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quinta-feira, novembro 07, 2013

Técnico Paulo Roque recusa acusações de agressão

O jogo de domingo entre o Alfeizerense e o Bombarralense (2-1) continua a fazer correr muita tinta. Desta feita, é o técnico do conjunto de Alfeizerão, Paulo R...oque, que repudia as acusações de agressão de que foi alvo por parte do técnico da formação do Bombarral após o apito final de um jogo que teve que ser concluído antes do tempo fruto das cinco expulsões de que foi alvo o Bombarralense, deixando de ter o número mínimo de jogadores em campo para que o jogo prosseguisse.
Na edição de terça-feira do Diário de Leiria, o técnico do Bombarralense, Luís Camacho, acusou Paulo Roque de o ter agredido com “uma palmada no peito” assim como o guarda-redes suplente Fábio, tendo ambos apresentado queixa junto da GNR de São Martinho do Porto. Além disso, no dia seguinte, dirigiram-se ao Instituo de Medicina Legal, em Leiria, para fazer prova das agressões.
Um cenário que Paulo Roque - com quem o nosso jornal não conseguiu contactar na altura - vem agora repudiar. “Não agredi ninguém. Aquilo que tentei fazer foi serenar os ânimos depois de um jogador do Bombarralense ter atirado uma garrafa de água a um jogador meu. Para evitar mais confusão, tentei empurrar os meus jogadores para o balneário, por isso, tudo o que foi dito é mentira e isso será provado rapidamente porque tenho testemunhas que o podem comprovar”, sublinhou Paulo Roque, acrescentando ainda que, caso tivesse agredido alguém, “seria o primeiro” a retratar-se “publicamente e junto dos visados”.
O técnico do Alfeizerense refere ainda que durante todo o jogo “houve uma estratégia de provocação” por parte dos jogadores e do 'banco' do Bombarralense, pelo que avisou os seus jogadores para que “tivessem um grande controlo psicológico”. “Desde o início da partida, vi que alguns jogadores do Bombarralense, que conheço bem, estavam alterados, e ao marcarmos o primeiro logo aos dois minutos de jogo, o treinador principal e o adjunto começaram imediatamente a chamar de tudo aos árbitros, ao meu banco e aos meus jogadores”, frisou.
A direcção do Alfeizerense enviou ontem um comunicado ao Diário de Leiria demonstrando todo o apoio ao seu treinador e estranhando que as alegadas agressões não tenham sido reportadas às forças policiais presentes no jogo.

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Bombarralense alvo de processo disciplinar


 Foram ontem conhecidos, através da Associação de Futebol de Leiria, os castigos aplicados para os próximos jogos sendo visível que três jogadores do Bombarralense (Bruno Ganhão, Edgar Fialho e Jorge Rosa) levaram um jogo de suspensão, enquanto André Carvalho e Miguel Caroço foram castigados com dois jogos de suspensão. Para além disso, pode ler-se que o Bombarralense será alvo de um processo disciplinar. Do lado do Alfeizerense, não houve qualquer castigo.
 
