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quinta-feira, março 31, 2016

Pedro Tochas não esquece as suas raízes e ajuda Atlético Clube Avelarense

O cómico Pedro Tochas deu no passado dia 26 de Março um espectáculo na sua terra natal, Avelar. O artista não levou qualquer "cachet" pela sua presença, ficando as receitas para o Atlético Clube Avelarense, receita bastante importante para o bom funcionamento do clube do Norte do Distrito. Um exemplo, que se saúda.

Foto: Jornal Horizonte

terça-feira, março 17, 2009

Avelarense goleia Pousaflores

Parque Desportivo das Pinheiras Mansas, Pousaflores
Arbitragem: José Pereira, auxiliado por Vítor Pinto e Gonçalo Nunes

GDR POUSAFLORES: Mica; Marcel, Rui Ferreira, Teixeira (cap.) (Ricardo, 78’) e Daniel; Tavares (Cafona, Int.), Emídio, Luís Simões (Ramalhal, 34’) e Teixeira Jr.; Cláudio e Pedro César.
TR: JORGE TOMÁS
Não utilizados: Eddy, Camisas, João Índio e Sérgio.
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AC AVELARENSE: Hélder; Paulo António (Paulo Miguel, 78’), Sardinha, Tito e Zé Miguel; Luís Borges (cap.), Boavida e Pedro Almeida; Pedro Moreira (P. Ferreira, 57’), Rafael (Pimenta, 75’) e Normando.
TR: NUNO OLIVEIRA
Não utilizados: Rodolpho, Torrelhas, Flechas e André Simões.
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GOLOS: 0-1, Pedro Almeida (22’); 1-1, Luís Simões (28’); 1-2, Marcel (39’, p.b.); 1-3, Normando (43’); 1-4, Pedro Almeida (56’) e 1-5, Normando (76’).
DISCIPLINA: Amarelos a Pedro César (55’), Cafona (57’) e Ramalhal (83’); Luís Borges (65’) e Normando (67’).
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Com ambos os conjuntos a efectuarem um agradável início de segunda volta no campeonato, esperava-se um bom derby do concelho de Ansião. E assim aconteceu de facto, com as equipas a corresponderem bem e a praticarem o jogo pelo jogo, sem grandes cuidados defensivos.Começou melhor o Pousaflores e o avançado Pedro César logo no segundo minuto enviou a bola à trave num grande remate de fora da área. Minutos volvidos Cláudio tem um bom lance pela esquerda e assiste Daniel, mas este remata torto. Dois avisos que espevitaram os visitantes e os levaram depois a equilibrar o desafio. O primeiro golo surgiu aos 22 minutos, com Pedro Almeida a converter com êxito um livre directo ainda bem distante da baliza de Mica. O Pousaflores ripostou e logrou o empate, com Luís Simões a corresponder bem a um bom centro de Cláudio, saindo pouco depois inferiorizado fisicamente. Ainda e sempre Cláudio a dar muito trabalho à defensiva visitante e a obrigar Hélder a defender com dificuldade aos 35’. Aos 39’ Marcel, na tentativa de cortar um centro de Pedro Almeida, introduz a bola na sua própria baliza, num lance que mudou por completo o cariz da partida.O Avelarense acertou atrás e começou a mandar no jogo conseguindo ampliar a vantagem ainda antes do intervalo. Lançamento primoroso de Pedro Almeida a isolar Normando, que com toda a calma do mundo contorna Mica e faz o golo.Na segunda parte acentuou-se o domínio do Avelarense, cada vez mais senhor do meio-campo. Pedro Almeida aos 56 minutos faz o 4-1 num centro-remate que apanha Mica desprevenido. Do outro lado Pedro César ia tendo alguns pormenores de classe, mas quase sempre inconsequentes. Aos 61’ trabalha bem mas remata sobre a trave.Com o jogo a caminhar para o final e o intenso calor a contribuir para uma maior fadiga dos jogadores, a partida foi decrescendo de qualidade, apesar das oportunidades de perigo se manterem. Foi o caso dos lances em que Normando e Pedro Ferreira se isolaram, valendo as boas saídas de Mica a negar mais golos. Pelo meio surgiu mesmo o 5-1 final, com Normando a desenvencilhar-se de dois adversários na área e a rematar forte para o fundo da baliza. Até final Pedro Almeida ainda levou a bola ao ferro num livre lateral. Do outro lado Rui Ferreira chegou tarde a um livre bem batido por Marcel.Vitória justa dos visitantes, num jogo onde o Pousaflores até entrou melhor, mas voltou a demonstrar muitas debilidades defensivas. Em termos individuais, Pedro Almeida teve um regresso em grande à competição com dois golos e duas assistências. Do lado do Pousaflores, bons pormenores de Cláudio e Pedro César, embora sem a devida eficácia.O árbitro José Pereira teve uma actuação irregular. Muitos equívocos com julgamentos contraditórios em lances aparentemente claros, embora sem interferência no resultado. O mais grave aconteceu ao minuto 67, quando transformou uma falta para penalti sobre Normando num cartão amarelo ao avançado.
Marco Marques - Jornal Horizonte

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Quem porfia sempre alcança

Parque de Jogos Manuel Antunes Pintassilgo, Avelar
Arbitragem: Sandro Soares, auxiliado por Mauro Leal e Nuno Rodrigues.

AVELARENSE: Hélder; Paulo Miguel, Tiago Sardinha, Torrelhas e André Dias; Luís Borges (cap.), Neto e Boavida (Tito, 59’); Pedro Moreira (Flechas, 57’), Rafael e Normando (Pimenta, 74’).
TR: NUNO OLIVEIRA
Não utilizados: Miguel, Rodolpho, João Serra e André Simões.
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CASAL NOVO: André; Mel (Naf, int.), Simão (Marco, 77’), Hill (Vieira, 69’) e Vitorino; Cláudio, Jonas e Tiago Sapateiro; Miguel, Sobreira e Márcio.
TR: PEDRO RAMOS
Não utilizados: Viana, Yanick, Ruben e Zé.
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GOLOS: 0-1, Naf (49’); 1-1, Boavida (56’); 2-1, Rafael (77’).
DISCIPLINA: Amarelos a Boavida (30’), Normando (57’), Neto (90’+2’) e André Dias (90’+3’); Vitorino (25’), Cláudio (72’) e Márcio (90’+2’). Treinador e massagista do Casal Novo expulsos do banco.
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O Avelarense regressou às vitórias em casa e também às boas exibições, mas mesmo assim teve de sofrer e muito para conquistar os três pontos.Do outro lado apareceu um Casal Novo atrevido, a entrar no jogo a mandar e a conquistar vários cantos nos primeiros minutos. O Avelarense recompôs-se e apesar de não mostrar fio de jogo constante criou uma belíssima chance de golo aos 16 minutos. Normando ganha a linha e assiste Rafael, que solto no coração da área, remata ao lado. Aos 28 minutos foi Normando que teve bom ensejo mas não foi lesto a aproveitar a falha de André e permitiu o corte de um defesa.O Casal Novo tinha alguma primazia a meio-campo mas não conseguia criar lances de golo eminente. Aos 36 minutos reclama e quanto a nós com razão, um lance de pénalti de Hélder sobre Sobreira. O guardião sai a destempo da baliza e choca com o avançado não tocando na bola. Sandro Soares entendeu casual a disputa.Até final da primeira parte foram do Avelarense as melhores oportunidades. Primeiro foi Normando a cabecear por cima e depois Rafael, que após bom trabalho individual remata de fora da área, rente ao poste.Na segunda metade Pedro Ramos surpreende e faz entrar o possante Naf para ponta de lança. Uma aposta que se revelou certeira com o jogador do Casal Novo a marcar na primeira vez que tocou na bola. Canto batido ao segundo poste e um dos mais fortes cabeceadores do campeonato a surgir solto e a fazer o primeiro golo.Esperava-se uma reacção da equipa da casa e ela surgiu de facto. Neto aos 51 minutos teve tudo para fazer o golo, após defesa incompleta de André, mas demorou uma eternidade e rematou contra um defesa. Depois surgiu mesmo a igualdade. Lance de insistência na área com a bola a sobrar para Boavida rematar forte e certeiro fazendo o empate.Já com sangue novo no onze, o Avelarense continuava a porfiar em busca da vantagem mas as oportunidades eram constantemente desperdiçadas. Aos 58’ Normando isola-se mas permite a defesa de André, aos 68’ Torrelhas solto no coração da área remata à trave e aos 72’ é o júnior Flechas que se deslumbra com as facilidades e desvia também ao lado.Finalmente aos 77 minutos surge mesmo o golo do Avelarense. Rafael tem boa jogada de entendimento com Flechas e o veloz extremo ganha a linha de fundo e devolve a Rafael para um bonito e muito festejado golo.Depois surgiu a esperada resposta do Casal Novo, equipa que se empertigou perante algum défice físico do adversário. Aos 85 minutos Naf teve na cabeça o empate, mas a bola saiu muito por cima e aos 88’ foi Miguelito a rematar com perigo, mas a bola tomou a mesma direcção.Vitória justa da equipa da casa, que no entanto voltou a estar mal na finalização e a cometer erros de palmatória nas marcações defensivas. Quanto ao Casal Novo, começou muito cedo a defender a vantagem e acabou por ser dominado pela vontade de ganhar do seu antagonista.O árbitro Sandro Soares realizou um trabalho muito contestado por ambos os lados e de facto não teve uma actuação ao seu nível. A vista grossa que fez ao lance para pénalti na área do Avelarense foi o principal erro, mas a dualidade de critérios nas pequenas faltas chegou a ser gritante e enervar a equipa da casa. Teve um período de algum descontrolo em que não esteve com meias medidas e expulsou vários elementos do banco do Casal Novo e amarelou vários jogadores de ambas as equipas.
Marco Marques (www.jhorizonte.com)

