a um erro técnico do árbitro João Ricardo.
Foram duas equipas bastante desfalcadas as que se apresentaram ao poucos espectadores presentes, com especial destaque para a equipa dos Vidreiros, que em resultado de algumas lesões e castigos, apresentou-se bastante condicionada para este jogo nos Vidreiros.
E pode-se dizer que o Marrazes foi um claro vencedor, num jogo de sentido único e não fosse algumas boas defesas de Nuno Salgueiro e certamente o resultado seria bem mais volumoso.
O Marrazes teve sempre o domínio do jogo, e apenas em raros conta-ataques a equipa dos Vidreiros procurava chegar junto da baliza de Gonçalo, mas sempre sem grande perigo. Já depois de Nuno Salgueiro ter feito algums boas defesas e evitar o golo inaugural, aos 30 minutos nada pode fazer e Alberto inaugura mesmo o marcador para a equipa dos Marrazes, lance na esquerda, Bocas a ganhar espaço, e Alberto a aparecer em frente da baliza descído para a esquerda e não perdoar.
E foi já na segunda parte , aos 58 minutos que Diogo vai ampliar a vantagem , e depois de receber um passe longo, inflecte da direita para o centro e faz o 2-0, resultado que vria a ser o resultado final.
Daí atá ao final o Marrazes continuou sempre na procura de novo golo, perante uma equipa dos Vidreiros sem qualquer tipo de ambição de mudar o rumo dos acontecimentos.
Bom trabalho do árbitro Sandro Soares, que se recordemos apenas uma falha, ao não marcar uma falta sobre Alberto, quando este fugia com perigo para a área adversária.

quarta-feira, março 26, 2008

Jogo S.C.L.Marrazes / Vidreiros vai ser repetido

O jogo S.C.L.Marrazes/Vidreiros, relativo a 18ªJornada do campeonato da Divisão de Honra, e que a equipa dos Marrazes venceu por 3-2 , vai ser repetido esta noite, ás 21 horas no Campo de Jogos do S.C.L.Marrazes.
Recorde-se que este jogo havia sido protestado pela equipa de Picassinos, que alegou que o árbitro João Ricardo cometeu um erro técnico, razão que lhe foi dada pela A.F.Leiria , que mandou repetir o jogo. Tudo se deveu a um erro do jovem árbitro, que mostrou o 2ºamarelo ao jogador Portugal, sem que lhe tenha dado o respectivo vermelho. Apenas algum tempo depois, a equipa de arbitragem deu pelo erro e aí sim, expulsou o defesa dos Marrazes.
Com a repetição deste jogo, o Marrazes vê para já serem lhe retirados 3 pontos que havia conquistado, e desce, provisóriamente para os lugares de descida.
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Classificação
1ºGD Peniche - 58 Pontos
2ºNazarenos - 49 Pontos
3º CD Pataiense - 42 Pontos
4º GD Guiense - 41 Pontos
5ºBeneditense - 37 Pontos
6ºAlq. da Serra - 30 Pontos
7º Maceirinha - 29 Pontos
8º Ansião - 29 Pontos
9ºVieirense - 27 Pontos
10ºBiblioteca - 26 Pontos
11ºFig.Vinhos - 25 Pontos
12ºAvelarense - 22 Pontos
13ºS.C.L.Marrazes - 21 Pontos(- 1 Jogo)
14ºGD Alvaiázere - 19 Pontos
15ºPedroguense - 17 Pontos
16º Vidreiros - 15 Pontos (- 1 Jogo)
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sábado, março 22, 2008

“Vidro” demasiado duro para o líder


Campo do Tojal, em Picassinos.
Árbitro: Paulo Marques, de Leiria
Assistentes: Gracindo Vieira e Flávio Ferreira




Ao intervalo: 0-0
Golos: 0-1 por Silvestre, aos 115m.
Acção disciplinar: amarelos para Cláudio (10 e 70m), João (49m), Inácio (50 e 51m), Ruben (73m), Paulinho (87 e 109m), Márcio (88m), Paulo Neves (90m), Caça (97m), João Luís (100m), Silvestre (110m) e Silva (118m).

