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sexta-feira, setembro 25, 2009

Justa repartição de pontos

Estádio Municipal de Figueiró dos Vinhos
Árbitro: Paulo Marques, auxiliado por Eduardo Ferreira e Sandro Lourenço (AF.Leiria)

AD FIG.VINHOS: João Pedro; Beto, Zé Napoleão, Fernando Morais, Joel (Paulo Nunes, 87’), Tó Alves (Bruno Rosa, 90’), Estêvão (Filipe, 81’), Camisas, Rafael, Tendinha e Futre.
Treinador: Paulo Neves
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SCL MARRAZES: Trindade; João Carlos, Mário, João André, Sousa, Tiago (Diogo, 86’)), Leal, Seco (Sandro, 65’), Zé Miguel, Gato (Miguel, 76’) e Alberto.
Treinador: Edgar Clemente
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Marcadores: Gato (34') e Camisas (88')
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Todos quantos se deslocaram ao Estádio Municipal de Figueiró dos Vinhos deram, por certo, por bem empregue o seu tempo. Com efeito, assistimos a um excelente espectáculo de futebol que mais parecia um jogo de meio de época, tal a qualidade já apresentada que aliada á grande correcção entre jogadores, à emoção e incerteza no resultado até final e uma excelente tarde de sol, fizeram deste jogo uma tarde desportiva quase perfeita.Quanto ao resultado, afigura-se-nos justo, se bem que, em nosso entender, ambas as equipas mereciam... ganhar.De facto, Figueiró dos Vinhos e Marrazes apresentaram-se já num bom momento de forma, procurando ambas a vitória. Sinal mais para os visitantes na primeira parte, superioridade da equipa da casa, na segunda.
A formação de Paulo Neves não esperaria, por certo, um Marrazes já tão forte, daí que a teia montada a meio campo pelos visitantes não permitisse aos da casa explanar um futebol apoiado. Apenas a rapidez e técnica dos avançados figueiroenses conseguia a espaços incomodar o guarda-redes Trindade.Foi sem surpresa que aos 34’, Gato, inaugurou o marcador dando seguimento a uma boa jogada de Leal.A vantagem visitante ao intervalo afigurava-se justa pela forma como o Marrazes impôs o seu futebol, se bem que a Desportiva dispusesse de algumas boas oportunidades para empatar.No segundo tempo, os figueiroenses entraram melhor, na firme disposição de dar a volta ao marcador. O golo de Camisas aos 66’ veio premiar a pressão e domínio figueiroense. Quanto ao golo, surgiu de uma excelente abertura de Joel para as costas da defensiva adversária, com Camisas a ser mais rápido que o seu adversário directo e, à saída do guarda-redes desfeiteá-lo apenas com um toque subtil.Seguiram-se dez minutos de domínio figueiroense não traduzido em golos. Reagiu o técnico do Marrazes com várias alterações que reequilibraram o jogo que foi perdendo qualidade até ao final.Na turma da casa , destaque para Tendinha, um jovem de 37 anos que continua em grande forma e com uma disponibilidade física invejável que lhe permitiu terminar o jogo em todo o campo. Também Zé Napoleão esteve uns furos acima dos colegas que estiveram globalmente bem. Destaque, ainda, para os regressos dos jovens Estêvão e Fernando Morais, dois produtos das “escolas” da Desportiva que rodaram em clubes de outra dimensão e regressam agora mais experientes com ganhos para a Desportiva de FigueiróNo Marrazes, destaque para Leal e Mário.Excelente arbitragem de Paulo Marques.

Carlos Santos (Jornal A Comarca)

terça-feira, dezembro 16, 2008

Pedroguense vencer derby do norte do distrito

Campo de São Mateus, em Pedrógão
Árbitro : Carlos Silva (AF.Castelo Branco)