domingo, janeiro 18, 2009

Pelariga vence Avelarense

Jogo no Parque Manuel Antunes Pintassilgo, Avelar
Arbitragem: Luís Cruz; Luís Máximo e Hugo Gomes (AF Castelo Branco)

AVELARENSE: Hélder; Paulo António (Ferreira, int.), Sardinha, Torrelhas (Tito, 28’) e Zé Miguel; Luís Borges, Neto e Boavida; Pimenta (André Simões, 58’), Rafael e Normando.
TR: NUNO OLIVEIRA
Não utilizados: Miguel, Paulo Miguel, Rodolpho e Pedro Moreira.
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PELARIGA: Pedro (Chipanga, 65’); Fábio, Nelson, Dani e Cenoura; André Junqueira (Mico, 88’), Filipe e Micael; Denis, Fifas e Jomi (André, 64’).
TR: PAULO JERÓNIMO
Não utilizados: Alex, Jimmy, Fernando e Pipoca.
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Golos: 0-1, Fifas (4’); 0-2, André (85’); 1-2, Normando (86’).
Disciplina: Cartão amarelo a Paulo António (33’), Luís Borges (45’) e Tito (48’); Denis (8’), André (68’) e Filipe (76’).
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A Pelariga conquistou uma preciosa vitória no reduto do Avelarense, equipa que confirmou o mau momento que atravessa, averbando a quarta derrota consecutiva.Foi um jogo onde se esperava uma reacção da equipa da casa depois dos últimos resultados negativos, mas o que se viu em Avelar foi mais do mesmo. O Avelarense voltou a sofrer um golo cedo e depois, obrigado a ir atrás do prejuízo, voltou a falhar em demasia.A Pelariga entrou bem no jogo e logo aos 4 minutos Fifas esgueirou-se rapidamente e beneficiando de uma falha de comunicação entre Sardinha e Hélder, apanhou o guardião a meio caminho e fez-lhe um “chapéu” de belo efeito.Depois o Avelarense reagiu bem mas voltou a pecar imenso na finalização. Boavida aos 7 minutos tem excelente oportunidade mas, completamente sozinho na pequena área, rematou contra o guarda-redes Pedro. Depois aos 12 Normando coloca a bola na baliza adversária mas o auxiliar anula por fora-de-jogo. O mesmo Normando, minutos mais tarde, tem nova oportunidade de cabeça mas falha na pontaria.Após este período de supremacia local, a Pelariga voltou a respirar e acaba a primeira parte equilibrando o jogo. Jomi isolado poderia ter ampliado mas faltou-lhe a força na hora do remate. Antes Tito parece tocar a bola com a mão em plena área, com os visitantes a reclamarem pénalti, mas o árbitro assim não entendeu.Na segunda parte o jogo prosseguiu equilibrado com o Avelarense a não ter capacidade para empurrar o seu adversário, sempre muito seguro na defensiva. O primeiro sinal de perigo foi mesmo de Fifas, mas Hélder defendeu bem. Neto ainda tentou alvejar a baliza de Pedro, mas o remate saiu torto. O Avelarense arriscava tudo e começava a abrir brechas na sua defensiva que o Pelariga explorava com perigo, o que trouxe uma última dezena de minutos bem interessante.Aos 84’ Hélder evita o golo de Denis e cede canto, mas na transformação do mesmo surge o 0-2. O golo é de André, completamente solto ao primeiro poste.Na resposta surge o 1-2. Normando, numa das poucas situações em que beneficiou de espaço na área, disparou rasteiro e certeiro. Até final nada a assinalar e a Pelariga acabaria por conquistar uma preciosa e justa vitória.A arbitragem da equipa vinda de Castelo Branco foi regular mas não esteve isenta de erros. O golo anulado por fora-de-jogo a Normando deixou muitas dúvidas, tal como o lance em que Tito toca a bola com a mão dentro da área. Fora isso tentou conduzir o jogo salomonicamente.
Marco Marques (www.jhorizonte.com)

domingo, janeiro 04, 2009

Golos de Gato selam apuramento para a 3ªeliminatória

Parque de Jogos Manuel Antunes Pintassilgo, Avelar
Arbitragem: Márcio Ferreira auxiliado por Nicolau e Jorge Gomes

AC AVELARENSE: Miguel; Paulo Miguel, Sardinha, Tito e Zé Miguel; Luís Borges (cap.), Rodolpho (João Boavida, 34’) e Pimenta; Paulo António (Rafael, 46’), Pedro Moreira (André Dias, 59’) e Normando.
TR: NUNO OLIVEIRA
Não utilizados: Hélder, João Serra, André Simões e Bruno.
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SCL MARRAZES: Cacola; Ruben (David Ribeiro, 62’), João André, Portugal e Sandro (cap.); Tiago Clemente, Parreira e Miguel (Diogo Jorge, 68’); Seco (Mauro, 59’), Diogo António e Gato.
TR: EDGAR PEREIRA
Não utilizados: Gonçalo, Nuno Sousa, Marco e Alberto.
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Golos: 0-1, Seco (13’); 0-2, Gato (37’); 0-3, Diogo António (49’); 0-4, Gato (54’).
Disciplina: Amarelos a Pimenta (68’), Normando (73’) e Luís Borges (85’); Sandro (35’), Mauro (75’) e Diogo António (88’).
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O Marrazes (2.º na Divisão de Honra) goleou o Avelarense (6.º na I Distrital) por 4-0 e carimbou a presença na terceira eliminatória da Taça Distrital.Foi um jogo típico de Taça com ambos os treinadores a promoverem muitas alterações nos seus conjuntos e a darem minutos de competição a jogadores menos utilizados.Ainda assim foi de boa qualidade o futebol praticado por ambas as equipas, com os marrazenses a revelarem-se no entanto superiores nos vários índices do jogo.Após um início repartido, o Marrazes chega ao golo ao minuto 13. Boa triangulação na esquerda, com Sandro a centrar muito bem, surgindo Seco liberto de marcação a desviar para a baliza. O golo foi um bom tónico para os visitantes, que dois minutos volvidos poderiam ter ampliado. Gato ganha no corpo-a-corpo com Sardinha, isola-se, mas Miguel defende bem com o pé.O Avelarense tentou então subir no terreno e durante bastante tempo conseguiu mesmo equilibrar as operações, embora sem conseguir criar situações de golo eminente. Por outro lado o Marrazes mostrava instinto ‘matador’ e Gato, num disparo cruzado aumentava para 2-0 aos 37 minutos, resultado com que as equipas recolheram às cabinas.No início da segunda parte o Avelarense voltou a entrar mal e nos primeiros dez minutos o Marrazes construiu a goleada. Muitas facilidades na defensiva avelarense, onde apenas Sardinha se exibia a um nível regular, com Diogo António e Gato a não terem problemas em marcar perante Miguel.Com o jogo a caminhar para o final, o ritmo foi decrescendo e a partida decaiu de qualidade. O Avelarense esteve perto do tento de honra aos 68 minutos, mas a bola cabeceada por Normando bateu no poste e caprichosamente ficou a saltitar na linha, surgindo um defensor do Marrazes a aliviar. Seria um prémio justo pela postura abnegada dos visitados.O Marrazes controlou até final, sendo um vencedor inteiramente justo, perante um Avelarense que fez o que pôde dadas as inúmeras lesões e a juventude do seu plantel.A arbitragem de Márcio Ferreira e seus auxiliares roçou a perfeição, num jogo muito correcto de parte a parte.