Vidreiros: Nuno Salgueiro; Daniel, João, Marrazes e Cláudio; Vitinho, Edgar (João Paulo, aos 45m), Inácio e Fragoso; Fábio (João Luís, aos 90m) e Dilson (Caça, aos 77m).Suplente não utilizado: Quedas.Treinador: Vítor Gato
GD Peniche: Hélio; Ferreira (Márcio, aos 63m), Ricardo Viola, Laranja e Rui João; Paulo Neves, Baba (Paulinho, aos 69m) e Vasco; Silva, Ruben (Silvestre, aos 84m) e Emanuel.Suplentes não utilizados: João Miguel, Vando, João Fernando e Marinho.
Treinador: Bastos Lopes
Num jogo em que o favoritismo ia para os líderes do campeonato, a equipa de Vítor Gato apresentou-se a querer discutir o resultado, procurando jogar de igual para igual. O conjunto “vidreiro”, com poucas opções no banco, surpreendeu pela positiva e coube-lhes mesmo os primeiros minutos de perigo, com um meio campo bem povoado e com Fábio e Dilson a tentarem abrir alguns espaços na defensiva visitante. Os homens da beira-mar respondiam e, ao minuto 7, dispõem da primeira oportunidade através de Silva que falha o remate para o golo, na sequência de um cruzamento de Ruben. A equipa parecia querer prometer, com rápidas transições da defesa para o ataque mas tudo não passou das intenções pois a equipa não conseguia entrar com perigo na área contrária, com muitos passes transviados.Para tal, não só contribuiu a boa organização defensiva local mas o bem povoado meio campo, onde raça e agressividade não faltavam. E aqui surge a outra dificuldade com que os homens de Bastos Lopes se tiveram de bater: a demasiada agressividade dos locais, por vezes a roçarem o extremo que poderia pôr e perigo a integridade física dos seus jogadores. E tudo isto perante a complacência do árbitro da partida que não esteve à altura do encontro no capítulo disciplinar. Não tendo autoridade nos momentos em que se impunha acabou por complicar mais tarde, não só com as expulsões mas também com as imensas discussões e quezílias a que os jogadores se permitiam. Mas voltando ao jogo, é justo que se diga que os locais, mantendo sempre dois homens mais avançados, a equipa ia espreitando o contra-ataque mas a defensiva penichense, sempre atenta, não permitia quaisquer veleidades. Numa toada de equilíbrio e sem situações flagrantes de golo, foi preciso esperar pelo minuto 30 para que os espectadores despertassem para o jogo e esquecessem o intenso frio que se fazia sentir. Primeiro é Fábio que, com um forte remate, assusta Hélio, e depois é Vasco que, com espaço, atira enrolado e ao lado da baliza de Nuno Salgueiro.A equipa penichense reassume o comando da partida, instala-se no meio contrário e cria, então, várias situações de perigo junto à área local. Mais velocidade na circulação de bola e antecipação em todos os lances e novas oportunidades de golo. Minuto 38, bom trabalho entre Paulo Neves e Ruben e este a escapar-se aos defesas mas a atirar ao lado. Aos 40m, Emanuel corresponde bem a cruzamento de Rui João e atira à trave. Um futebol mais prático e objectivo mas faltava a eficácia concretizadora, deitando por terra oportunidades que poderiam ter ditado, bem cedo, um outro resultado. Os rapazes de Picassinos suportaram essa pressão e conseguiram manter, até ao intervalo, o nulo no marcador.Após o descanso, os locais entram melhor, subindo no terreno na tentativa de incomodar a defensiva contrária mas tal não passou de meras intenções e tudo se complicaria ao minuto 51. Inácio reage mal à exibição do cartão amarelo e vê o segundo. A partir daí, o domínio do Peniche foi quase total, obrigando o técnico local a acertos nas marcações com o intuito de manter até onde pudesse a resistência da sua equipa, mantendo toda a entrega e abnegação. E pode dizer-se que o conseguiu, mesmo quando, com a expulsão de Cláudio, se viu reduzido a nove. Perante o domínio e superioridade do Peniche, a equipa local recuava mas mantinha a mesma concentração táctica. Bastos Lopes aposta tudo no ataque mas, à equipa, voltaria a faltar a pontaria nas várias oportunidades de que dispôs. Muitas oportunidades desperdiçadas e, como tal, alguma inquietação se apodera da equipa, baixando o nível do seu futebol no último quarto de hora mas disso não se aproveitaram os locais que apenas ao minuto 89 criam algum perigo junto à área de Hélio. Nos minutos finais, o líder esteve sempre mais perto da baliza contrária mas o resultado não se alteraria, obrigando ao período suplementar.E foi preciso esperar pelas horas extraordinárias para presenciar o sabor do golo, já que as expectativas, no que ao golo diziam respeito, tinham até aí saído defraudadas. E apesar de um ou outro fôlego dos homens da casa na procura do golo, o Peniche defendeu bem e tudo fez para chegar ao golo, que aconteceu ao minuto 115, após cruzamento de Márcio para Vasco que amortece para Silvestre que não perdoou. Morria aqui o sonho dos Vidreiros, ciente de que complicou a vida ao líder e agora há que lutar pelo objectivo do campeonato. O Peniche vence de forma justa, mas diga-se que era escusado sofrer tanto.Da arbitragem já se disse o essencial. Reconhecendo que não é fácil o trabalho dentro de campo também não é menos verdade que se de exigir maior rigor nos critérios disciplinares e, talvez, se pudessem evitar os excessos dos jogadores para bem do espectáculo. Neste capítulo haverá muito a rever.
José Monteiro, Peniche Online - desporto