PEDROGUENSE: Miguel; Rafael, Toni, Marco Ferreira, Serginho; Edson (Filipe, 84’) e Poeta (Tátá, 69’); Aguiar, João Raposo (Tiago, 89’), Ricardo Silva e Hélder Vaz (Cap.).
Suplentes não utilizados: Samuel, Fábio e Madeiras.
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SPORT. CAST. DE PERA: Eduardo (Jorge Silva, 45’); Tiago, Pierrot, Assa (Riky, 64’), Hugo; Paulo Jorge; Renato (Fredy, 45’), Paulito, Márcio (Cap.); Zé Mário e Fábio.
Suplentes não utilizados: Paulino, André, Ruben e Xapa.
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Pedroguense e Castanheira de Pêra encontraram-se para mais um apetecível derby, se bem que as ambições das duas equipas em termos de campeonato sejam este ano bem diferentes. Mas, nestes jogos não há favoritos e, curiosamente, encontraram-se precisamente na melhor forma desta época de ambas as equipas, embora o Sport tenha perdido na jornada anterior.O Recreio Pedroguense apresentou-se para este jogo com muitas baixas: Luís António, Dani, Caló e Xinoca nem se equiparam devido a lesões. Madeiras, embora no “banco”, estava limitado e apresentava um hematoma bem visível. Tátá, também convocado, sentou-se no banco de suplentes dado não ter treinado durante toda a semana...Também o Sport de Castanheira de Pera apresentava algumas baixas. Menos, mas dadas as limitações do plantel, também muito influentes: Donizete nem se equipou e Fredy jogou apenas na segunda parte, ainda que “tocado”.Quanto ao jogo, propriamente dito, começou melhor a equipa da casa (o Recreio Pedroguense, já que o jogo foi trocado devido ao sintético do Campo do Sport ainda não estar em condições) que se instalou desde o primeiro lance no meio-campo adversário. Atitude que não apanhou ninguém desprevenido, já que João Almeida apresentou uma estratégia de ataque, num claro 4x2x4, com o meio-campo entregue a Poeta e Edson, mas que também contava muito com a inteligência táctica de Aguiar que fez uma primeira parte extraordinária.No entanto, o primeiro lance mais emotivo foi junto à grande área do Recreio, provocado por um atraso displicente de Rafael, que Miguel resolveu com muita serenidade.Na resposta, Edson lança para as costas da defensiva Castanheirense, valendo a atenção e categoria de Eduardo que negou o golo a Raposo. Aos 8’, é Ricardo Silva que não dá o melhor seguimento a uma jogada de envolvimento do Pedroguense.Aos 13’, surge o 1-0. Livre perigoso à entrada da área que Ricardo Silva se encarrega de marcar com muita mestria e aproveitando a má colocação de Eduardo que esperava a bola colocada por cima da barreira e Ricardo Silva colocou-a rasteira, junto ao posto.A pressão da equipa da casa intensificou-se, os forasteiros acusaram o golo e passaram por um período de algum desnorte que lhes poderia ter custado bem caro, não fora a ineficácia atacante e a classe de Eduardo.Aos 29’, surge o primeiro remate do Sport, à baliza. Ainda assim, de muito longe e à figura de Miguel. Mas, ficou o aviso e, apenas dois minutos volvidos, Assa (o melhor do Sport enquanto esteve em campo) à entrada da pequena área a surgir nas costas da defensiva da casa e a dar o melhor seguimento a um livre bem apontado por Renato e a restabelecer a igualdade.A equipa da casa abanou e acabou por ser algo contra a corrente do jogo que passou novamente para a frente no marcador, através de Helder Vaz que, muito oportuno, fez o desvio já na pequena área, a remate de João Raposo. Golo que surge, curiosamente, no melhor período do Sport.Já quase a terminar a primeira parte, Eduardo antecipa-se a Ricardo Silva e logo ali fica a queixar-se do joelho. Ainda aguentou até ao intervalo mas já não voltou para a segunda parte, sendo substituído por Jorge Silva. A vantagem ao intervalo pela diferença mínima afigurava-se justa, num jogo que estava a ser jogado com muita intensidade e com alguns bons momentos de futebol, num terreno que se apresentava bastante castigado pelo mau tempo.Na segunda parte, os pedroguenses vieram com a disposição de gerir o resultado e jogar na falha do adversário e, ou, num momento de maior inspiração de um dos muitos bons jogadores do seu plantel.E foi o que aconteceu, o Sport equilibrou mais o jogo, mas a qualidade pedroguense vinha ao de cima. Assim, logo aos 53’ surge o 3-1, após uma boa combinação na esquerda, centro de Sergito e Raposo a antecipar-se aos seus opositores já na pequena área.O jogo perdia qualidade e aumentavam as jogadas de choque e foi com naturalidade que surgiu o 4-1, pelo inevitável Ricardo Silva que somou o seu 26º (!) golo no campeonato.No final, vitória justa, por números que espelharam a diferença das equipas neste jogo.No Recreio, destaque para a primeira parte de Edson, Poeta e Aguiar.No Sport, Assa foi o jogador mais inconformado e o que mais acreditou, lutou e jogou enquanto esteve em campo. Fredy, embora apenas meio jogo em campo e limitado fisicamente, mostrou que tem classe e pode sonhar com outros “voos”.A arbitragem, esteve bem na primeira parte, mas na segunda foi muito fraquinho e fez o que um árbitro nunca deve fazer: resolver “o seu problema”. Valeu-lhe que os jogadores souberam respeitar-se...

