Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal Região da Nazaré. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal Região da Nazaré. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, dezembro 05, 2013

Seniores : Paulo Brites deixou o comando técnico de “Os Nazarenos”

Depois de vários jogos como treinador da equipa sénior de “Os Nazarenos”, onde em 24 pontos possíveis, só conquistou 3, o treinador Paulo Brites apresentou a sua demissão. O Região da Nazaré publica um excerto daquilo que o ex-mister nazareno considera que falhou na sua passagem pelo clube nazareno.
.
 "Pedi a demissão, não por sentir que a equipa não dava mais, mas por razões de principio que tenho na vida, senti que quem estava a meu lado e não estou a referir-me a jogadores, não tive o apoio que eu achava que merecia, sabiam das razões deste começo de campeonato e que a equipa tinha tudo para crescer pois só com o decorrer dos jogos, e com os lesionados a regressarem aos treinos mentalmente a equipa cresceria. Refiro-me a quem estava a meu lado que não teve estofo para analisar o que se avizinhava e parece que á sétima jornada para alguns a equipa já estava condenada a descer, nada disso. Quando se tem 22 jogadores num plantel e só os consegue juntar para treinar a uma semana de começar o campeonato e devido a vários factores: trabalho sazonal de alguns, futebol de praia de outros, férias pelo meio, que os mesmos tiveram. Já tínhamos começado a pré época mas sabíamos de antemão que iria ser complicado, tenho consciência disso, eu falava com o meu adjunto onde lhe dizia, “esta equipa só pode crescer com o tempo nos jogos,” não havia outra solução. Chegámos a ir fazer jogos de pré época só com 5 jogadores que faziam parte dos 22, o resto eram atletas á experiência e alguns que pediam para treinar, outros juniores. Tive o azar de se lesionarem jogadores importantes dentro do esquema que idealizei e que transmitiriam toda a mística e garra do clube nos jogos. Quando ia para um treino com um plano bem definido do que queria, apareciam 7/8 jogadores para treinar, não foi fácil, quando quis trabalhar sectores e por exemplo no defensivo tive por vezes 2 defesas, só se juntando quase toda a defesa nas sextas- feiras que era quando estavam todos disponíveis. Quando se trabalhava por exemplo em algumas semanas 70% dos treinos, tinham como objectivo a finalização onde em 7 jogos que estive no comando da equipa os jogadores fizeram 67 remates às balizas adversárias e apenas 5 golos marcados está tudo dito. Quando sai do clube só existia um ponta de lança, outro estava lesionado contra isso nada a fazer, e existia outro que foi castigado injustamente no qual apanhou 4 jogos podendo-se recorrer à AFL que reveria o caso e baixava para dois jogos. A direcção do clube deixou andar não se mexeu em nada. Quem foi o comandante do barco fui eu e assumo a responsabilidade total, mas assim não há milagres e por vezes os treinadores são julgados por aquela coisa redonda não passar o risco de baliza e mesmo jogando mal interessa é ganhar. Eu não me revejo nesse tipo de futebol, a grande satisfação que me dá é saber que pratiquei um futebol muito agradável de se ver manifestado por pessoas entendidas e não pelo gajo que pede para entrar a borla para ir ver o jogo e chamar nomes ao árbitro, mas ate esses ficaram agradados com os jogos que a equipa fez, onde falhámos foi não termos metido golos em tantas oportunidades que tivemos e ponto final. Queria deixar um apreço a alguns jogadores que tudo fizeram para as coisas mudassem dentro de todas estas nuances que falei. Sai de consciência tranquila e não belisca em nada o que já fiz ate aqui, e digo mesmo, sai para não haver alguma razia no plantel pois essa era a vontade de quem estava a meu lado mas ai era pior se já não existem jogadores em número suficiente para treinar iria ser pior. Falei com dois treinadores amigos que estão nesta mesma divisão e estão nos primeiros lugares onde tecem rasgados elogios ao meu trabalho e como a equipa praticava um bom futebol, um ate me disse para voltar com a palavra atrás, mas não abdico nem me submeto a ninguém foi assim e será assim que tive e terei sucesso. Fiquei com uma mágoa enorme não poder ajudar a crescer alguns jogadores mas não abdico dos meus princípios para se poder trabalhar temos que remar todos para o mesmo lado, e sentir que existem outras coisas não sei trabalhar assim. Desejo toda a sorte do mundo ao plantel e ao meu amado clube GDN"

Região da Nazaré

segunda-feira, junho 25, 2012

“O mérito desta temporada é totalmente dos jogadores”

Quem o diz é o mister nazareno, excelente registo no recente campeonato da divisão de honra, acedeu falar ao nosso jornal sobre aquilo que considera ter sido um feito tremendo do clube na competição.