terça-feira, janeiro 29, 2008

Velhinha de saída dos Vidreiros

Armando Velhinha já não é o treinador dos Vidreiros. Com a derrota de domingo passado perante o Avelarense, um adversário directo na luta pela manutenção, as coisas ficaram mais complicadas para a equipa de Picassinos, mas o que terá precipitado a sua saída, terão sido as suas palavras no final do jogo, para a rádio, e que deixaram descontentes a direcção e os seus jogadores. Assim , em reunião de emergência que decorreu ontem, ficou decidida a sua saída dos Vidreiros.
Escreve-se assim mais um episódio de uma passagem conturbada do técnico pela equipa do Vidreiros, pois nunca foi um técnico que reunisse consenso, e basta lembrarmo-nos da saída de alguns jogadores com alguns anos de casa, como foram os casos de Orlando e Catarino, que tiveram alguns atritos com o técnico.
Já é conhecido o seu substituto, que será Vitor Gato, o técnico marinhense que certamente terá um trabalho bem difícil para evitar a descida de divisão.

quinta-feira, novembro 15, 2007

Triunfo suado dos Vidreiros

Depois de ter obtido a primeira vitória da época na Boavista, na noite de Halloween (no encontro a contra para a Taça do Distrito), o GD “Os Vidreiros” somou, no passado domingo, o seu primeiro triunfo na Divisão de Honra, ao derrotar o Pedroguense por duas bolas a uma.
Não foi, porém, um triunfo fácil para os vidreiros que tiveram de suar bastante para garantir a conquista dos três pontos.Após uma primeira parte em que foi claramente superior ao seu adversário, em que se colocou no comando do marcador por intermédio de Ruben aos 35’ (um lance infeliz do guarda-redes Samuel que ao tentar interceptar o cruzamento de Ruben, acabou por introduzir o bola na própria baliza) e desperdiçou, próximo do intervalo, uma oportunidade flagrante de alcançar o golo da tranquilidade, o conjunto de Picassinos sofreu a bom sofrer, na segunda parte, de modo a assegurar o triunfo.O Pedroguemse, que se tinha mostrado inofensivo nos primeiros 45 minutos, entrou para a etapa complementar mais agressivo ofensivamente, aproximando-se com mais frequência da área contrária.A mudança de atitude dos visitantes surpreendeu os locais que passaram por um período de algum desacerto no meio campo, sentindo algumas dificuldades em evitar que o Pedroguense saísse para contra-ataques rápidos, mas sem consequências de maior para a baliza de Nuno Salgueiro.Na resposta, os Vidreiros procuravam chegar também à baliza contrária mas sem o discernimento necessário para sobressaltar Samuel.Até que aos 64’, o Pedroguense subiu no terreno de jogo e igualou a partida por intermédio de Godinho.A partir do golo, o Pedroguense acreditou que poderia levar mais do que um ponto do Tojal e aumentou a pressão sobre os locais que passaram por alguns momentos de sufoco defensivo.No entanto, a sorte do jogo acabou por bafejar os Vidreiros que, depois de terem desperdiçado, na primeira parte algumas oportunidades para “matar” a partida, acabaram por alcançar o golo da vitória já na recta final do encontro.Um lance construído em velocidade e em que Vitinho concluiu da melhor forma uma magnifica assistência de Chico.Espera-se agora que esta primeira vitória na divisão de honra sirva como tónico para os comandados de Armando “Velhinha” para a difícil deslocação a Peniche no próximo domingo, onde irão defrontar o líder da prova que, nesta jornada, perdeu em Pataias por 2-1.