Carlos Santos (Jornal A Comarca)

segunda-feira, novembro 10, 2008

Ricardo Silva e Hélder Vaz selam vitória

Pedroguense 3-Pelariga 1

Campo de São Mateus, em Pedrógão Grande
Árbitro: Márcio Ferreira (AF.Leiria)

Pedroguense: Samuel; Rafael, Toni, Luís António, Fábio; Tátá (“Cap.”) (Edson, 89’), Madeiras (Chinoca, 62’), Dani; João Raposo (Marco Ferreira, 74’), Ricardo Silva e Hélder Vaz.
Treinador: João Almeida

Pelariga: Pedro; Mico (Cenoura, 74’), Fábio, Bruno Ferreira, Mikael; Leandro, Denis, André Junqueira; André, Jomi (“Cap.”) e Fifas.
Treinador: Paulo Jerónimo

Marcadores: Ricardo Silva (25’ e 33’), André Junqueira (45’) e Hélder Vaz (73’)

À partida para este jogo defrontavam-se o líder (Pelariga) e o quinto classificado (Pedroguense). Cedo se percebeu que tal só poderia ser “capricho” de início de época, tal foi a superioridade evidenciada pelo Recreio Pedroguense.O 1-0 apenas surgiu aos 25 minutos mas, até lá, a equipa da casa poderia ter inaugurado o marcador por várias vezes: aos 8’, foi Hélder Vaz que, após excelente abertura de Madeiras, trabalhou bem a bola dentro da área adversária e rematou cisgado junto ao poste mais distante; aos 10, 16 e 17’, foi Ricardo Silva que desperdiçou oportunidades soberanas de abrir o marcador.Aos 25’ surge o primeiro golo através do inevitável Ricardo Silva, após passe de primeira de João Raposo que os visitantes reclamaram em fora-de-jogo. O árbitro deixou seguir e, quanto a nós, bem.E foi com a mesma naturalidade que o Pedroguense chegou ao 2-0, quando eram decorridos 33’, de novo por Ricardo Silva que, entretanto, já tinha enviado uma bola à barra, na cobrança de um livre directo.Foi um golo de grande categoria que nasceu num excelente passe de Tátá a rasgar meio-campo de tal modo que deixou a bola jogável para Ricardo Silva que “apenas” teve que aguardar o melhor momento para, de primeira, fazer um “chapéu” ao guarda-redes Pedro.O Pedroguense sufocava a Pelariga e Samuel não tocava na bola. Mérito, principalmente, para o meio-campo da equipa da casa que montou uma teia tal que não permitia veleidades aos visitantes, ao mesmo tempo que municiava e criava sucessivas oportunidades de golo ao seu ataque.A Pelariga parecia uma equipa vulgaríssima face ao domínio pedroguense. O 1-2 surge aos 45’, após um centro falhado de Denis que deixa o guarda-redes Samuel completamente batido. Um lance caricato, mas que abriu novas perspectivas para a segunda parte.E, assim foi. A Pelariga (re) entrou melhor e foi encostando o Recreio Pedroguense à sua grande área. No entanto, sem criar oportunidades de golo dignas desse nome.Márcio Ferreira, que já na primeira parte tinha demonstrado uma dualidade de critérios que prejudicou a equipa da casa, resolve acentuar – ainda mais – esta sua tendência e começa a admoestar os jogadores da casa com cartões amarelos por tudo e por nada e, em contrapartida, permitindo aos visitantes usar de alguma virilidade excessiva que permitiu, por exemplo, a André Junqueira e Denis chegarem ao fim