Região da Nazaré - Que balanço faz da temporada da sua equipa nesta temporada?
Wilson Estrela – Faço um balanço extremamente positivo, fizemos uma época extremamente excepcional, ninguém nos seus melhores sonhos poderia pensar ter um registo tão bom, uma performance tão boa como esta equipa teve, e tudo devido ao espirito e ao empenho e á dedicação e ambição dos jogadores, nunca é mais de ressalvar, isto só foi conseguido com total mérito dos atletas, o que só enche de orgulho as pessoas que estiveram á frente da equipa nesta temporada.
.
R.N – Em relação ao plantel, e pelo facto de este não ser tão vasto, qual o segredo para uma coesão defensiva eficaz por parte do seu grupo de trabalho?
W.E - Todos os treinadores de que tive o prazer de ser treinado e posso mencionar, quatro deles: Bernardino Pedroto, Vítor Oliveira, Marinho Peres, e Manuel José, o cunho que eles davam às suas equipas era primeiro, perceber o plantel que tinham na mão, e que tipo de estratégias e de táctica poderiam implementar nos jogadores às suas ordens. Sempre ouvi dizer que uma equipa constrói-se de trás para a frente, no primeiro ano em que estive cá e vi o plantel que tinha, estava com outras ideias, não vou mentir era minha intenção pôr a equipa a jogar um futebol muito mais ofensivo, mas vi que em termos defensivos poderia passado algum tempo ser a chave do sucesso desta equipa de “Os Nazarenos”, senti que tinha muita qualidade do meio campo para trás, não que para o sector avançado não existisse qualidade mas esta era claramente mais escassa, e isso ficou provado neste ano em que no plano ofensivo tive poucas soluções. Este foi um dos pontos no meu regresso ao clube que tentei rectificar, se repararem no início desta temporada tínhamos sete jogadores em termos ofensivos e acabamos a época com apenas um.
Tivemos que recorrer a três juniores, não é fácil, pois no futebol a vida dá muitas voltas, e não havia tanta experiência no plantel, como havia de juventude. Ao falar de experiência podemos falar de cinco, no máximo seis jogadores que tínhamos e que acabaram a temporada connosco. E por falar em juventude gostaria de salientar que superaram todas as expectativas de quem ia ver jogar o GDN uma vez por mês ou nem tanto, mas para quem trabalhava com eles diariamente, a mim não me surpreendeu o empenho e dedicação que eles demonstravam no treino, transportavam para o jogo o espírito de grupo, num balneário que foi construído com respeito mutuo pelo colega, o ficar satisfeito apesar de estar de fora, sabendo eles que eu nunca os enganei, das limitações que tinham, mas também estando ao corrente das suas qualidades, e isso foi um factor que explorei ao máximo fazendo com que eles por vezes superassem as suas próprias expectativas. Penso que tudo o que falei atrás foi sem dúvida a chave do sucesso desta temporada.
.
R.N - A aposta na formação é no seu entender a aposta certa! Não tem receio de chamar qualquer jogador da equipa júnior?
W.E - Ai a honra seja feita, quando peguei na equipa, quem fez o plantel e ai o mérito tem de ser dado á direcção e ao presidente. Não vou ser hipócrita ao dizer que os conhecia a todos (jogadores), porque estaria a mentir, quem estava dentro desta realidade era o Wagner, foi e é uma peça muito importante neste ponto, pois conhecia-os todos, já que esteve mais ligado à Nazaré do que eu durante muitos anos, e conhecia todos os futebolistas que a direcção estava a tentar disponibilizar. Lembro- me de nos primeiros dias que estive no clube pela primeira vez, dizer ao Wagner, “mas onde é que nós nos vamos meter”, em jeito de brincadeira (risos), e ele respondeu, “tem calma que os miúdos têm qualidade, isto é o inicio, nós vamos conseguir passar a mensagem que queremos”. E como tal fomos dando um cunho pessoal a esta equipa, penso que este grupo de trabalho hoje em dia, e não são só os adeptos do GDN que o dizem, também os treinadores das equipas adversárias, muitas pessoas ligadas ao futebol, dizem que a equipa tem um cunho pessoal, preferem ver só a parte defensiva, porem, eu não estou de acordo, eu vejo a equipa como um todo, e doa a quem doer “Os Nazarenos” não viviam só em termos defensivos, sabia até onde poderíamos ir, quando os jogadores pensavam que já tinham dado tudo, ou que já estava tudo feito, era quando eu exigia mais deles, era importante eles perceberem que viver de uma base sólida era meio caminho andado para o sucesso. Os meus jogadores sabiam que se estivéssemos a ganhar (1-0), esse resultado era o que interessava, valia três pontos, estávamos ali para vencer não estávamos em campo para bater recordes, não estávamos lá para sermos a melhor equipa para marcar muitos mais golos, porque sabíamos as limitações que tínhamos do meio campo para a frente. Seguramente quem estiver mais atento ao futebol, ou quem gostar de estatísticas e não gostar só de falar mal porque “Os Nazarenos” só defendiam quando estava em vantagem no marcador, se pegar na tabela classificativa, é de ver que o Guiense que ficou atrás de nós, marcou 80 golos tendo sido o melhor ataque o que não lhe valeu de nada, teve os melhores marcadores da competição (divisão honra) não lhes valeu rigorosamente de nada, enquanto nós com a nossa performance fizemos mais golos que a temporada transacta, tivemos um bom registo a nível defensivo, temos vindo a melhorar no global, a equipa vai ganhando maturidade, confiança e era importante não esquecer, que as pessoas que nos criticam por sermos defensivos que no ultimo jogo do campeonato, jogamos com 9 juniores. Entre eles, um guarda-redes, dois laterais, um trinco, dois avançados e ainda colocámos três ex. – juniores a jogar, portanto as pessoas deveriam ser mais comedidas nos comentários que fazem, e enaltecer a aposta que foi feita pela direcção, mais pelo presidente. O mérito desta temporada vai inteiramente para os jogadores, não encontro adjectivos para agradecer e enaltecer todo o trabalho realizado por eles, foram apenas fantásticos.
.
R.N - Em relação ao futuro imediato do Wilson, passa por ficar como treinador do GDN, que existe de concreto?
W.E- O presidente do clube, Carlos Delgado, já disse no final desta época a outro órgão de comunicação social, que nas próximas semanas, iríamos conversar e tínhamos tempo para falar acerca disso. A minha conversa desde o primeiro dia que tive com o presidente, quando aceitei vir para o GDN, tanto eu como ele, sempre assumimos que eu poderia ficar um mês, como meses como anos, isso não é importante, importante é “Os Nazarenos”, e se o clube se sentir satisfeito comigo e achar que me pode dar condições para eu puder continuar, ai eu ficarei, encantado da vida puder continuar, se eu achar que não é aquilo que procuro e ambiciono, não haverá problemas acerca disso, pois a amizade e o respeito vai continuar a existir porque foi esta direcção que me deu oportunidade de treinar e por isso eu vou ser eternamente grato.
.
R.N - Num resumo, como viu o seu regresso ao clube, depois de ter saído do mesmo no decorrer da época transacta, e que gostaria de dizer aos seus mais directos colaboradores?
W.E -Sei que quando retornei ao clube, nem todos os sectores da massa associativa estariam todos de acordo que eu regressasse, mas todos eles acabaram por se render, por verem o excelente trabalho realizado por todos (jogadores) nesta temporada incluindo os meus colaboradores mais directos. João Brimbote (treinador de guarda-redes) e o Wagner (treinador adjunto/ preparador físico), gostaria neste aspecto de realçar e enaltecer o excelente contributo e fazer uma vénia ao Wagner, ele foi e é uma pedra angular em termos de balneário, como de transição no elo com os jogadores, tanto a mostrar-me a realidade do futebol distrital, pois eu vinha de uma realidade totalmente diferente, soube como prepararmos o grupo de trabalho, tanto a nível físico, como na postura dentro do campo, a equipa sabia o que estava a fazer lá dentro, e para mim o Wagner foi fundamental para o sucesso desta temporada, um agradecimento especial para ele.