Marco Marques (www.jhorizonte.com)

segunda-feira, novembro 24, 2008

Ansião perdulário vence Motor Clube


Jogo no Campo da Mata, em Ansião
Arbitragem: André Nunes auxiliado por Jorge Fernandes e Nuno Barroso (AF Castelo Branco)

CC ANSIÃO: Quaresma; Poquinha, Samuel, Rogério Fazenda e Jorge Fazenda (cap.); Zé António, Pedro Neves (Rui Valente, 59’) e Pernadas; João Pedro (Palhais, 75’), André Silva e Diogo Neves (João Ricardo, 90’+2’).
TR: RICARDO SILVA
Não utilizados: Marco, Eduardo, Alexandre e Ruizito.

MOTOR CLUBE: Sérgio; Rascão, Bruno, Nelson e Esperança; Maruca (Tiago Faustino, int.), Fanas (cap.) e Ricardo Tavares; Kosta (Teréu, 65’), Leiria e Ricardo Dias (Braine, 65’).
TR: FERNANDO MONTEIRO
Não utilizados: Frias, Edgar, Élton e Chico.

Golos: 1-0, André Silva (12’).
Disciplina: Amarelos a Zé António (21’); Ricardo Tavares (21’) e Bruno (69’).
O Clube Caçadores de Ansião venceu o Motor Clube por uma bola a zero e mantém-se assim na perseguição à liderança da I Distrital Norte. Um resultado que peca por escasso, dado o domínio total dos ansianenses, que tiveram um dia mau em termos de finalização. Do Motor Clube houve muita entrega e um guarda-redes quase intransponível, mas em termos atacantes pouco se viu.Os homens da casa entraram no jogo exercendo grande pressão sobre a bola, não dando tempo aos visitantes de pensarem sequer a saída para o ataque. Tivemos pois 15 minutos jogados no meio-campo defensivo do Motor Clube, com o Ansião a carregar com tudo e a ter duas belíssimas ocasiões. Numa delas, aos 12’, chegou mesmo ao golo. André Silva remata contra Sérgio mas na recarga consegue empurrar a bola para as redes. Dois minutos volvidos é Diogo Neves que se isola, mas Sérgio defende muito bem com os pés. Após este período culminado com o golo, o Ansião tirou o pé e o Motor Clube pôde ‘respirar’ melhor, embora sem nunca conseguir criar perigo para as redes ansianenses, que por seu turno ainda espreitaram o golo em duas ocasiões até ao intervalo.Na segunda parte mais do mesmo logo a abrir, com Diogo Neves a trabalhar bem mas a errar por pouco a pontaria.No outro lado, aos 52’ surgiu o único lance de perigo dos visitantes em toda a partida, através de um livre directo de Fanas, que Quaresma desviou com dificuldade para canto.Pouco depois o árbitro considera faltoso um lance em que Rogério Fazenda cai na área contrária e assinala o castigo máximo, mas Diogo Neves permite que Sérgio brilhe a grande altura ao defender o pénalti e a recarga com grande categoria.Fernando Monteiro mexeu depois na equipa e o Motor Clube começou a melhorar de rendimento, sobretudo com a descida no terreno de Ricardo Tavares, mas mesmo assim a jovem equipa de Monte Redondo não conseguia furar o último reduto contrário. Os ansianenses, longe de jogarem bem, iam criando algumas ocasiões, que esbarravam invariavelmente na impressionante exibição do guardião forasteiro. André Silva esteve isolado perante ele mais duas vezes e não conseguiu o golo, tal como Pernadas, que isolado em plena pequena área por Diogo Neves, não conseguiu desfeitear o ‘enorme’ Sérgio.Em resumo, vitória justa da única equipa que realmente criou oportunidades, frente a um Motor Clube muito jovem e vigoroso, onde sobressaiu um guarda-redes com capacidades para outros voos.André Nunes, que viajou de Castelo Branco, não teve um trabalho fácil, mas merece nota positiva, tal como os seus assistentes.

domingo, novembro 09, 2008

Avelarense 'deixa' dois pontos em Ramalhais

Parque de Jogos do Ramalhais
Arbitragem: Leandro Siopa, auxiliado por Paulo Nuno e Ruben Ribeiro.

RAMALHAIS: Diogo; Zé Carlos, Rui Ferreira (Bruno Simões, 63’), Tomé (Tiago, int.) e David; Rodrigo, Diogo Silva e Daniel; Piaf (cap.) (Anthony, int.), Marco e Fábio Roxo.
TR: JOSELITO PEREIRA
Não utilizados: Andersson, Pedro, Fred e Nuno Gomes.

AVELARENSE: Hélder; Paulo António, Sardinha, Torrelhas (Tito, 87’) e Zé Miguel; Luís Borges (cap.), Neto e Pimenta (André Simões, 78’); André Dias (Flechas, 66’), Rafael e Normando.
TR: NUNO OLIVEIRA
Não utilizados: Miguel, Rodolpho, Pedro Moreira e Paulo Miguel.

Golos: 0-1, Normando (10’); 1-1, Daniel (55’); 2-1, Marco (80’); 2-2, Flechas (87’).
Disciplina: Cartões amarelos a Marco (57’) e Fábio Roxo (68’); Neto (68’) e Flechas (89’).
Ramalhais e Avelarense repartiram pontos num jogo muito disputado até ao último apito, mas onde os forasteiros foram castigados pela sua falta de pontaria.Depois de um início equilibrado, Normando colocou o Avelarense na frente aos 10 minutos, rematando com frieza frente a Diogo. Os locais acusaram o golo e o Avelarense controlou toda a primeira parte com pelo menos três ocasiões flagrantes para aumentar a marcar. André, Rafael e Normando tiveram frente a frente com o guardião contrário mas não tiveram arte para finalizar com êxito. Quem pôs a bola no fundo das redes foi Torrelhas, mas o golo foi invalidado. A equipa da casa apenas por ocasião esteve perto do golo, mas Fábio Roxo viu Hélder defender com o pé o seu remate, após lance individual.Na segunda parte entrou melhor o Ramalhais, começando a superiorizar-se ao nível do meio-campo e chegou mesmo à igualdade. Hélder não segura um cruzamento e a defesa fica estática, aparecendo Daniel, muito oportuno a igualar a contenda.O Avelarense ripostou, mas André tem nova perdida flagrante. Depois é Normando, que num par de iniciativas seguidas erra o alvo completamente isolado. Do outro lado a pontaria estava melhor calibrada e Rodrigo por pouco não marca, com a bola a bater caprichosamente no poste. Igual sorte teve Normando, que ultrapassou Diogo mas acertou no ferro.O Ramalhais castigava os falhanços do seu adversário e Marco colocava pela primeira vez os homens da casa na frente, concluindo no coração da área um centro da direita.Já o Avelarense voltava a falhar um golo feito com Rafael a assistir Pimenta, que à entrada da pequena área errou por milímetros o cabeceamento.Nuno Oliveira, com o plantel dizimado por lesões, colocava em campo dois juniores e estaria aí a chave do empate. Bom trabalho de André Simões na esquerda, que descobre Flechas solto ao segundo poste para um golo fácil.Até final ainda ouve tempo para nova oportunidade para os visitantes mas Diogo esteve muito bem na saída dos postes e anulou o remate de Rafael.Estava esgotado o tempo e o empate era o resultado final. Um resultado terrivelmente penalizador para o Avelarense, que falhou oportunidades que nem a este nível se podem perder, frente a uma equipa com bons executantes, mas algo permeável a defender.Leandro Siopa fez uma arbitragem irregular, sobretudo no critério disciplinar e não teve a melhor ajuda dos seus auxiliares que erraram demasiadas vezes, nunca se entendendo com a velocidade de Normando, a quem cortaram pelo menos três ataques limpos.