do jogo quando estes justificaram o “vermelho” directo.E foi perante este cenário que aos 67’ João Almeida teve que “mexer” na equipa. Chinoca que aquecia para entrar para o lugar de João Raposo (em nítida perda de rendimento), teve que entrar para o lugar do seu irmão Madeiras que estava a ser um dos elementos em destaque no meio-campo pedroguense, mas que, entretanto, vira um “amarelo”. Aos 65’, surge um dos “casos do jogo”. André Junqueira agride Chinoca (sem bola), o Árbitro Auxiliar do lado da Bancada apercebe-se e (bem) não baixa a bandeirola até que o árbitro não interrompeu o jogo. Explicada a situação ao árbitro, perante o espanto generalizado e a impotência do Auxiliar, Márcio Ferreira manda prosseguir o jogo sem qualquer sanção disciplinar ao jogador da Redinha.O jogo perdia qualidade e só graças a uma jogada em que ficou bem patente a classe de Ricardo Silva e Hélder Vaz (este em visível crescendo de forma, fez o melhor jogo que lhe vimos no Pedroguense), com estes dois a tabelarem e o último a fazer o 3-1, um golo de belo efeito.Logo de seguida, João Raposo sai, Marco Ferreira entra para o eixo da defesa pedroguense, Toni sobe para trinco. A equipa da casa recupera o comando do jogo e as oportunidades de golo voltam a aparecer, com Ricardo Silva a revelar-se muito perdulário. Já em período de descontos, Samuel é chamado a intervir por duas vezes, numa das quais a negar o golo a Fifas que surgia isolado.Entretanto, mais um “caso do jogo”: Denis, completamente de cabeça perdida, pontapeia Ricardo Silva, mesmo nas “barbas do árbitro” com este, para espanto de todos (até de Denis) a mostrar apenas o “amarelo”.No final, vitória justa do Pedroguense, por números que se aceitam, principalmente pela reacção esboçada pela Pelariga na segunda parte a mostrar que é uma equipa que sabe jogar bom futebol e servida por bons executantes. O “azar” foi que do outro lado morou uma equipa que teve um meio-campo em tarde de grande inspiração – principalmente na primeira parte.No Pedroguense, destaque para o colectivo, principalmente, o meio-campo. Na Pelariga, Bruno Ferreira foi o jogador que mais se destacou.Quanto ao árbitro, foi mau demais, principalmente no capítulo disciplinar, para além de ter ignorado e desautorizado os seus auxiliares em mais que uma situação.

Carlos Santos (Jornal A Comarca)

terça-feira, outubro 21, 2008

Ventos do sul ajudam vitória do Bombarralense

Estádio Afonso Lacerda, em Figueiró dos Vinhos
Árbitro: Sandro Soares (AF.Leiria)

FIG. VINHOS: João Pedro; Palheira, Zé Napoleão, Renato e Marco (Tó Alves, 70’); Beto, Matine (Bruno Rosa, 62’) e Rafael; Russo (Paulo Nunes, 62’), Futre e Silveiro.
Suplentes não utilizados: Mikael, Bruno Almeida, Joel e Tendinha.
Treinador: Fernando Silva

BOMBARRALENSE: Luís Paulo; Fifi, E. Garcia, P. Rossas e Bessa; Serginho, Bruno (Morgadinho, 59’) e David; Ivonilson (Vitorino, 64’), Anderson e Palatino (Valtinha, 81’).
Suplentes não utilizados: Rodrigo; Mimoso e Tiago Viveiros.
Treinador: Rui Almeida.