quinta-feira, novembro 01, 2007

terça-feira, outubro 23, 2007

Nazarenos vence Vidreiros

Vidreiros 0-Nazarenos 3

O Nazarenos regressou às vitórias ao vencer por 3-0 o Vidreiros, num resultado que se aceita, mas que é um pouco pesado, para a formação de Armando Velhinha. A formação de Joaquim Trindade mantem-se empatado com o Peniche, no topo da tabela, embora a formação penichense, tenha menos um jogo.
O Primeiro tempo foi de maior domínio da equipa da Nazaré, embora a formação da casa, sempre que podia criou perigo. Ao intervalo o resultado castigava a ineficácia do Nazarenos e permeava a boa organização do Vidreiros. Logo nos primeiros minutos do segundo tempo, o Nazarenos inaugurou o marcador, fruto de um golo de Pedro Morais. A equipa de Armando Velhinha acusou o tento sofrido, mas continua a lutar por um resultado mais favorável. A meio do segundo tempo, mais dois golos para a equipa visitante, com dois golos de Henrique Piló, a encerrarem as contas do jogo.
Vitória justa do Nazarenos, mas com boa réplica da formação vidreira.

André Santos

sexta-feira, setembro 14, 2007

Vidreiros vence Outeirense

Jogo disputado no Campo do Tojal, em Picassinos
Árbitro: Nuno Fonseca, auxiliado por Carlos Jorge e Pascoalinho
“Os Vidreiros”: Makê, João Domingues, Edgar, Marrazes, João Paulo, Cláudio, Catarino, João Luís, Xico, Vitinho e Gito
Suplentes: Ruben, Fábio (ex-22 de Junho), Quedas, Valdo, Inácio e Daniel
Treinador: Armando Velhinha
Outeirense: Marco, Tony, Joel, Sandro, David, Chedas, Daniel, Lobo, Bruno, Ricardo e Marco
Suplentes: Kevin, Jaime, Telmo, Rui Pires, Tiago, Vicente e Serginho
Treinador: Carlos Chavinha
Ao intervalo: 1-0Golos: 1-0, por Catarino
O Grupo Desportivo “Os Vidreiros” venceu o Outeirense no jogo de apresentação aos sócios. Um golo de Catarino deu o triunfo à equipa de Armando Velhinha, que esta época vai militar na Divisão de Honra
Num jogo típico de pré-temporada, o GD “Os Vidreiros” derrotou o Outeirense, por 1-0, na apresentação aos associados do emblema de Picassinos, que regressa à Divisão de Honra após uma época no escalão inferior.Ainda sem grande ritmo competitivo e a assimilar os novos métodos do treinador, “Os Vidreiros” rubricaram uma exibição sem grande brilho, embora já se notem alguns automatismos entre sectores. A defesa mostra segurança, o meio campo ainda não produz o suficiente para alimentar o ataque e os homens mais avançados denotam, para já, pouca criatividade. Nestas circunstâncias seria de prever que o volume ofensivo dos picassinenses não fosse o melhor nesta fase da temporada. Daí que não se possa estranhar que o golo d’ “Os Vidreiros” tenha saído dos pés de um médio, Catarino, que se mostrou em boa forma.O Outeirense, por seu turno, denotou algumas fragilidades e não parece ter grandes argumentos do meio campo para a frente. Com este nível exibicional, a equipa de Carlos Chavinha, muito provavelmente, andará longe dos lugares cimeiros, a não ser que melhore significativamente o seu futebol.Em suma, este duelo entre vidreiros e outeirenses esteve longe se ser um bom jogo de futebol, mas acabou por ter um resultado natural.