Marco Marques - Jornal Horizonte

segunda-feira, outubro 27, 2008

Avelarense vence Pousaflores atrevido

Jogo da 6ªJornada - 1ªDistrital/Norte
Árbitro: Artur Louceiro (AF.Leiria)

AVELARENSE: Hélder; Zé Miguel (P. António, 70’), Sardinha, Tito e André Dias; Neto (c), Boavida (Pedro Moreira, 81’) e Pimenta (Luis Borges, 46’); Rafael, Normando e Pedro Ferreira.
TR: NUNO OLIVEIRA
Não utilizados: Mika, Paulo Miguel, Rodolpho e Sérgio.

POUSAFLORES: João Simões; Teixeira Jr (c), Toni, Sérgio e Cafona; Eddy, Ramalhal e Luis Simões; Emídio (Daniel, 72’), Cláudio (Branquinho, 60’) e Nuno Cruz (Marcel, 76’).
TR: JORGE TOMÁS
Não utilizados: Micael, Camisas, Ricardo e Teixeira.

Golos: Pedro Ferreira (36’ e 75’) e Rafael (51’ e 65’); Luís Simões (33’ e 90’+4’).
Disciplina: Amarelos a Tito (35’) e Boavida (76’); Eddy (28’), Nuno Cruz (34’), Toni (75’) e Cafona (79’).
O Atlético Clube Avelarense recebeu e venceu o Grupo Desportivo e Recreativo de Pousaflores por 4-2 naquele que foi o primeiro derby oficial da época. Os visitantes até começaram a vencer, mas na segunda parte a equipa da casa deu a volta ao jogo. Com ambas as equipas a apresentarem esquemas tácticos parecidos, não foi de estranhar um encaixe inicial entre ambos os conjuntos, o que levou a um mau começo de jogo. Com poucos espaços, a solução passava pelo jogo directo e assim estava facilitada a tarefa dos defensores, que resolviam todos os intentos ofensivos. O jogo arrastava-se numa toada de sofreguidão, quase mesmo mediocridade, com ambas as formações muito apáticas até que ao minuto 14 surge o primeiro lance de registo. Cláudio passa bem por Zé Miguel mas frente a Hélder não consegue melhor que colocar-lhe a bola nas mãos. Os visitantes ganharam algum ânimo e passaram a dominar mais a meio-campo, ganhando invariavelmente a ‘segunda’ bola, enquanto o Avelarense tinha dificuldades em armar o seu jogo. Depois de um livre de André Dias que passou por cima da baliza de João Simões, o Pousaflores voltou a assustar por Luís Simões, mas a cabeçada saiu alta. Mas o mesmo Luís Simões haveria de inaugurar o marcador num grande remate do meio da rua, que ainda assim deixa mal na fotografia Neto, que lhe amorteceu involuntariamente a bola e Hélder, que estava muito adiantado na baliza.Os visitantes mereciam o golo, porque realmente estavam melhor em jogo. Mas estiveram em vantagem pouco tempo já que minutos volvidos Pedro Ferreira aproveita uma bola ‘perdida’ na grande área e faz o empate.Ao intervalo o empate castigava o mau futebol praticado.Na segunda parte Nuno Oliveira colocou Luís Borges no meio-campo avelarense e a equipa da casa ganhou imenso com isso, já que passou a dominar aquele sector. O Pousaflores entrou algo retraído e logo aos 5 minutos sofreu o segundo. Boa assistência de André Dias e Rafael, estranhamente solto à entrada da pequena área, a rematar à meia volta para o golo.O Pousaflores sentiu muito este golo, começando a abrir demasiados espaços na sua defensiva, enquanto o Avelarense melhorava e começava a causar mais problemas sempre que atacava. Aos 63 minutos Boavida marca na sequência de canto, mas o árbitro descortina uma qualquer infracção da qual não nos apercebemos, mas pouco depois isola Rafael com grande passe e o dianteiro bisa na partida, aumentando para 3-1. O Pousaflores ainda reagiu mas Branquinho, na melhor oportunidade, proporcionou boa defesa a Hélder. Do outro lado o Avelarense dilatava a marca, com Pedro Ferreira também a bisar, depois de um bom trabalho individual sobre o guarda-redes contrário.Já nos últimos suspiros o Pousaflores consegue reduzir para 4-2, com Luís Simões muito oportuno à boca da baliza a aproveitar defesa incompleta de Hélder.Artur Louceiro fez uma arbitragem tranquila e correcta, apesar dos pequenos erros. Apenas no lance do golo invalidado a Boavida parece ter errado com maior gravidade. Os seus auxiliares também fizeram trabalho regular.
Marco Marques (www.jhorizonte.com)

domingo, outubro 19, 2008

No duelo entre candidatos Ansião merecia mais

Pedroguense 3 - CC Ansião 3


Jogo no Campo de S. Mateus – Pedrógão Grande
Arbitragem: Ricardo Martinho

PEDROGUENSE: Fernando; Rafael, Marco Ferreira, Toni e Sérgito; Caló, Tátá (cap.) e Dani; Hélder Vaz (Tiago, 84’), João Raposo (Chinoca, 60’) e Ricardo Silva.
TR: JOÃO ALMEIDA
Não utilizados: Samuel, Filipe, Fábio, Luís António e Madeiras.

CC ANSIÃO: Quaresma; Linas, Samuel, Zé António e Jorge Fazenda (cap.); Palhais, Pernadas e Pedro Neves; André Silva (Rui Valente, 87’), João Pedro (Rogério Fazenda, 78’) e Bajedas (Ruizito, 66’).
TR: RICARDO SILVA
Não utilizados: Marco, Poquinha, Alexandre e Diogo Neves.

Golos: 0-1, Bajedas (24’); 0-2, João Pedro (32’); 1-2, Marco Ferreira (42’); 2-2, Ricardo Silva (44’, g.p.); 2-3, Bajedas (52’); 3-3, Marco Ferreira (64’).

Disciplina: Cartão amarelo a Chinoca (65’), Marco Ferreira (69’), Rafael (72’), Sérgito (79’) e Tátá (90’); Zé António (43’), Bajedas (43’) e Jorge Fazenda (85’). Vermelho directo a Toni (86’).
Pedroguense e Ansião dividiram os pontos no jogo da jornada da I Distrital Norte. Apontados como os principais candidatos à subida, ambas as formações mostraram argumentos convincentes, mas o conjunto ansianense funcionou melhor.O equilíbrio inicial de forças durou até aos 24 minutos, quando surgiu o golo inaugural. João Pedro ganhou a linha e centrou para a boca da baliza, surgindo Bajedas a encostar facilmente para o fundo das redes.O Pedroguense reagiu e aos 31’ Ricardo Silva rematou para golo, mas há muito havia indicação de fora-de-jogo. Na resposta 2-0 para os visitantes e com os mesmos protagonistas, mas em ‘papéis’ diferentes. O centro é de Bajedas e a conclusão de João Pedro, num bom golpe de cabeça.Estava por cima a equipa de Ricardo Silva, com uma exibição muito segura a nível defensivo e bastante sagaz em termos de finalização, mas dois minutos bastaram para inverter o cenário.Aos 42 minutos Marco Ferreira reduz para 1-2, com um excelente golpe de cabeça. Um golo bastante contestado e que parece ferido de ilegalidade, já que para ganhar posição o central derruba ostensivamente o seu marcador directo.Dois minutos volvidos, novo lance polémico. Ricardo Silva recupera uma bola na área e aparece estatelado no chão, com Ricardo Martinho a assinalar de pronto grande penalidade. Os visitantes protestaram bastante, mas o avançado pombalense, alheio à discussão, acabou por converter o castigo máximo.Na segunda metade voltou a entrar bem o CC Ansião com Bajedas a bisar aos 52 minutos, no melhor golo da tarde. Uma ‘bomba’ de pé esquerdo!Pouco depois o ‘keeper’ local perde a cabeça e depois de agarrar a bola pontapeia André Silva, valendo-lhe a incrível ‘distracção’ do árbitro. Seria expulsão e pénalti.João Almeida retirou um apagado Raposo para colocar um mexido Chinoca e o Pedroguense cresceu, conseguindo nova igualdade aos 64 minutos. Ricardo Silva centra para a área e a bola entra na baliza depois de alguma confusão, parecendo tocada em último lugar por Marco Ferreira.Do outro lado Bajedas saía visivelmente desgastado e o Ansião perdia fôlego, mas no Pedroguense a bola também não chegava ao desequilibrador Ricardo Silva.Até final acabou por ser do Ansião a melhor oportunidade, mas o livre de Samuel saiu ligeiramente ao lado.Ricardo Martinho, que nunca teve a vida facilitada pelos jogadores, acabou por expulsar directamente Toni, numa entrada faltosa rude, mas que não justificaria punição tão pesada.No final de contas a igualdade sabe melhor aos homens da casa, enquanto o CC Ansião pode queixar-se de alguma falta de sorte e de duas decisões muito questionáveis do árbitro da partida.