Golos: Ivonilson (0-1, aos 3’); Rossas (p.b. 1-1, aos 15’); Anderson (1-2, aos 56’) e Fifi (1-3, aos 68’)

A equipa da casa “entrou a perder”. Ainda não era cumprido o terceiro minuto de jogo e já Ivonilson colocava o Bombarralense em vantagem, fruto de uma desconcentração da defensiva de Figueiró dos Vinhos que deixou o avançado visitante completamente solto na área.A resposta figueiroense surgiu logo ao minuto 5 através de um remate de Futre junto ao poste, na cobrança de um livre frontal à baliza de Luís Paulo.Mesmo sem jogar bem, os figueiroenses cada vez que se acercavam da área forasteira criavam perigo, embora muito por demérito defensivo. Foi numa dessas situações que Rossas introduziu a bola na própria baliza, após centro de Rafael para o coração da área.Até ao fim da primeira parte o jogo desenrolou-se a meio campo, sem garra nem imaginação. O empate ao intervalo ajustava-se.Na segunda parte, o Bombarralense voltou a entrar melhor, com o seu meio campo mais operário e com o pequeno Serginho a impor-se como melhor jogador em campo. E foi dos pés deste jogador que, aos 56 minutos, saiu o segundo golo forasteiro. Livre da direita cobrado com “conta, peso e medida” para a cabeça de Anderson que se limitou a empurrar para o fundo das malhas da baliza do desamparado João Pedro. Golo que, diga-se, é ferido de legitimidade já que resulta de um livre que só o árbitro viu (o seu assistente mesmo ao pé nada assinalou - e bem), ainda por cima fruto de um lançamento que pertenceria à equipa da casa (conforme o assistente bem colocado assinalou - e bem - mas contrariado pelo árbitro que seguia o lance à distância).Nesta altura o Bombarralense mandava a meio-campo, estranhando-se a (im)passividade de Fernando Silva em reforçar aquele sector, o que viria a fazer embora, quanto a nós, tardiamente.Aos 61’, mais uma situação duvidosa. No estádio pede-se penalti sobre Silveiro, mas Sandro Soares nada assinala. Aqui, até compreendemos a decisão, porque o árbitro estava - estranhamente, porque a jogada desenvolveu-se naturalmente - a meio campo, muito longe do lance que decorria na área visitante.À passagem dos 62’, Fernando Silva faz duas substituições, com as quais opera uma revolução na equipa que se completa 10 minutos depois com a entrada de Tó Alves. Beto e Bruno Rosa passam a ser os laterais direito e esquerdo, respectivamente; Palheira encosta-se ao ponta-de-lança, Rafael ganha mais mobilidade e Tó Alves encarrega-se de arrumar a casa a meio campo. A partir daqui, assistimos ao melhor período da equipa da casa que, entretanto, já tinha sofrido o 1-3 - por Fifi, novamente de bola parada numa execução superior de Serginho.Aos 80’, Futre faz a bola raspar o poste; aos 82’, o mesmo Futre permite a defesa a Luís Paulo, depois de uma excelente jogada de Palheira; aos 84’ Beto envia a bola às malhas laterais e, finalmente, aos 87’, é Palheira que, de cabeça, envia a bola junto à barra.Pelo meio, aos 75’, grande penalidade que fica por marcar. Serginho tira a bola com a mão a Futre, em plena grande área. Aqui, o lance é claro e para nós não ficaram dúvidas, pois foi mesmo de frente para nós.No final, vitória que se aceita, mas por números exagerados.Na Desportiva, Palheira foi o melhor. No Bombarralense, Serginho foi o melhor da equipa e o melhor em campo.Quanto ao árbitro, fez desde muito cedo uma arbitragem demasiado “sulista”. Já os auxiliares, estiveram bem... e desautorizados pelo chefe de equipa!

Carlos Santos (Jornal A Comarca)

domingo, junho 08, 2008

Rui Almeida é o novo treinador do Bombarralense

Rui Almeida, que comandou a equipa júnior do Bombarralense na última época, vai comandar a equipa principal da formação do Bombarral na época 2008/2009. Esta foi a solução encontrada pela direcção do clube do oeste do distrito, para colmatar a saída de Gila. Já existe uma saída confirmada, é a do guarda-redes Fábio para o Gaeirense, enquanto para breve deve estar a saída de André Jesus, dado os vários convites que possui.