quinta-feira, julho 19, 2007

Marcóides nos Vidreiros

Era uma notícia que há muito se especulava, mas segundo informa hoje o Site Marinha Grande Desporto, Marcóides vai mesmo fazer parte do plantel dos Vidreiros na próxima temporada.Depois de na transacta temporada ter representado o Portomosense da 2ªDivisão B, o atleta marinhense vai na próxima época ser certamente uma enorme valia para o conjunto de Armando Velhinha, que agora conhecida a resposta negativa ao recurso do Vieirense, está seguro na próxima época na Divisão de Honra.

segunda-feira, julho 02, 2007

Armando quer “Os Vidreiros” à Velhinha

Armando da Silva Santos, conhecido por “Velhinha” no meio futebolístico, decidiu relançar a sua carreira de treinador de futebol em Picassinos. Aos 58 anos, o técnico quer ver “Os Vidreiros” na Divisão de HonraArmando Velhinha já não treina uma equipa de futebol desde 2004, ano em que largou o comando técnico do GD Os Nazarenos. De então para cá deixou de sentir o cheiro do balneário, devido a problemas de saúde e à ausência de projectos aliciantes. “Tive vários convites, de vários clubes do país, incluindo ilhas, e Angola, mas já não tenho idade para andar com a trouxa às costas”, afirmou ao JMG.O Grupo Desportivo “Os Vidreiros”, o seu futuro clube, surge “na melhor altura”, uma vez que o técnico marinhense prometera, um dia, treinar o clube de Picassinos. “E cá estou para pagar a promessa”, revela.Por outro lado, Velhinha não esconde que a sua ida para o Tojal também poderá funcionar como um relançamento da carreira, “ou não”, porque o futebol, como bem se sabe, “é uma caixinha de surpresas”. Nem sempre os melhores jogadores formam boas equipas, lembra o técnico, que tem um objectivo: “ser feliz em Picassinos”. E ser feliz significa “conquistar vitórias”.
Apesar da larga experiência como treinador de futebol, Armando Velhinha vai viver uma “nova experiência”: treinar uma equipa totalmente amadora. Ninguém vai receber um cêntimo no Tojal, equipa técnica incluída. Mas isso não impedirá que Velhinha se dedique ao clube com o maior profissionalismo: “vou treinar Os Vidreiros como se fosse o Benfica”.Relativamente ao plantel, Velhinha conta com “todos os jogadores que queiram ficar”. Depois vai compor o grupo de trabalho com alguns reforços, para colmatar as saídas, nomeadamente de Orlando e Guedes, que não renovarão.O novo treinador picassinense vai assentar o seu futebol num típico 4x3x3, que poderá ter alguma elasticidade, em função das características dos jogadores. Velhinha promete “explorar as características dos atletas” e não esconde que gostava de “jogar bonito”.O grupo de trabalho vai ter entre 22 e 24 jogadores. A equipa técnica, além de Velhinha, terá Francisco Macedo como adjunto e Valdemar Sousa como treinador de guarda-redes.Os treinos terão início um mês antes do arranque do campeonato.