Marco Marques - Jornal Horizonte

segunda-feira, outubro 06, 2008

Avelarense massacra Simonenses

Jogo no Parque de Jogos Manuel Antunes Pintassilgo, Avelar
Arbitragem: Paulo Marques, auxiliado por Vítor Pinto e Susana Sousa.

AVELARENSE: Hélder; Neto, Sardinha, Tito (Rodolpho, 62’) e Zé Miguel; Góis (cap.), João Boavida e Pedro Almeida; André Dias (Paulo Miguel, 49’), Rafael e Normando (Pedro Moreira, 32’).
TR: NUNO OLIVEIRA
Não utilizados: Miguel, Paulo António, Pimenta e Ferreira.

SIMONENSES: André; Rui, David (cap.), Tonel (Ricardo, 73’) e Diodoro; Petinga (Thierry, 84’), Jorge, Vítor e Ravi (Filipe, 37’); João e Cristóvão.
TR: HELDER DIAS
Não utilizado: Gonçalo.

GOLOS: 1-0, Normando (30 seg.); 2-0, Rafael (1’); 3-0, André Dias (5’); 4-0, Pedro Almeida (8’, g.p.); 5-0 e 6-0, Rafael (13’ e 14’); 7-0, Normando (25’); 8-0, André Dias (34’); 9-0, Rafael (55’); 10-0 e 11-0, Pedro Moreira (61’ e 64’) e 12-0, Rodolpho (82’).

Disciplina: Amarelos a André Dias (38’); Diodoro (8’) e David (10’ e 38’). Vermelho por acumulação a David (38’).
Que dizer de um jogo que no final do primeiro minuto regista uma vantagem de dois golos para uma das equipas e que com menos de um quarto de hora decorrido já assinala 6-0 no marcador? De facto, as palavras deste texto podiam ser trocadas pelos números...Apesar de se tratar da última divisão do nosso futebol, ainda são gritantes as diferenças entre algumas equipas. É o caso do Avelarense, recém despromovido da Divisão de Honra, e do Simonenses, habitualmente ‘dono’ dos últimos lugares da tabela.Pelo facto do Avelarense estar em renovação e do Simonenses nem sequer ter sido último na temporada transacta, não se esperava tamanha desigualdade. Foi um espectáculo quase confrangedor, aquele que assinalou o primeiro aniversário do sintético do Avelarense. A equipa da casa entrou com tudo e fez o que quis da frágil defensiva visitante. Os três homens da frente marcaram e deram a marcar e só aos oito minutos falharam o primeiro remate, mas mesmo assim no seguimento da jogada foi penálti e... golo.Apesar de tudo os briosos jogadores de S. Simão de Litém jogaram o jogo pelo jogo e mesmo quando aos 38 minutos, a perder por 8-0, ficaram reduzidos a 10, mantiveram sempre três homens na frente.O Avelarense, a rodar a equipa e ciente das facilidades, tirou literalmente o pé do acelerador e começou a adornar os lances em demasia, falhando golos atrás de golos na segunda metade. Ainda assim facturou mais quatro vezes e fechou a ‘loja’ na ‘dúzia’. Realce para o ‘poker’ de Rafael e para os ‘bis’ de Normando, André Dias e Pedro Moreira.Ah... Sobra ainda espaço para referir a grande oportunidade do Simonenses alcançar o tento de honra. Foi aos 18 minutos, mas Petinga com tempo para tudo, dentro da área, acabou por rematar frouxo e ao lado.Paulo Marques deve ter realizado das arbitragens mais fáceis da sua carreira. Os assistentes tiveram bastante trabalho, sobretudo quando acompanharam o ataque do avelarense, mas fora alguns percalços normais de um jogo desta natureza, estiveram em bom plano.

Marco Marques (www.jhorizonte.com)

quarta-feira, setembro 10, 2008

Dia 17 de Setembro Ansião defronta Peniche na Supertaça

O Clube Caçadores de Ansião (CCA) defronta o Peniche no próximo dia 17 de Setembro para encontrar o vencedor da Supertaça Distrital de Leiria, referente à última época. Apesar de viverem actualmente experiências competitivas diferentes, o CC Ansião quer fazer uma gracinha... O CCA têm-se afirmado nos últimos anos no panorama futebolístico distrital, nomeadamente na disputa de troféus importantes. Ganhou a Taça Distrital há dois anos e foi finalista vencido na última época. Pelo meio obteve ainda a façanha de passar a primeira eliminatória da Taça de Portugal, derrotando o 'nacional' Sp. Pombal. Agora é a vez de disputar a Supertaça referente à última época. Pela frente terá o Peniche, equipa que passeou classe na efémera passagem pelos distritais, arrebatando campeonato e taça e derrotando os ansianenses nos três jogos que disputaram.Mas esta diferença de poderio não amedronta Ricardo Silva, jovem treinador dos ansianenses. "O CC Ansião orgulha-se de participar neste tipo de jogos, que dão troféus e ultimamente temos disputado vários. Sabemos da diferença de valores entre as equipas, mas no futebol não há vencedores antecipados", refere. Apesar de achar o Peniche "ainda mais forte que na última época", o treinador diz que "o CC Ansião encarará o jogo de forma bastante séria e "bastará uma pontinha de sorte para poderemos surpreender". Sobre o adversário deste jogo, Ricardo Silva diz mesmo que será um dos candidatos à subida à II.ª Divisão. Para já, entrou no campeonato em grande estilo
Jornal Horizonte

quinta-feira, setembro 04, 2008

Pousaflores quer surpreender

O Pousaflores tem estado muito activo na pré-época. Apesar de ter perdido dois titulares, tem surpreendido nas aquisições e o 'filão' de Alvaiázere para ser a aposta. Depois de já contar nas suas fileiras com alguns alvaiazerenses como Sérgio, Ramalhal e Branquinho, chegam agora João Simões e Luís Simões, dois jogadores muito experientes e de qualidade reconhecida. Toni e Eddy também são destaques e poderão finalmente catapultar a equipa para outros objectivos. O treinador Jorge Tomás ainda espera um avançado para fechar o plantel mas mesmo assim aponta para metas ambiciosas. "Queremos fazer o máximo de pontos possível e aponto a meta do 5.º lugar", afirma confiante depois de "ter conseguido reforçar a equipa com elementos muito experientes para lugares deficitários". Será talvez um dos plantéis mais equilibrados de sempre do clube e o treinador não ignora esse facto, predispondo-se a "colocar o Pousaflores em busca de outros objectivos".Instado a pronunciar-se sobre os favoritos à subida, Tomás aponta três nomes: "Pedroguense, Ansião e Arcuda". "O Pedroguense reforçou-se muito, o Ansião manteve toda a equipa e o Arcuda também terá uma palavra a dizer", finalizou.O Pousaflores fará os seguintes jogos-treino: Fig. Vinhos (6 Set., casa), Proença (7, fora), Fig. Vinhos (9, fora) e Juniores Pombal (18 Set.).

Marco Marques (www.jhorizonte.com)

terça-feira, agosto 05, 2008

Ansião aposta na continuidade

O CC Ansião pretende manter a esmagadora maioria do plantel que terminou a última época. Revoltados com a dramática descida, dirigentes e jogadores apostam em devolver o Ansião à Divisão onde se vinha impondo nos últimos anos. Para já os ansianenses só se podem lamentar da saída de Nuno Aguiar, a única peça importante que não continua. O guarda-redes, que também se destaca como avançado, preferiu mudar de ares e deixou um problema para a turma de Ansião resolver. Os dirigentes ansianenses depositam no entanto grande confiança na aquisição Bruno Quaresma, proveniente da equipa júnior da Académica e têm sempre à mão, o prestável Marco Duarte.Na defesa não há registo de saídas e ainda vem André Silva, mais um jovem do viveiro do Sp. Pombal, onde o Ansião se tem abastecido todos os anos. André é um lateral muito rápido e raçudo, que têm a particularidade de ser irmão do treinador Ricardo Silva.No meio campo o panorama também é animador e só a interrogação em torno do futuro profissional de Bajedas causa alguma apreensão. Na frente de ataque há muitas soluções, mas as permanências de Bispo e Rui Valente estão em 'xeque'.Segundo Adriano Bonito, director técnico do Ansião, "é com este plantel que o Ansião conta" e "só se houver alguma saída é que nos reforçaremos para esse lugar".Ricardo Silva conta então com um plantel curto, mas de grande qualidade. Se o futebol fosse linear, poderíamos alvitrar um regresso sem mácula à divisão maior. Mas este ano a I.ª Distrital terá seguramente uma competitividade extra. Pedroguense e Alvaiázere estão a reforçar-se com nomes sonantes e há sempre os candidatos do costume... Enfim, muitos 'galos' para apenas dois 'poleiros'...