José Roque - Diário de Leiria
 

terça-feira, março 03, 2009

Jogo entre vizinhos termina em zaragata

O jogo entre as equipas do SL Marinha e ‘Os Unidos’ de Casal dos Claros, Amor, acabou por terminar ao pontapé já perto dos balneários envolvendo dois jogadores. Hugo Caminho, chefe do departamento de futebol do clube visitante, afirmou ao Diário de Leiria que “o jogo teve uma arbitragem vergonhosa que prejudicou o nosso clube”. Aos 47 minutos, diz o responsável, expulsou injustamente um jogador da equipa visitante, para “depois ter mandado tomar banho mais cedo um jogador da casa e outro nosso”. “Estávamos a ganhar por 2-1 e o SL Marinha acabou por fazer o 2-2 e, por fim, o 3-2, num fora-de-jogo escandaloso, obtido no final dos oito minutos de descontos”, acusa o responsável, adiantando que no final do encontro o jogador Mário Balseiro trazia a bola e o árbitro pediu-lha. “O atleta não a quis dar e houve troca de palavras. O juiz mostrou o segundo cartão amarelo e, obviamente, o vermelho. Já perto dos balneários, o jogador dirigiu-se ao nosso atleta Caça, depois de ter tentado agredir o árbitro”, acrescenta, salientando que “deu um forte pontapé na canela do nosso atleta e até partiu a caneleira”. O jogador Caça foi ao Hospital de Leiria para ser assistido e apresentou queixa na PSP da Marinha Grande", referiu Hugo Caminho.O responsável afirma que “teve mesmo que haver reforço policial” e que, no fim do encontro, o presidente do SL Marinha pediu-nos desculpa pelo sucedido.
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Hélder Serra considera que o caso foi empolado
O presidente do SL Marinha, Hélder Serra, referiu que foi um caso em que pessoas crescidas não se entenderam "porque já dentro do campo tinham existido algumas picardias entre Mário Balseiro e o Caça”. No final, diz Helder Serra, como o Mário estava exaltado por ter sido expulso e como o Caça, que estava junto à porta do balneário dos visitantes provocou-o, foi agredido, apresentou queixa na PSP e foi observado no posto médico da Marinha Grande. “O clube lamenta que estas coisas aconteçam, até porque estimo muito os dois jogadores. Não existem razões para que isto aconteça, mas as pessoas andam muito exaltadas", remata Hélder Serra.
Tuna Caranguejeiro - Diário de Leiria

segunda-feira, novembro 10, 2008

Jogo SL Marinha - CDR Outeirense interrompido aos 84 minutos

O jogo SL Marinha -CDR Outeirense referente á 7ªJornada da 1ªDistrital/Sul foi interrompido aos 84 minutos de jogo pelo árbitro Ricardo Martinho, que deu o jogo por finalizado. Foi ao longo de todo o jogo, um jogo muito quezilento, com o árbitro ainda na 1ªparte, aos 38 minutos, a expulsar o capitão da equipa da Ordem, Vareta. Já na 2ªparte, e depois de uma enorme confusão envolvendo jogadores das duas equipas, nova expulsão, desta vez para Marcóides do SL Marinha. O jogo continuou quente, com as equipas a nada facilitarem o trabalho da equipa de arbitragem, que diga-se em abono da verdade também foi somando os seus erros. Até que aos 84 minutos acontece o caso do jogo, numa altura em que as duas equipas estavam empatadas a uma bola. Lance junto ao banco do SL Marinha, Pailé (CDR Outeirense) tem uma entrada mais dura sobre Garcia (SL Marinha). Esta entrada dá origem a protestos e rapidamente se gera uma enorme confusão envolvendo jogadores dos dois clubes e do banco de suplentes do SL Marinha. Acontece tudo de uma forma bastante rápida e se numa primeira fase a confusão envolve apenas os jogadores e banco do SL Marinha, rapidamente se alarga também há equipa de arbitragem, sem que nos tenha sido possível apurar ao certo tudo o que aconteceu no meio daquela multidão. Após alguns minutos de confusão e de momentos que em nada dignificam o futebol, o árbitro Ricardo Martinho, indicou o fim do jogo, quando ainda faltavam 6 minutos para o seu final e tendo ficado o atleta do SL Marinha, Garcia, no chão, tendo mesmo que ser assistido no hospital. Também o assistente do árbitro, Nuno Leal foi assistido mais tarde no hospital, sendo certo que quer num caso , quer no outro, não são situações que inspirem grandes cuidados.
Os incidentes foram bastante rápidos e ao que foi possível o nosso blog apurar, as versões são bastante contraditórias. Por um lado técnicos e atletas do SL Marinha queixam-se de agressões por parte do fiscal de linha, por outro lado a equipa de arbitragem também se queixa de agressões, pelo que certamente este vai ser mais um caso que ainda vai fazer correr muita tinta...

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