Joaquim José Paparrola - Região da Nazaré

SU Alfeizerense inaugurou o seu campo sintético

O Sport União Alfeizerense (SUA), inaugurou no passado dia 16 de Junho o piso sintético do seu campo de jogos que rondou os 170 mil euros.
.
Esteve evento contou com a presença de várias entidades, entre as quais o presidente da autarquia Alcobacense, Paulo Inácio. Com uma tarde desportiva de muito sol, ficou patente as excelentes condições do novo espaço do SUA. O presidente do clube, Aureliano Alexandre disse à nossa reportagem “ É o dia mais feliz da minha vida, temos agora condições para continuar com o futebol de formação, e para toda a direcção do SUA é o realizar de um sonho que já tinha muito tempo. Foi muito difícil para nós esta temporada, pelo facto de não termos o sintético, que começou com as obras quando começámos a época, e tudo isso nos atrasou já que tivemos de jogar todos os jogos fora de casa, e isso custou-nos muito dinheiro, tivemos de alterar muita coisa, onde fomos também multados várias vezes pela AF Leiria.” De seguida Aureliano salientou” Para a nova temporada vamos regressar com a equipa sénior, sem encargos para o clube, vai ficar tudo a cargo deles, despesas e tudo o resto. O SUA como todos sabemos tem problemas de dinheiro, o que podemos ajudar é oferecer e lavar os equipamentos.” Em conclusão o presidente Alfeizerense faz questão de referir que este “ Investimento é da câmara municipal de Alcobaça, mas nós também ajudámos com muita mão-de-obra, de amigos e do comércio de Alfeizerão, uns mais outros menos mas assim se conseguiu esta obra. Quero agradecer a todos aqueles que tornaram possível termos o nosso sintético, uma palavra também para a junta de freguesia que ajudou muito neste sentido. Por sua vez o presidente da autarquia, Paulo Inácio disse ao REGIÃO DA NAZARÉ” Inaugurámos hoje um sintético que vai servir toda a região, estamos a falar num espaço municipal, acho que é um dia feliz para esta região do concelho, nomeadamente para servir as freguesias de Alfeizerão, São Martinho do Porto e Cela. Este era um desejo do SUA, e da sua freguesia à muito tempo e que conseguimos agora realizar.