terça-feira, junho 12, 2007

Armando Velhinha é o novo técnico da equipa de Picassinos

Armando Velhinha foi confirmado ontem como sendo o novo técnico dos Vidreiros para a temporada de 2007-2008. Ao contrário do que se pensava, não terá como adjunto Salavessa, mas sim Chico Macedo. Quanto ao plantel, ainda subsistem muitas indefinições sendoo apenas certas as saídas de Orlando (Pataiense) , Guedes e Vando. Vitinho também foi assediado por muitos clubes, mas vai permanecer em Picassinos mais uma época. Quanto a entradas, ainda não existe nada acertado, mas fala-se de um possível ingresso de três jogadores de classe , Zeca , Marcóides e Serrão . A ver vamos se estas entradas se confirmam.

quinta-feira, maio 31, 2007

Vitor Duarte abandona os Vidreiros

O técnico Vitor Duarte, que treinou os Vidreiros na época que agora terminou, não vai continuar no clube na próxima temporada. Esta era uma notícia, que há alguns dias já circulava, mas que apenas agora foi possível confirmar. Segundo consta, foi o clube quem não mostrou intresse na continuação do técnico.

Enquanto não se sabe o nome do futuro técnico, correm muitos rumores que o próximo técnico será o experiente Armando Velhinha. Em breve se verá se este nome se confirma.

terça-feira, maio 15, 2007

Ambos lutaram até ao esgotamento

Campo dos Pescadores , na Praia da Vieira
Árbitro : Carlos Amado
Assistentes : Artur Louceiro e R.Morgado
Praia da Vieira 1 - Vidreiros 2
Praia da Vieira - Gil, Zéquinha, Nuno Féteira, Márcio, Telmo, Renato , Mauro, Alex , Nuno Rodrigues, Tito, Vando (Filipe Preto aos 62 minutos) e Rogério Btalha (Cap.)
Suplentes não utilizados - Mário Leal , Trobi , Quim Lavos e Luis
Treinador - Bruno Ramusga
"Os Vidreiros" - Make, Paulito, Marrazes (Cap.), Pedro Matias , Daniel, (Cláúdio aos 85 minutos) , João Paulo , Orlando , Inácio (Ctarino aos 54 minutos) , Chico (Rúben aos 54 minutos) , Gito e Vitinho
Suplentes não utilizados - Radar , Valdo , Guedes e João Luis
Treinador - Vitor Duarte
Ao intervalo - 1-0
Golos 1-0, Rogério Batalha aos 13 minutos ; 1-1 Rúben aos 63 minutos ; 1-2 Telmo Renato p.b aos 82 minutos
Acção Disciplinar - cartões amarelos para Rogério Batalha (50 min.) , Márcio ( 58 min.) , Mauro (67 min.) , Marrazes (74 min.) , Telmo Ramusga ( 79 min.) e Paulito ( 90 + 3 min.) . Cartões Vermelhos para Márcio (segundo amarelo) e Gil (directo), aos 64 e 70 minutos respectivamente
Era, já se sabia, um jogo "dramático" para a equipa de Picassinos. Todavia , não se julgue que era " a feijões" para os praienses. Os primeiros teriam de ganhar para poder ascender a Divisão de Honra, mas teriam de contar com um desaire do Maceirinha no Outeiro da Fonte, ou do Vieirense na Ortigosa. Os segundos queriam a todo o custo segurar o quarto lugar ( que acabou por ir para o Pilado e Escoura), por uma questão de orgulho, mas só o conseguiriam averbando os três pontos.
Perante este cenário, não é difícil advinhar a onda de nervos que pairou no Campo dos Pescadores. A equipa de "Os Vidreiros" entrou a pressionar, mas no último terço do terreno não tinha descernimento para a finalização. O Praia da Vieira recuperava bolas e, de imediato, lançava o contra-atque, apostando nos dois homens da frente - Vando e Rogério Batalha. E foi assim, que o suspeito do costume (Rogério Batalha) ao 13ºminuto abria o activo.
Com este tipo de características, o jogo arrastou-se até ao intervalo, aceitando-se, até aí, a vantagem da formação praiense.
Para os segundos 45 minutos o GD "Os Vidreiros" regressou disposto a apostar tudo, mas o seu jogo só se tornou mais fluente depois das entradas de Catarino e Rúben. O domínio dos forasteiros foi, progressivamente, tornando-se mais intenso, principalmente após as expulsões de Márcio e Gil. Momentos houve em que a carga do grupo de Picassinos se tornou massacrante, daí resultando os dois golos obtidos, sendo que o da vitória resultaria de uma infelicidade de Telmo Renato, ao introduzir a bola na própria baliza, então defendida por Nuno Rodrigues, após a expulsão(correcta) do guarda-redes Gil.
Face a todo este "filme", a parada tornou-se mais agreste, tendência completamente isenta nos 45 minutos iniciais, nos quais nem um cartão amarelo foi mostrado.
A Praia da Vieira jogou os 20 minutos finais, mais o tempo de compensação, reduzida a 9 unidades. Quanto à expulsão do guarda-redes Gil(mão fora da área), não pode haver discussão. Já a de Márcio nos mereceu algumas dúvias, na medida em que o lance da qual resultou, nos pareceu dividido entre os dois atletas. No final toda a gente perdeu.
Artigo de Ângelo Gomes, escrito no Jornal Diário de Leiria de 14 de Maio