Marco Marques (www.jhorizonte.com)

domingo, abril 13, 2008

Avelarense vence Marrazes em jogo 'épico'

Parque de Jogos Manuel Antunes Pintassilgo, Avelar
Arbitragem: Hugo Pires, auxiliado por Tiago Domingos e Rui Freire

AVELARENSE: João Pedro; Estarola (Laranjas, 78’), Sardinha, Eduardo (Normando, 54’) e Silveiro; Torrelhas, Luís Borges, Góis (Neto, 59’) e Pedro Almeida; Rafael e Pedro Jacob.
TR: FERNANDO SILVA
Não utilizados: Michael, Sérgio, Eddy e Tito.

MARRAZES: Gonçalo; Parreira, Sandro, Portugal e Ruben; Brás, Fernando e Marco (Bocas, 70’); Diogo Jorge, Alberto (Seco, 80’) e Miguel.
TR: ANTÓNIO PAIVA
Não utilizados: Bruno, Tininha, João Carlos, Nuno Sousa e Lourenço.

Golos: 0-1, Portugal (17’); 1-1, Neto (65’) e 2-1, Pedro Almeida (86’, g.p.).
Disciplina: Amarelos a Eduardo (8’), Silveiro (24’), Góis (48’), Luís Borges (56’), Pedro Almeida (79’), Normando (82’) e Laranjas (84’); Brás (17’), Ruben (45’), Seco (84’) e Fernando (86’). Vermelho directo a Pedro Jacob (60’).
Grande jogo em Avelar entre equipas ‘aflitas’ na tabela. Os da casa entraram melhor e ao minuto 15 Pedro Jacob ensaia um pontapé de bicicleta irrepreensível, mas Gonçalo desvia para canto. Antes já o keeper marrazense brilhara, desviando remate de Silveiro.Na resposta marcou o Marrazes. Livre lateral e Portugal, estranhamente liberto de marcação a fazer o mais fácil. Reagiu o Avelarense, que no minuto 33 tem dois belos ensejos para igualar. Primeiro Silveiro num volley e depois Portugal num corte defeituoso, fazem a bola bater no mesmo ferro da baliza de Gonçalo. Sorte para os visitantes, que apostavam no contra-ataque com Alberto e Diogo Jorge sempre rápidos nas alas. Aos 37’ Diogo dispara perto da baliza de João Pedro e aos 40’ Alberto perde tempo de remate quando se exigia mais na área de rigor.Na 2ª parte o Avelarense continuou a porfiar mas aos 60’ surgiria o caso do jogo. Golo anulado aos da casa por alegado fora-de-jogo e expulsão de Pedro Jacob, por palavras. No entanto, esta adversidade empertigou mais o Avelarense e aos 65 minutos surge a igualdade. Neto empurra à boca da baliza um lance muito confuso, onde a defensiva marrazense não foi lesta a aliviar.O jogo abriu depois por completo, com as oportunidades a sucederem-se em ambas as balizas. Alberto e Miguel isolam-se aos 67’ e 70’ mas João Pedro primeiro e o poste depois, evitam o golo dos visitantes.Aos 86’ infantilidade de Fernando a puxar Normando na área. Pedro Almeida converteu o penalti e colocou os da casa na frente. No minuto seguinte Normando isola-se mas falha incrivelmente o ‘chapéu’.Até final foi o forcing completo do Marrazes mas João Pedro foi um autêntico milagreiro na baliza. Aos 90’+1’ negou o golo a Bocas e Miguel na mesma jogada com defesas ‘impossíveis’ e aos 90’+3’ fez o mesmo a remates de Miguel e do guarda-redes Gonçalo, que em desespero fora à área contrária.Arbitragem irregular de Hugo Pires e seus pares.

segunda-feira, abril 07, 2008

Ansião goleia Avelarense

Jogo no Campo da Mata, em Ansião
Árbitro: Sandro Soares

CC ANSIÃO: Aguiar; Pokinha, Zé António, Rogério Fazenda (cap.) e Edu; Palhais, Pedro Neves e Bajedas (Jorge Fazenda, 84’); Pernadas, João Pedro (Ruizito, 68’) e Bispo (Robson, 70’).
TR: RICARDO SILVA
Não utilizados: Marco, Telmo, Linas e Dádá.

AC AVELARENSE: João Pedro; Estarola, Góis, Eduardo (cap.) (Boavida, 50’) e Laranjas (Normando, 50’); Torrelhas, Luís Borges e Neto (Tito, 61’); Silveiro, Rafael e Pedro Jacob.
TR: FERNANDO SILVA
Não utilizados: Michael, Sardinha, Eddy e Sérgio.

Golos: Bispo (40’ e 67’) e Bajedas (60’, g.p. e 75’).
Disciplina: Amarelos a João Pedro (52’) e Pokinha (56’); Eduardo (31’), Laranjas (49’) e Silveiro (73’).
O CC Ansião venceu o derby concelhio frente ao rival AC Avelarense por quatro golos sem resposta. Uma vitória clara e justa como indica o marcador, embora por números exagerados.Contrariando as expectativas de que seria um jogo muito fechado, logo aos três minutos Bispo foge à marcação de Eduardo e dispara um míssil que ainda tirou tinta à trave da baliza de João Pedro. Aos 6 surge a resposta num lance idêntico, desta feita com Silveiro a disparar forte mas ligeiramente por cima do travessão de Aguiar. Foram dois lances fortuitos, pois a partir daí as equipas acertaram as marcações e o jogo não saiu da luta estéril a meio-campo, com raríssimas jogadas de mais de três passes seguidos.Na primeira jogada com princípio, meio e fim, aos 40 minutos, o Ansião adiantou-se no marcador. Bom envolvimento e Pernadas a deixar Bispo isolado. O avançado roda e remata colocado, sem hipóteses para João Pedro.Depois do intervalo o Avelarense surgiu mais empertigado e logo aos 47 minutos Rafael trabalha bem na área, mas remata à figura de Aguiar, quando se exigia muito melhor. Respondeu o Ansião e aos 49’, em duelo de João Pedros, levou a melhor o guardião forasteiro.Fernando Silva mexeu em seguida, lançando dois juniores para os lugares dos defesas Eduardo e Laranjas já ‘amarelados’. Normando mal entrou testou logo o pontapé e obrigou Aguiar a esticar-se bem e defender para a frente o potente remate do jovem avelarense. O Avelarense estava melhor e canalizava todo o jogo pelo flanco direito, onde Normando ia dando ‘dores de cabeça’ a Edu. Mas aos 60 minutos num contra-ataque local, Neto comete falta dentro da área sobre Bajedas. Penalti claro, que o próprio Bajedas transforma com êxito.Este golo foi um duro golpe para os visitantes, que baixaram animicamente, enquanto o CC Ansião transpirava confiança e ia trocando a bola com melhor clarividência. Ainda assim, aos 65 minutos Pedro Jacob cai na área em disputa com Rogério Fazenda, que lhe acerta com o cotovelo. O árbitro entendeu que foi sem intencionalidade, mas os visitantes protestaram e muito.Aos 67 minutos surge o 3-0. Pokinha vai muito bem à linha e cruza, surgindo Bispo como uma flecha, a encostar de cabeça para o fundo das redes. O Avelarense estava ‘desnorteado’ e no minuto seguinte Pernadas tem tudo para fazer o quarto, mas João Pedro brilha a grande altura. Aos 75 minutos surge mesmo o quarto golo da equipa de Ricardo Silva. Canto de Pernadas e Bajedas, completamente solto ao segundo poste, a subir bem alto e cabecear com êxito.Depois o CC Ansião deu-se ao ‘luxo’ de tirar os homens do jogo para o aplauso, enquanto do Avelarense deu a réplica possível, sempre com Normando a ser o mais esclarecido, conseguindo várias boas jogadas à linha, mas sem a melhor finalização dos seus colegas.Destaques no Ansião para a segurança defensiva de Rogério Fazenda e as tremendas exibições de Bispo e Bajedas, que bisaram. No Avelarense saliência para Góis, pelo espírito de luta, e Normando, pelo que espevitou na frente.Como dissemos no início a vitória do CCA não sofre a mínima contestação, embora o ACA não merecesse os números tão pesados do score.Sandro Soares fez uma exibição irregular, tal como os seus auxiliares. Sem interferência no resultado, acabou por cometer uma série de pequenos erros, que irritaram sobremaneira, especialmente os visitantes.