Jornal Região da Nazaré

terça-feira, junho 12, 2012

Entrevista a Paulo Brites (AC Marinhense)

Região da Nazaré – Depois de ter conseguido a subida de divisão aos nacionais dos juvenis do Marinhense como treinador, conseguiu posteriormente vencer a taça distrito, fazendo assim a dobradinha, que balanço faz desta temporada de grande nível da sua equipa?
Paulo Brites- Não posso estar mais feliz com a excelente época que realizei eu e todo o grupo de trabalho. É um grupo que estamos juntos a três anos e culminou com a conquista máxima a este nível juvenil taça e campeonato, consegui moldar os jogadores a minha maneira de jogar, e estes foram trabalhados para quando fossem chamados pudessem responder positivamente e assim foi. Tinha 21 jogadores todos motivados e com muito sacrifício obtivemos este êxito, digo sacrifício porque saíram dois jogadores importantes no esquema da equipa, um para o Leiria outro para a Académica. Comecei a época com algumas experiências recebi três jogadores que pouca utilização tinham nos clubes anteriores e que vieram a  revelar-se como muito importantes no sistema que queria para a época. Comecei a treinar na Moita devido ao campo da Portela só receber o sintético em Janeiro, tive 2 derrotas nos dois primeiros jogos por motivos diferentes. A partir dai nunca mais perdi até final de época, foram 20 vitorias seguidas mais 5 jogos da taça até á final, ao todo fizemos 106 golos na época, uma média de quatro golos marcados por jogo penso que além dos troféus conquistados foi também as boas exibições que a equipa realizava em qualquer campo. Muita gente me abordava a dar os parabéns pela forma como actuava-mos. Quem me conhece sabe que não sou um treinador defensivo, talvez influencia de como eu era como jogador sempre no pensamento a baliza adversária. O meu maior gozo foi lutar contra quem á 2ª jornada já não acreditava na minha equipa ou seja aproveitei isso para estimular e motivar a equipa fechei o grupo e demos as mãos os jogadores director e meu adjunto e foi uma chapada sem mão a muita gente.
.
R.N – O facto de ter jogadores naturais da Nazaré na sua equipa ajudou de alguma forma no desenrolar da época, e se estes são compatíveis com aquilo que pretendeu incutir no seu grupo de trabalho?

P.B- Claro sem sombra de duvidas. A ajuda foi enorme. O Riky e o Sílvio foram jogadores importantíssimos para o que eu pretendia assim como todo o plantel. Eles já tinham sido meus jogadores nos sub 12 e sub 13 do GD "Os Nazarenos" e tínhamos já algumas conquistas juntos mas foram situações diferentes. O Riky já era jogador do AC Marinhense, mas juvenil de primeiro ano e devido a sua qualidade eu puxei-o para os “A” . Já o Sílvio apareceu na Marinha e pediu para treinar mais outro colega da Nazaré que acabou por não aparecer no treino seguinte e achei que poderia ser uma mais-valia para o plantel, assim como veio a revelar-se positivamente. Pelo facto de serem da Nazaré foram tratados de maneira diferente para mim o jogador tem que me provar nos treinos que merece jogar no próximo jogo com entrega com atitude com garra e responsabilidade no que esta a fazer e nisso eles foram excelentes. O jogador nazareno tem essa característica,  pena é que a mentalidade do jogador se fixe só num objectivo e não procure outros. Mas não foram só eles,  tive  21 jogadores com uma alma enorme, e todo o mérito vai para os jogadores eles mereceram estas conquistas .
.
R.N- Pensa continuar a treinar este grupo que subiu de divisão, ou tem outros projectos para a nova temporada, se sim quais são?

P.B- Não vou treinar este grupo nem vou treinar no AC Marinhense este ano pelo menos. Tive o convite da parte da direcção para ir treinar os juvenis para o campeonato nacional, iria dedicar-me de corpo e alma ao grupo e iria fazer uma boa campanha porque têm uma boa equipa e com reforços que se pudessem ir buscar. Mas foi um fechar de um ciclo de três anos,  agora vão ter outro treinador outros métodos faz-lhes bem , eu para o ano com esta equipa seria um sério candidato á subida novamente, disso não tenho duvidas estes jogadores estão preparados para mais conquistas e sempre lutar pela vitória não se refugiando no que vai acontecer é uma equipa de ataque mesmo que algum jogador influente saia . Quanto a outros projectos por enquanto não vou falar em nada,  até pode ser que fique sem treinar e agarrar-me a minha profissão com mais afinco. O bichinho do futebol está sempre presente e não vou estar muito tempo sem treinar desde que me queiram, claro.
.
R.N- Até onde quer ir o treinador Paulo Brites no futebol, prefere continuar na formação de jovens jogadores, ou pensa vir a treinar escalões seniores?