sexta-feira, maio 11, 2007

Nem o Santo (Amaro) lhes valeu

Jogo disputado no Campo do Tojal, em Picassinos
Árbitro: Luciano Gonçalves (CA AF Leiria), auxiliado por João Lamas e Luís Calado
Os Vidreiros: Makê, Paulito, Marrazes (Cap.), João Paulo (Catarino, 75’), Inácio, Vitinho, Chico, Pedro Matias, João Luís (Valdo, 75’), Daniel e Gito (Guedes, 65’)
Suplentes não utilizados: Radar, João Domingues e Cláudio
Treinador: Vítor Duarte
Santo Amaro: Mica, Jardim, Ricardo (Marinho ao intervalo), André Gil (Cap.), Ricardo Fernandes, Didier, Kewin, Filipe (João Pedro, 33’), Verdasca, João André (Fábio Duarte ao intervalo) e Tiago Fernandes
Suplentes não utilizados: Fábio, Marco, Hélio e Yanick
Treinador: Sandro Ferreira
Ao intervalo: 4-0
Golos: Pedro Matias (1’, 20’ e 32’) e Xico (22’ e 70’)

O Grupo Desportivo “Os Vidreiros” goleou o Santo Amaro, no Tojal. Numa fase da prova em que os golos marcados e sofridos poderão fazer a diferença, a equipa de Picassinos não foi além da chapa cinco
Cinco golos sem resposta foi o melhor que “Os Vidreiros” conseguiram diante do frágil Santo Amaro, uma das equipas mais modestas desta campeonato distrital da I divisão.O jogo começou logo com um golo dos locais, apontado no primeiro minuto por Pedro Matias, na transformação de uma grande penalidade, a castigar uma falta sobre Paulito. Estava aberto o caminho para a goleada, que ganhou expressão com mais dois golos de Pedro Matias, aos 20 e 32 minutos. Xico, aos 22 minutos, fez também o gosto ao pé.O segundo período trouxe menos golos, talvez pelo mau desempenho que o Vieirense ia tendo em Vieira de Leiria (ao intervalo vencia apenas por 1-0). Ainda assim, Xico introduziu a bola na baliza de Mica, aos 70 minutos. Foi o melhor que “Os Vidreiros” conseguiram.O triunfo é justíssimo mas faltaram golos à equipa de Vítor Duarte, uma vez que perdeu o 2º lugar para o Vieirense, que venceu os Unidos por 10-0, um resultado que já não se usa e que poucos esperavam.
Retirado do Jornal da Marinha