Marco Marques

segunda-feira, março 03, 2008

Vieirense vence em jogo de muitos golos

Avelarense 2-Vieirense 5
Jogo no Parque de Jogos Manuel Antunes Pintassilgo, Avelar
Arbitragem: Carlos Amado, auxiliado por Ricardo Morgado e Inês Ferreira

AC AVELARENSE: João Pedro; Paulo (Silveiro, 22’), Sardinha (Góis, 46’), Eduardo e Laranjas (André Dias, 22’); Eddy, Luís Borges e Pedro Almeida; Estarola, Rafael e Pedro Jacob (cap).
TR: FERNANDO SILVA
Não utilizados: Michael, Sérgio, Boavida e Diogo.

ID VIEIRENSE: Ramusga; William (Batalha, 55’), Daniel (cap.), Parreira e Léo; Nuno Rodrigues, João Leal e João Duarte; Luís Simões, João Pinto (Laureano, 61’) e Hugo Neto (Pedro Rodolfo, 86’).
TR: GATA, DANIEL E BATALHA
Não utilizados: Costinha, Renato, Roberto e Pedro Leal.

Golos: 0-1, Hugo Neto (17’); 0-2, João Pinto (19’); 0-3, Léo (34’); 1-3, Pedro Jacob (35’); 2-3, Pedro Almeida (43’); 2-4, Hugo Neto (74’) e 2-5, Batalha (90’+3’).
Disciplina: Amarelos a Luís Borges (32’), Eddy (38’), Pedro Jacob (56’), Eduardo (70’) e Estarola (90’); João Leal (63’), Luís Simões (73’) e João Duarte (80’ e 86’). Vermelho por acumulação a João Duarte (86’).
Sete golos, bolas nos postes e boas jogadas marcaram um jogo muito agradável de presenciar onde ambas as equipas demonstraram muita vontade em conquistar os três pontos. Logo aos 11 minutos o Avelarense poderia ter marcado. Rafael surge a cabecear mas Ramusga defende para a trave.Responderam os visitantes, que chegam ao golo no primeiro remate à baliza adversária. Bom trabalho de Luís Simões sobre a esquerda, a centrar para a entrada fulgurante de Hugo Neto no coração da área. Eficácia tremenda, potenciada dois minutos volvidos com João Pinto, muito rápido, a isolar-se e a fazer o segundo.A equipa da casa, ‘ferida’ por dois golos ‘prematuros’, não hesitava e procedia a duas substituições de imediato. Silveiro entrou bem e aos 27 obrigou Ramusga a brilhar novamente.Aos 35’ surge o terceiro para os visitantes. Um golo ferido de ilegalidade, já que é clara a falta sobre Silveiro em plena área. O árbitro faz vista grossa e Léo aproveita, aumentando o score.Os homens da casa estavam perplexos, mas ganharam novo ânimo logo em seguida, com Pedro Jacob, solto ao segundo poste, a reduzir. Minutos volvidos Pedro Almeida consegue marcar de fora da área, num lance em que a bola embate por duas vezes no ferro, antes de tabelar em Ramusga e entrar na baliza. Um golo que voltava a trazer incerteza ao resultado.Na segunda parte o Avelarense entrou bem e Pedro Jacob dispara forte mas o guardião vieirense dá o corpo à bola e cede canto. A partir daí o Avelarense foi perdendo força e o Vieirense mostrou-se sempre perigoso no contra-ataque, através do qual conseguiu ampliar o marcador com mais dois tentos e ainda enviar uma bola à trave.Resultado demasiado pesado para os da casa, mas que premeia a grande eficácia dos visitantes.A arbitragem de Carlos Amado foi contestada pelos da casa. De facto, com o seu currículo exigia-se mais acerto na interpretação de alguns lances. Contudo, erros flagrantes só lhe apontamos a falta que precedeu o terceiro golo vieirense, da qual também não teve a melhor colaboração do auxiliar.

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Avelarense perde com Alvaiázere e dá passo atrás

Avelarense 1-Alvaiázere 2
AVELARENSE: João Pedro; Paulo (Estarola, 63’), Sardinha, Eduardo e Laranjas (André Dias, 52’); Eddy (Neto, 52’), João Boavida e Pedro Almeida; Silveiro, Rafael e Jacob.
TR: FERNANDO SILVA
Não utilizados: João Sapateiro, Sérgio, Diogo e Tito.

ALVAIÁZERE: Castelão; Sergito, João Palheira, Pedro Rafael e Rui Palheira; Filipe, Calo, Nuno (Poeta, 70’) e Ricardo Mobarq; Hugo (Rafael, 65’) e Likas (João Rosa, 75’).
TR: RENATO GONÇALVES
Não utilizados: Luís, João Raposo e Renato.

Golos: 0-1, Ricardo Mobarq (20’); 1-1, João Boavida (80’); 1-2, Ricardo Mobarq (90’+2’, g.p.).
Disciplina: Amarelos a Laranjas (26’), Eduardo (51’ e 90’+2’), Rafael (66’), Pedro Almeida (75’), Neto (88’) e Estarola (90’+1’); Likas (51’) e Ricardo Mobarq (67’). Vermelho por acumulação a Eduardo (90’+2’).
O Avelarense deu um passo atrás na luta pela manutenção ao perder em casa (1-2) com o Alvaiázere, adversário directo nesse particular. Um desfecho envolto em muita polémica com a arbitragem de Domingos Lavinha a ser contestada de forma veemente pelos homens da casa. Indiferente a tudo isto, o GD Alvaiázere aproveitou as duas oportunidades que teve e conquistou os três pontos na semana em que ficou sem o treinador António Lagoa. Era mais um derby do norte do distrito muito aguardado, como são todos entre estas equipas. Este tinha o ‘aperitivo’ extra de ser de suma importância para o objectivo comum de ambas as equipas: a fuga à despromoção.Foi nesse prisma que se desenrolou a partida, com os nervos e a pressão a tolherem as capacidades inatas dos jogadores, que produziram de facto muito pouco. O Alvaiázere, orientado pelo jogador Renato em virtude da saída de António Lagoa, apresentou-se motivado e nos primeiros minutos conseguiu neutralizar as intenções do Avelarense, exercendo maior domínio na zona do meio-campo. E inauguraria mesmo o marcador fruto de uma pressão sobre o portador da bola no miolo. Falha do trinco avelarense, entrada antes do tempo do lateral direito e Ricardo Mobarq isolado na cara de João Pedro a desviar-lhe a bola do alcance. Estavam decorridos 20 minutos e era a primeira oportunidade de perigo em qualquer das balizas. O resto da primeira parte foi idêntico, com o Alvaiázere a neutralizar as tímidas investidas do Avelarense e a limitar-se a defender, satisfeito com o resultado.Na segunda parte o rumo dos acontecimentos alterou-se por completo, com o Avelarense a vir bem mais “agressivo” das cabines. Com as mudanças operadas por Fernando Silva a equipa ganhou outro balanço ofensivo e começou a carregar com mais intencionalidade. Até que surgiu o primeiro caso do jogo. Silveiro empurra para a baliza uma bola que o guarda-redes largou e o árbitro invalida o golo. Ficam-nos muitas dúvidas no lance, no entanto dá-nos a sensação que Castelão agarra a bola numa primeira instância mas talvez assustado com a entrada de Silveiro a larga depois. Domingos Lavinha estava muito longe mas não teve dúvidas em considerar falta. Benefício da dúvida.O Avelarense continuou a carregar mais e cada vez com maior perigo embora no último reduto falhasse redondamente, não efectuando remates enquadrados com a baliza do “pequeno” Castelão.Mas os homens da casa voltariam a reclamar do árbitro num lance que nos pareceu passível de grande penalidade. O central Palheira, com maior ou menor intencionalidade corta com o braço um cabeceamento de Laranjas. Crescia a contestação.Até que aos 80 minutos surge a igualdade. Centro primoroso de Estarola e o júnior João Boavida a aparecer no coração da área e a cabecear colocado para o fundo das redes.O Avelarense galvanizou-se e o Alvaiázere reagiu e pode também queixar-se de um erro do árbitro. Eduardo ceifa autenticamente Ricardo Mobarq à entrada da área e nem vê o segundo amarelo, nem é assinalada falta.Mas para o último minuto de descontos estaria guardado o maior caso. João Rosa centra rasteiro, Eduardo lança-se em carrinho na zona lateral da área e a bola bate-lhe no braço. Lavinha em cima do lance nada assinala, mas o auxiliar, também bem colocado não hesita e aponta castigo máximo. Lavinha conferencia e valida a indicação do auxiliar. Mais um lance de difícil julgamento que terá sido ainda mais contestado por ter ocorrido em período de descontos e por ter prejudicado a equipa que mais razões tinha de queixa. Eduardo vê então o segundo amarelo e respectivo vermelho mas continua em campo. O árbitro, visivelmente perturbado, não se apercebeu da situação e permitiu a marcação do penalty, convertido por Mobarq, com o central em campo. Houve nova contestação do banco e o juiz da partida deu imediatamente o jogo por terminado, com o treinador adjunto do Avelarense, Nuno Oliveira, também expulso.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Juniores do Avelarense atacados com paus e pedras