P.B- Não foi por esta época que eu vou ser diferente, claro que me dá mais visibilidade mas não estou agarrado a isso. Sei a minha vida,  tive a uns anos convite para ir com um treinador para a Arábia Saudita, porém devido ao trabalho não aceitei, mas agora o pensamento é outro, mas não estou obcecado em ser um treinador de topo, penso como em tudo na minha vida, o que tenho tem sido conquistado e é á minha custa com muita dedicação sem favores de ninguém, é assim que tenho educado os meus dois filhos, e são um exemplo de humildade e se assim não for não se conquista nada, a vaidade e a arrogância não leva a lado nenhum. Tenho um desejo que espero concretizar, ser treinador do meu filho, Marco, daqui a 3/ 4 anos podendo assim ser um orgulho ter treinado os meus dois filhos. Quanto a treinar seniores,  penso que estou preparado, nunca treinei seniores mas devido á minha experiencia de jogador profissional durante 15 anos e conhecimentos que vou adquirindo um dia pode surgir,  mas vai ser uma coisa natural não vou andar obcecado por isso quando acontecer um convite estou cá para analisar e ver se é um bom projecto. A todas as pessoas que têm carinho por mim e a todos os que foram meus jogadores e um dia poderão ser outra vez, um muito obrigado por me ajudarem a crescer como treinador. Grande abraço a todos.

Joaquim José Paparrola - Região da Nazaré

sexta-feira, março 25, 2011

Nazarenos venceu Beneditense

Estádio Municipal da Nazaré
Árbitro: Luís Dionisio (AF Leiria)

GD “Os Nazarenos: Edy, Bruno Vidinha, Hilário, Álvaro, Élio Agostinho, Morgado, Carapau, Mesquita, Joãozinho, Henrique Piló e Tiago Domingos.
Jogaram: Duarte Vivo, Vieira e Cristiano.
Treinador: Fernando Soares
.
Beneditense: Diogo Soares, Gonçalo Melo, Alex, Rodrigo, Danny, Batuto, Samuel Matias, Dimas, Nélson, Pimenta e Gonzaga.
Jogararam: Rogério, Calado e Miguel Serrazina
Treinador: Mauro Pulquério
.
Disciplina/Amarelo: Élio (20’), Álvaro (24’), Edy (80’), Carapau (90+4), Bruno Vidinha (90+5), Cristiano (90+9) e Duarte Vivo (54’); Gonçalo Melo (42’), Gonzaga (44’) e Alex (59’)
Marcadores: 1-0 Tiago Domingos (6’); 1-1 Rodrigo (22’); 2-1 Alex (p.b.) (70’)
.
Em jogo a contar para a 22ª jornada da Divisão de Honra da Associação Futebol de Leiria, o GD “Os Nazarenos” recebeu e venceu no “seu” Municipal da Nazaré a equipa do Beneditense. Começou bem a equipa nazarena, tendo marcado logo à passagem do minuto 5, confusão na área Beneditense e Tiago Domingos com um bom remate à entrada de área a fazer o primeiro golo da partida. Ao minuto 20, foi a vez de Edi brilhar na baliza nazarena, fazendo uma grande defesa a um livre batido pelo lateral esquerdo Beneditense Danny. No minuto seguinte na cobrança de um canto batido pelo homem das bolas paradas (Danny), a equipa do Beneditense chegou ao golo empate. Canto batido no lado esquerdo, a defesa do Nazarenos completamente parada e Samuel Matias sozinho no segundo poste a encostar para o fundo da baliza. No segundo tempo foi a equipa do Beneditense que se mostrou mais ofensiva, mas quem voltou a marcar foi a equipa do Nazarenos. Assinalava o minuto 70, na sequência de uma jogada desenvolvida pelo lado direito, onde surgiu um cruzamento para o interior da área Beneditense onde apareceu o defesa esquerdo Élio Agostinho a rematar para defesa do guardião e a bola caprichosamente a bater num defesa Beneditense e a entrar no fundo da baliza. Estava assim feito o golo que daria a vitória à equipa do Nazarenos. Ao minuto 85, Edi voltou a demonstrar qualidades na baliza nazarena, fazendo mais uma grande defesa desta vez a remate do jogador Beneditense Pimenta. Até ao final da partida viu-se uma equipa nazarena a jogar em contra-ataque, devido á subida da equipa Beneditense no terreno de jogo. Resultado justo para a equipa mais eficaz no relvado do Municipal da Nazaré, a equipa do Nazarenos.