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Vidreiros vence e convence

Campo do Tojal, em Picassinos
Joga da 20ªJornada da 1ªDivisão Distrital , Série Sul
Vidreiros 5 - C.R.C.22 de Junho/Amor 2
Vidreiros - Nuno Salgueiro, Paulito, Marrazes (Cap.), P.Matias, Daniel, J.Paulo, J.Luis (Guedes 45m.), Orlando, Chico (Caçador 59m.), Gito (Catarino 65m.) e Vitinho
Suplentes não utilizados - Valdo , João Domingues, Inácio e Radar
Treinador - Vitor Duarte
C.R.C.22 de Junho/Amor - Carlos, Miguel (Cap.) , Marco (Silvio Duro 62m.) , H.Confraria, R.Confraria, Luis (Ricardo 73m.), Cadete, Telmo , Ivan (Abreu 34m.), Fábio e Nelo
Suplentes não utilizados - David, Manteigas e André Carvalho
Treinador - Fernando Gil
Preparador Fisico - Bruno Neto
Disciplina - Amarelos - Chico (35 m.) , R.Confraria (92 m.)
Marcadores 1-0 Vitinho(24 m.) , 2-0 Daniel(27 m.) , 3-0 Vitinho(53 m.) , 3-1 Miguel(58 m.) , 4-1 Guedes(63 m.) , 5-1 Guedes(65 m.) e 5-2 Ricardo(78 m.)
Ao Intrevalo 2-0
Resultado Final 5-2
Este era um jogo que prometia, e as melhores expectativas foram concretizadas. De facto, todos os espectadores que se deslocaram ao Campo do Tojal, tiveram oportunidade de assistir a um belo jogo de futebol. O jogo começou equilibrado, e nos primeiros minutos, apesar do equilibrio, nenhuma equipa criou verdadeiramente perigo. Apesar de tudo assistia-se a um jogo intressante, com boas trocas de bola, por parte das duas equipas. Até que aos 24 m. , Telmo faz um mau alivio na sua área, e Vitinho não perdeu a oportunidade e inaugurou o marcador, fuzilando o desamparado Carlos. A partir daí, os Vidreiros cresceu, e se até aí o jogo estava equilibrado, a partir daí a equipa de Picassinos passou a dominar o jogo, e a fazer um excelente exibição.Três minutos após o 1º golo, numa boa jogada de ataque pelo lado direito, Paulito conseguiu ganhar a linha de fundo, e cruzou a medida , onde Daniel completamente isolado só teve que empurrar para a baliza.
Mas se na 1ª parte a equipa de Amor ainda deu alguma réplica, na 2ª parte foi mais difícil, pois os Vidreiros partiram para 20 minutos de verdadeiro futebol-espectáculo, com os seus jogadores a trocarem de posições, e arodarem a bola a um ritmo alucinante. As oportunidades foram aparecendo e o Amor mal tinha tempo para respirar. Assim não foi de estranhar o 3-0 aos 53 m., por Vitinho, a concretizar um bom lance do ataque dos Vidreiros. A equipa dos Vidreiros continuou a carregar, mas num lance de bola parada, a equipa de Amor vai conseguir reduzir para 3-1, por Miguel de cabeça, a um cruzamento de Luis. Na resposta a equipa dos Vidreiros criou mais um lance de perigo, e Chico atirou a trave. Mas na jogada a seguir, os Vidreiros marcou mesmo e fez o 4-1, por Guedes, em mais um bom lance de ataque. Cinco minutos depois, e após uma falha enorme de Telmo, Guedes voltou a facturar e a marcar o 5-1. Mas o jogo estava bom e o Amor conseguiu reduzir para 5-2, num bom lance de Nelo, Nuno Salgueiro não agarra e Ricardo marca para o Amor. Daí até ao final, mais um bom lance de Guedes, que a saída de Carlos, fez o chapéu, mas a bola saíu para fora. Terminava assim a partida, num jogo em que os Vidreiros fez uma brilhante exibição, onde se afirmou mais uma vez como um sério candidato a subida, perante uma equipa de Amor, que não jogando mal, foi incapaz de parar o poderio ofensivo da equipa de Picassinos.
Boa arbitragem.

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