Carlos Santos (O Derbie)

quinta-feira, maio 08, 2008

Fig.Vinhos vence e convence

Estádio Dr. Afonso Lacerda - Figueiró dos Vinhos
Árbitro: Luciano Gonçalves. Árbitros
Auxiliares: Diogo Silva e Luis Calado (AF. Leiria)

DESPORTIVA DE FIG. DOS VINHOS:Eduardo; Bruno (Toni, 86’), Renato, Zé Napoleão “Cap”, Catrau; Tó Alves, Rafael (João Pais, 90’), Tendinha, Futre, Ferraz e Camisas (Russo, 83’).
Treinador: João Almeida

VIDREIROS: Maké; Valdo, João Domingues (João Luís, 70’), Marrazes, Daniel, Dilson, Tiago (Edgar, 36’), Vitinha, João Paulo, Fábio e Ruben.
Treinador: Vitor Gato

Inesperadamente, dados os desenvolvimentos das últimas jornadas, a equipa figueiroense entrou para este penúltimo jogo “obrigado” a vencer. Os pupilos de João Almeida não se furtaram a esta contingência e a disposição era mesmo essa: vencer!No entanto, foi a equipa forasteira que, ainda não estava completo um minuto de jogo, criava a primeira situação de perigo, com um remate de Vitinho, de fora da área, com a bola a ganhar uma trajectória traiçoeira, obrigando Eduardo a uma excelente intervenção.Os figueiroenses reagiram com um futebol vistoso e objectivo, conseguindo chegar perto da baliza visitante com perigo, miudamente.Foi, por isso, com naturalidade que Ferraz abriu o activo aos 14 minutos. Um golo muito festejado que ilustrou bem o estado de espírito da equipa e do grupo.Os figueiroenses continuaram a mandar no jogo mas, contra a corrente, Vitinho restabelece a igualdade aos 25’. Um grande golo. Depois da ameaça ao abrir do jogo, Vitinho “cumpriu” mesmo, com um remate à entrada da área, bem colocado e sem defesa para Eduardo.Não se impressionaram os figueiroenses que foram atrás do prejuízo e, logo ao minuto 32, Ferraz volta a facturar, desta feita com a “ajuda” do guarda-redes adversário que solta uma bola fácil na pequena área.Ao intervalo a vantagem figueiroense era justa mas escassa, face á sua superioridade.Na segunda parte, a equipa da casa entrou disposta a resolver o jogo, ciente que a diferença mínima poderia ser perigosa, mas esbarrou em várias intervenções excelentes de Maké, disposto a redimir-se do lance infeliz que ditou o segundo golo de Ferraz. Vitinho era quem mais remava contra a superioridade figueiroense e, aos 55’, proporciona excelente intervenção a Eduardo. Foi o canto do cisne forasteiro. A partir daqui, o jogo só teve um sentido: o da baliza dos Vidreiros.Foi com naturalidade que Ferraz ampliou a vantagem aos 67’, dando o melhor seguimento a uma excelente jogada de Camisas.Apenas 2 minutos volvidos, Futre, na transformação de uma grande penalidade cometida sobre o próprio, aumenta a vantagem para 4-1.Aos 71’, Futre fecha a contagem com um golo “em família”. José Napoleão (na foto) faz uma excelente abertura de meio campo isolando o seu irmão Futre que, na cara de Maké, não perdoou.Estava feita a história do jogo, domínio figueiroense, futebol fluente - ainda que a ritmo pausado -, muitas oportunidades e muitos golos. Enfim, vitória justa, por números que se ajustam. Faltava o regresso de João Pais, que aconteceu ao minuto 90. Um regresso que se saúda e muito festejado pelos adeptos.Nos figueiroenses, destaque para Camisas, Ferraz e Futre. Nos visitantes, Vitinha foi o mais inconformado. Marrazes também mostrou classe e Maké, embora falhando no segundo golo e sofrendo cinco, evitou números bem mais expressivos, com intervenções de qualidade.Excelente arbitragem, também facilitada pelos jogadores. Luciano Gonçalves, mesmo em recuperação de lesão e em dificuldade física, mostrou que é dos melhores árbitros do nosso distrital.

Carlos Santos (Jornal ACOMARCA)

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