Bruno Paparrola (Jornal Região da Nazaré)

quinta-feira, maio 06, 2010

Fair-play é uma treta

NAZARENOS 0
Pistolas, Bruno Vidinha, Rui Hilário (cap.), Álvaro, Mendes, Mesquita, Rodolfo, Tiago Lopes, Nelinho (Nunito, 68'), André (Edy, 88') e Leandro.
Treinador: José Carlos
.
ALCOBAÇA 1
Vítor Maranhão, Serginho, Juvenal, Nuno Sousa, Élio, Fábio Rosado, Gonçalo, Henrique (Marco Alves, 67'), Nuno Coelho, Caracol (Sabry, 74') e Rúben (cap.).
Treinador: Gonçalo Raimundo
.
Amarelos: Rodolfo, Juvenal, Marco Alves e Álvaro
.
Vermelhos: Pistolas, Diogo Vieira (banco de suplentes) e dirigente do Ginásio
.
Os adeptos que assistiram no passado domingo ao “derby” entre Nazarenos e Ginásio de Alcobaça (0-1) tão depressa não se esquecerão dos nomes de Hugo Pires e Marco Alves. O primeiro é árbitro e o segundo avançado do Alcobaça. Ambos ficam ligados de forma negativa ao jogo que contou para a jornada 26 Divisão de Honra.
E não será demais começar pelo minuto 85. Mas relembrar antes que o “Fair-play” significa muito mais do que o simples respeitar das regras. Cobre as noções de amizade, de respeito pelo outro, e de espírito desportivo, um modo de pensar, e não simplesmente um comportamento.
Posto isto, o jogo até àquele momento decorria dentro das normalidades, com rivalidade sadia, embora nem sempre bem jogado, até que… chegou o lance que ficará na memória de muitos adeptos que se deslocaram ao Estádio Municipal da Nazaré: Bruno Vidinha ao ver o colega do sector defensivo Rui Hilário lesionado mete a bola fora e, o guarda-redes Pistolas prontamente vai ajudar o central, que está deitado junto à linha lateral. Inacreditavelmente, o árbitro mandou prosseguir o lance. Primeiro erro. O jogador do Ginásio mete a bola em jogo para Marco Alves e quando todos esperavam que este devolvesse a bola, o antigo jogador do Nazarenos devolveu-a… para dentro da baliza. Acto contínuo, gerou-se uma enorme confusão entre os jogadores das duas equipas, que resultaram nas expulsões de Pistolas e Diogo Aveiro. O caldo entornou até nas bancadas, fazendo relembrar “derby’s” de outros tempos.
“O Fair-play é uma treta” disse um dia Jorge Jesus, treinador do Benfica. O certo é que a treta desta vez foi bem feia. E embora o Ginásio de Alcobaça tenha ganho (0-1), será que soube a vitória? Só eles podem responder. Relativamente ao jogo? Nada a acrescentar.
Contactado pelo REGIÃO DE CISTER, Marco Alves não quis prestar declarações.
 
Décio Vigia (Região de Cister)

quinta-feira, agosto 20, 2009

"Jogar no pelado já não motiva ninguém"

Região da Nazaré - Que balanço faz da sua equipa em relação à época que terminou ?
Paulo Ganau - Olhando para a classificação não foi positivo, mas quem esteve por dentro sabe os factores que levaram a essa má classificação. Começamos a época com duas derrotas, mas na 10ªjornada éramos 3º e depois foram azares atrás de azares com lesões que nos privaram de jogadores importantes até ao fim da época e chegamos a ter jogos com 12 disponíveis e isso fez se ressentir na equipa. Mas valor existia tanto que vencemos o 1º e 3º classificados antes de surgirem tantos azares.
.
R.N- A Biblioteca tem condições para voltar à divisão de honra?
P.G- A única condição que nos falta é um campo digno para disputar essa divisão. Não é fácil cativar jogadores para praticar futebol no campo do Valado, é desmotivante treinar neste pelado. Para quem não sabe em 2005 quando subimos à honra foi nos dito que iríamos ter um campo condizente mas estivemos lá três anos e tudo continua na mesma. Quando esse campo existir a Biblioteca tem todas as condições para disputar essa divisão.
.
R.N- Quais os projectos para a nova temporada?
P.G- Sim. Se não tivermos os azares da época findada e com alguns reforços vamos lutar pelos primeiros lugares e eu vejo isso nos jogadores que cá ficam que querem demonstrar que a época passada foi um percalço e vão demonstrar todo o valor que possuem. As pessoas que trabalham para que haja futebol, merecem esse esforço da nossa parte.