A equipa de juniores do Atlético Clube Avelarense (ACA) foi selvaticamente atacada por um gang no passado dia 16 de Fevereiro nas Caldas da Rainha. O incidente resultou em 4 feridos e muitos estragos no autocarro da Câmara Municipal de Ansião.
A comitiva chegava às Caldas da Rainha para disputar mais um jogo do Campeonato Distrital da Divisão de Honra, frente ao Caldas Sport Clube, quando foi interpelada por um grupo de jovens com cerca de 10 elementos aparentando idades entre os 18 e os 20 anos.O grupo realizava aparentemente uma espera e, quando os atletas começaram a sair do autocarro (em frente à mata da Quinta da Boneca) perguntaram pela sua proveniência. Quando a resposta foi “Avelar”, começaram a atacar utilizando paus e pedras e ferindo com gravidade os primeiros atletas a sair do autocarro. Alguns elementos fugiram para o campo e solicitaram ajuda à PSP e às pessoas que já estavam no campo, mas os agressores colocaram-se em fuga pela densa mata em frente ao Estádio e ninguém mais lhes pôs a vista em cima.Contudo um dos elementos do “gang”, provavelmente o que terá perpetrado o ataque, foi reconhecido por alguns jogadores do ACA que posteriormente o denunciaram à PSP. Trata-se de um jovem que na época passada foi júnior do Gaeirense e disputou a final do Campeonato Distrital da I.ª Divisão frente ao Avelarense. Esse jogador foi expulso do campo nessa partida e veio para a bancada, onde invadiu o espaço reservado aos adeptos do Avelarense, tendo criado um sururu que terá acabado com trocas de agressões.Pelos factos, este acto agora praticado tem ares de “vingança”, tese ainda mais sustentada porque alguns jogadores do Caldas tinham ouvido falar na região que esse grupo estava a planear um ataque à comitiva avelarense, o que se veio a confirmar.Dos atletas atingidos dois receberam assistência hospitalar, tendo sido suturados um deles com dois pontos na cabeça e outro com 4 no nariz. O motorista do autocarro foi atingido por uma pedra no tórax e ficou visivelmente abalado sendo aconselhado pelo médico de serviço a não conduzir o autocarro no regresso.Autocarro que também sofreu a ira dos agressores, tendo ficado com um vidro estilhaçado e outras amolgadelas provocadas pelas pedras arremessadas.Face ao sucedido não houve condições mínimas para a realização do jogo, tendo ambas as equipas acordado o adiamento para quarta-feira (20 de Fevereiro, pelas 21h30).A comitiva do Avelarense foi acompanhada ao longo de toda a tarde por vários elementos da Direcção do Caldas, que providenciaram de todos os meios de apoio possíveis.
Noticia do Jornal Horizonte - www.jhorizonte.com

domingo, janeiro 20, 2008

Muito Peniche para pouco Avelarense

Avelarense 1 - GD Peniche 5 Parque de Jogos Manuel Antunes Pintassilgo, Avelar
Arbitragem: Márcio Ferreira, auxiliado por Nuno Rodrigues e Cristiano Pereira
AC AVELARENSE: João Pedro; Estarola, Tiago Sardinha, Eduardo (Tito, 49’) e Laranjas (Pedro Ferreira, 52’); Luís Borges (Paulo António, 68’), Neto e Pedro Almeida; Luís Silveiro, Rafael e Pedro Jacob (cap.).
TR: FERNANDO SILVA
Não utilizados: Michael, Flávio, Sérgio e Pedro Moreira.

GD PENICHE: Hélio; João Ferreira (Magnusson, 75’), Laranja, Nhau e Rui João; Paulo Neves (cap.), Silvestre e Elísio; Emanuel (Valter, 81’), Bábá e Ruben (Paulinho, 77’).
TR: BASTOS LOPES
Não utilizados: João Miguel, Márcio, Vasco e Diogo.
Disciplina: Amarelos a Eduardo (8’) e Tito (62’); Ruben (43’), Elísio (45’) e Laranja (84’).Golos: 0-1, Emanuel (11’); 1-1, Pedro Jacob (20’); 1-2, Ruben (33’); 1-3, Ruben (35’); 1-4, Paulo Neves (59’) e 1-5, Paulo Neves (75’).
O GD Peniche voltou às vitórias, depois de um tropeção na última jornada. E que melhor do que um Avelarense em crise, para um Peniche ávido de mostrar que o Guiense foi um mero acidente de percurso?A equipa de Bastos Lopes voltou a mostrar um futebol dinâmico, envolvente e por vezes demasiado cruel frente a um Avelarense que deu boa réplica no início mas foi baixando de produção ao ritmo dos golos adversários.Um Peniche que nem precisou de utilizar o seu goleador Márcio, que assistiu do banco de suplentes à construção de uma goleada onde sobressaíram Ruben e Paulo Neves, ambos a bisarem no encontro.O primeiro a facturar foi Emanuel, à passagem dos 11 minutos através de um livre directo frontal, marcado de forma irrepreensível. Golo que “feriu” os avelarenses que davam boa réplica e também atacavam. Prova disso, aos 20 minutos surge a igualdade com Pedro Jacob a cabecear na pequena área para o fundo das redes, um centro magnífico de Estarola. Galvanizados, os avelarenses cresciam. Ao minuto 24 oportunidade clamorosa para Pedro Jacob bisar, mas este preferiu rematar de pronto, em vez de entrar mais na área. A bola, essa, passou a centímetros da trave.No minuto 33 o Peniche volta à vantagem e novamente em lance de bola parada. Ruben bate livre lateral de muito longe e coloca a bola no ângulo da baliza de João Pedro, com culpas no lance, apesar das dificuldades causadas pelo sol...Escassos momentos depois o 3-1. Defesa avelarense completamente parada a pedir fora de jogo a Elísio, e o veloz ala a arrancar para a baliza e a oferecer o golo a Ruben, que só teve de encostar. Dois golos num curto período que abalaram as esperanças dos da casa.Na segunda parte acentuaram-se as diferenças entre as equipas, nomeadamente a nível físico. Este facto aliado às alterações dos da casa, a apostar tudo no ataque, trouxe muitos espaços para o Peniche, que geriu a posse de bola como quis. Depois de Nhau ter ameaçado na sequência de livre, Paulo Neves surge solto na área e aumenta para 4-1. O mesmo jogador fecharia a contagem num disparo indefensável de fora da área. Pelo meio uma oportunidade para o Avelarense com Neto a proporcionar bom golpe de rins a Hélio.Até final uma chance para cada lado. Jacob bem colocado dispara por cima e Paulinho, recém entrado estoira de fora da área à trave.O resultado é totalmente justo e premeia uma equipa com futebol para outras andanças. Joga a toda a largura do terreno, tem elementos acima da média e trabalha bem as bolas paradas. O Avelarense vai disfarçando as suas limitações com muita entrega, mas isso não está a chegar nesta divisão...Trabalho regular de Márcio Ferreira e seus pares, que tiveram a tarefa facilitada pela postura correcta de ambas as equipas. Alguns equívocos em pequenas faltas, mas no geral não houve lances de grande polémica.
Jornal Horizonte

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