Joaquim José Paparrola (www.regiaodanazare.com)

quarta-feira, agosto 19, 2009

"Espero dar mais alegrias aos sócios do CD Pataiense"

Região da Nazaré - Que balanço faz da sua equipa na temporada que terminou à pouco?
Walter Estrela -sinceramente esperava muito mais e toda a responsabilidade da época é minha. Não nos podemos esquecer que tínhamos uma equipa extremamente jovem e sem muita experiencia nesta divisão e com estas equipas não e fácil...contratamos dois jogadores de qualidade e experiencia (Zeca e Chanoca) e mais meia dúzia de jovens que eram ex. Juniores (Pedro, Alex, Baxana,Tan, Cláudio e Vítor) alem de recuperarmos o Tavares que esteve dois anos sem jogar. Em contrapartida perdemos vários jogadores que davam qualidade e experiencia (Emanuel, Pedro Rosa, Dário, Nélinho,Pedro JJ, Leandro) que eram só todos titulares. Lançámos também alguns jovens dos juniores, em especial o Diogo que fez vários jogos e muito boas exibições. Apesar de todas as razões apontadas podíamos e deveríamos fazer mais e melhor, já que alguns jogadores não estiveram no melhor rendimento ao longo da época. Com tudo isto digo que o cego não é aquele que não vê mas aquele que não quer ver...
.
R.N- Como encontrou o CD Pataiense a nível organizativo, e quais as lacunas do mesmo?
W.E- É claro que estes clubes têm muitas lacunas, mas não foi por isso que a nossa prestação foi menos conseguida, pois nada nos faltou...a nível organizativo temos que trabalhar mais em grupo e não tão isoladamente como no passado. Temos que ser mais fortes em termos de blindagem de balneário não só da parte dos directores mas também da parte dos jogadores. As "pedras" têm que estar melhor arrumadas para não existir qualquer tipo de dúvida em relação a nada. Neste capítulo penso que podemos estar no bom caminho.Uma das maiores lacunas do C.D.Pataiense é o facto de todos os escalões utilizarem o mesmo campo. Faz-se das tripas coração para que tudo bata certo e às vezes é muito difícil.
.
R.N- Quais os projectos para a nova temporada?
W.E-Na próxima temporada vamos tentar, e repito tentar ser mais fortes quer a nível individual quer a nível colectivo. Espero poder dar mais alegrias aos sócios e simpatizantes do Pataias, mas para isso há que ser mais responsável, ambicioso e ter um espírito de sacrifício fora do vulgar para podermos atingir objectivos mais altos e classificações mais agradáveis para todos

Joaquim José Paparrola (www.regiaodanazare.com)

sexta-feira, julho 24, 2009

" Entramos sempre em campo com os olhos postos na vitória"


Gonçalo Raimundo, técnico do GC Alcobaça em entrevista ao REGIÃO DA NAZARÉ

RN - Na sua opinião o que faltou para o Ginásio conseguir a subida de divisão?
GR - Desde o primeiro minuto desta época ninguém da parte do Ginásio Clube de Alcobaça, onde a equipa técnica se inclui assumiu uma candidatura a subir de divisão, por alguns aspectos fundamentais que nos levaram a não assumir mais do que lutar em cada jogo pelos três pontos. Muitos clubes desceram infelizmente para o futebol do distrito, o que tornou a divisão de Honra na mais equilibrada de sempre até ao momento. Variadas equipas com maior estrutura, e poder financeiro, assumiram a candidatura há subida de divisão. Uma transição da época passada no clube onde até á sexta Assembleia do clube não se conseguiu encontrar uma direcção. Desse modo, só muito tarde o clube conseguiu encontrar liderança para a passada temporada. Quando a nova direcção assumiu funções muitos clubes tinham começado a nova época. Pouco tempo para definir as estratégias para a nova época. Alguns atletas do clube e possíveis aquisições estavam comprometidos. Por isso um plantel reduzido e feito em muito pouco tempo. Mas uma palavra de apreço para os atletas e restante estrutura que esperou pelo bom desfecho em relação á estrutura directiva que neste momento dirige o clube. Por estes aspectos penso que o Ginásio Clube de Alcobaça dentro da realidade que neste momento á no clube, fez um grande campeonato, ficando a três pontos do campeão Portomosense que foi um justo vencedor, pois quem mais pontos fazem é sempre quem fica mais a cima. A nossa época começou desse modo muito mal, com resultados negativos e depois só com o empenho, dedicação e valor de todos conseguimos, reverter os resultados de forma a conseguir terminar a época em segundo lugar. Sendo o jogo decisivo em relação às contas do campeonato perto do final em que não fomos felizes perante o Portomosense e de possível liderança ficamos com as contas praticamente arrumadas em relação ao campeonato, onde demonstramos sempre que tínhamos valor para ganhar a qualquer adversário.
.
RN - Como viu a competitividade deste campeonato, foi forte ou fraco?
GR - O campeonato foi muito competitivo, como toda a gente esperava, mas por aquilo que aconteceu, consegue-se analisar que tirando o Portomosense que andou sempre um pouco mais acima e a Ilha que andou sempre mais por baixo, o campeonato foi de um equilíbrio muito grande, muito derivado também de muitas das melhores equipas do futebol distrital se encontrarem na divisão de Honra, uma delas desde logo se destacou, o domínio não foi nota dominante, pois todas as equipas estavam muito bem apetrechadas em termos de plantéis. Tendo muita qualidade nos mesmos, joga-se melhor futebol e de um forma mais equilibrada.
.
R.N- Vai ficar como treinador do Ginásio? Se sim, quais os objectivos para a próxima temporada?
GR - A direcção do Ginásio Clube de Alcobaça convidou a equipa técnica, constituída por mim e pelo Horácio Luís, para renovar contrato, que aceitámos. Os objectivos para a próxima temporada são os de conseguir fazer com que o Ginásio Clube de Alcobaça tenha condições para entrar em todos os jogos com capacidade para ganhar.

Joaquim Paparrola (www.regiaodanazare.com)

domingo, junho 28, 2009

"Falta a grande mística de outros tempos ao clube"

Região da Nazaré - Qual a sua opinião sobre a temporada realizada pelo “Os Nazarenos”?
José Carlos - O balanço a nível desportivo não é positivo, e não é, porque nós entendemos que estavam reunidas todas as condições para que pudéssemos fazer melhor. Claro está que isto vem no contexto do que o clube (equipa) fez no ano anterior, os jogadores estavam conscientes nalguma expectativa que teriam de igualar ou fazer melhor que a época transacta e isso foi fatal. Podem-me dizer tudo e mais alguma coisa, não me digam é que nessa temporada “Os Nazarenos” ganharam algo, o clube ficou em segundo lugar mas nada ganhou, esta é a grande realidade. Quando entrámos para este campeonato com objectivos exclusivamente traçados por mim, quando dizem que “Os Nazarenos”, podiam ter feito uma temporada melhor que a passada, perfeitamente de acordo com todas essas opiniões, mas em relação a uma possível subida de divisão que fique bem esclarecido que a direcção do GDN nada me exigiu a não ser empenho e trabalho que são os meus principais ingredientes, e foi nitidamente por esses factores que tentámos levar a cabo um trabalho sério. È óbvio que não tendo corrido da forma que mais desejávamos e dentro daquilo que nós perspectivávamos e dentro de muitos problemas que nós tivemos ao longo do ano, no meu ponto de vista não foi um trabalho tão negativo assim. As pessoas têm todo o direito de dizer que “Os Nazarenos” derivado ao historial e estatuto que possuem, poderiam de uma certa forma querer fazer mais, mas nunca coisa estou certo, em cem por cento á noventa e tal pessoas estão perfeitamente de acordo com aquilo que vou dizer, “Os Nazarenos” não têm a mística que tiveram noutros tempos. E foi essa mesma mística que tentei introduzir logo no inicio, mas que não foi recebida de imediato pelo plantel. Quero salientar também que este campeonato foi o mais competitivo dos últimos anos, senão vejamos: o Pataiense onde eu estive até a quatro jornadas do fim na época transacta ficou em 4º lugar, nesta temporada ainda mais reforçado lutou para não descer de divisão. O Guiense que tinha sido 3º classificado lutou também para não descer nesta época .
.
R.N -Sendo um treinador de fora, como sentiu a mentalidade nazarena e o seu balneário?
J.C- Há duas vertentes no meu entender que fizeram com que a nossa equipa não pudesse superar as expectativas que foram tiradas em redor delas. 1ª Situação: A filosofia que estava implantada, que é completamente diferente da minha, ou seja, a equipa tinha processos que no meu entender não eram os mais indicados para o grupo que tinham não quero com isto dizer que não tenham feito um belíssimo campeonato na temporada anterior á minha chegada. A outra vertente tem nitidamente a ver com a pessoa que estava (treinador) e com a pessoa que veio (eu), as identidades são completamente diferentes. Nas palavras dos jogadores e eles são soberanos, comigo “Os Nazarenos” ganharam disciplina organização e rigor, três ingredientes que complementam e unem um grupo de trabalho, algo que o grupo não tinha. Não sou cobarde, não me escondo nem invento desculpas, por não ter conseguido atingir aquilo que eu programei para a temporada darei sempre a cara nos bons e maus momentos. Tenho a certeza que para “Os Nazarenos” o ideal é ser um treinador de fora, quer seja eu ou não, pois no inicio da época foi complicado já que tive de eliminar muitos vícios que estavam implantados no balneário e em nada abonam este clube, foi como um vírus que invade um programa e que deve ser tratado o quanto antes para não dignificar o sistema, admito que foi difícil, pois para tudo na vida é preciso tempo mas consegui eliminar os mesmos. Quais os vícios? De momento fica só para quem os exterminou “eu”.
.
R.N- Vai continuar no comando técnico dos seniores do Nazarenos?
J.C- Fui convidado para continuar a ser o treinador, pelo Carlos Delgado que vai apresentar uma lista às eleições do clube. Se ele vencer terei o maior prazer em dar continuidade a um projecto que o mesmo sabe qual é Para terminar esta entrevista gostaria de agradecer e dizer que foi e espero que continue a ser um orgulho enorme em ser o treinador deste grande clube. Uma palavra de agradecimento aos meus colaboradores, pela disponibilidade.

Joaquim José Paparrola (www.regiaodanazare.com)

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails

Wook