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sexta-feira, janeiro 10, 2014

Processo contra Paulo Roque foi arquivado

O treinador do SU Alfeizerense Paulo Roque viu o processo contra si movido pelo técnico do SCE Bombarralense, Luís Camacho, e pelo jogador Fábio Monteiro, ser arquivado pelo Ministério Público de Alcobaça. A acusação remontava ao dia 3 de Novembro de 2013 durante o jogo de futebol entre o Alfeizerense e o SCE Bombarralense, jogo que acabou com vários desentendimentos entre jogadores e equipas técnicas, gerando-se uma grande confusão.
Na sequência de tal desacato, Paulo Roque foi acusado de ter "dado uma palmada no peito do técnico Luís Camcho" e agarrado Fábio Monteiro, "atirando-o de encontro a um banco", com os dois alegados agredidos a apresentarem queixa por crime de ofensa à integridade física simples.
Ouvido pelo Diário de Leiria, Paulo Roque sempre negou as acusações e viu agora o Ministério Público dar-lhe razão. "O arguido nega a prática de tais agressões , afirmando que, para evitar o desenvolvimento do tumulto, ia empurrando os jogadores do Alfeizerão para o balneário. As testemunhas arroladas confirmam a versão", pode ler-se no despacho do Ministério Público a que o DL teve acesso, que acrescenta que "dos elementos de prova reunidos nos autos não resultam indícios suficientes da prática dos factos alegados", tendo sido dada ordem para o arquivamento do processo.
Como prova foi também tida em conta o relatório da GNR onde se pode ler que Paulo Roque "tentou terminar a disputa", não tendo havido lugar a nenhuma agressão.


José Roque - Diário de Leiria

quinta-feira, novembro 07, 2013

Técnico Paulo Roque recusa acusações de agressão

O jogo de domingo entre o Alfeizerense e o Bombarralense (2-1) continua a fazer correr muita tinta. Desta feita, é o técnico do conjunto de Alfeizerão, Paulo R...oque, que repudia as acusações de agressão de que foi alvo por parte do técnico da formação do Bombarral após o apito final de um jogo que teve que ser concluído antes do tempo fruto das cinco expulsões de que foi alvo o Bombarralense, deixando de ter o número mínimo de jogadores em campo para que o jogo prosseguisse.
Na edição de terça-feira do Diário de Leiria, o técnico do Bombarralense, Luís Camacho, acusou Paulo Roque de o ter agredido com “uma palmada no peito” assim como o guarda-redes suplente Fábio, tendo ambos apresentado queixa junto da GNR de São Martinho do Porto. Além disso, no dia seguinte, dirigiram-se ao Instituo de Medicina Legal, em Leiria, para fazer prova das agressões.
Um cenário que Paulo Roque - com quem o nosso jornal não conseguiu contactar na altura - vem agora repudiar. “Não agredi ninguém. Aquilo que tentei fazer foi serenar os ânimos depois de um jogador do Bombarralense ter atirado uma garrafa de água a um jogador meu. Para evitar mais confusão, tentei empurrar os meus jogadores para o balneário, por isso, tudo o que foi dito é mentira e isso será provado rapidamente porque tenho testemunhas que o podem comprovar”, sublinhou Paulo Roque, acrescentando ainda que, caso tivesse agredido alguém, “seria o primeiro” a retratar-se “publicamente e junto dos visados”.
O técnico do Alfeizerense refere ainda que durante todo o jogo “houve uma estratégia de provocação” por parte dos jogadores e do 'banco' do Bombarralense, pelo que avisou os seus jogadores para que “tivessem um grande controlo psicológico”. “Desde o início da partida, vi que alguns jogadores do Bombarralense, que conheço bem, estavam alterados, e ao marcarmos o primeiro logo aos dois minutos de jogo, o treinador principal e o adjunto começaram imediatamente a chamar de tudo aos árbitros, ao meu banco e aos meus jogadores”, frisou.
A direcção do Alfeizerense enviou ontem um comunicado ao Diário de Leiria demonstrando todo o apoio ao seu treinador e estranhando que as alegadas agressões não tenham sido reportadas às forças policiais presentes no jogo.

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Bombarralense alvo de processo disciplinar


 Foram ontem conhecidos, através da Associação de Futebol de Leiria, os castigos aplicados para os próximos jogos sendo visível que três jogadores do Bombarralense (Bruno Ganhão, Edgar Fialho e Jorge Rosa) levaram um jogo de suspensão, enquanto André Carvalho e Miguel Caroço foram castigados com dois jogos de suspensão. Para além disso, pode ler-se que o Bombarralense será alvo de um processo disciplinar. Do lado do Alfeizerense, não houve qualquer castigo.
 
José Roque - Diário de Leiria
 

terça-feira, novembro 05, 2013

Expulsões, agressões e um jogo que não chegou ao fim

Em jogo a contar para a 1ªDivisão Distrital, Alfeizerense e Bombarralense protagonizaram mais um triste episódio para o futebol distrital já que no confronto entre os dois emblemas no passado domingo, houve cinco jogadores expulsos do lado da formação do Bombarral, o que precipitou o fim do jogo antes do tempo previsto, para além de agressões a caminho dos balneários entre jogadores e treinadores.
O técnico do Bombarralense, Luís Camacho, e o guarda-redes suplente Fábio, alegam inclusivamente terem sido agredidos pelo técnico do Alfeizerense, Paulo Roque, tendo apresentado queixa junto da GNR de São Martinho do Porto.
Mas comecemos pelo início. Ao longo do jogo, o Bombarralense foi vítima de duas expulsões por acumulação, mas já no período de dez minutos de compensação dados pelo árbitro Nélson Pereira deu-se a terceira expulsão por acumulação, o que provoca a ira e revolta dos homens de Bombarral.
Um dos jogadores ofendeu o árbitro, tendo visto vermelho direto, enquanto um outro teve o mesmo destino ao tirar a camisola do corpo e entrega-la ao árbitro.
Com apenas seis elementos em campo por parte do Bombarralense, o árbitro viu-se obrigado a dar por concluída a partida, mas os ânimos estavam longe de se acalmar. Quando os jogadores estavam à porta dos balneários, há um jogador do Bombarralense que alegadamente atira uma garrafa de água a um adversário tendo-se gerado a confusão total. Ambos os treinadores tentaram separar os jogadores das equipas, quando, segundo Luís Camacho, o treinador da equipa adversária o agrediu com uma "palmada no peito".
"Não vou ilibar os meus atletas que não tiveram um comportamento correto após o final da partida e que eu não tolero de forma alguma. Por outro lado, não condeno os jogadores do Alfeizerense, mas sim o seu treinador que parecia um touro enraivecido", explicou Luís Camacho.
O treinador do Bombarralense vai ainda mais longe e apelida a equipa de arbitragem de "ridícula" e que "mostrou durante todo o jogo toda a amizade que tem ao treinador do Alfeizerense", chamando á arbitragem de Nélson Pereira de "habilidosa e vergonhosa", já que, na sua opinião, as expulsões foram  "ridículas", demonstrando uma "incrível dualidade de critérios", disse.
O técnico Luís Camacho e o guarda-redes suplente Fábio deslocaram-se ontem ao Hospital de Leiria seguindo assim os trâmites legais aquando da apresentação de uma queixa por agressão, esperando agora que sejam apuradas responsabilidades.
O Diário de Leiria, até ao fecho da edição, tentou contactar o técnico do Alfeizerense, Paulo Roque, mas o telemóvel estava desligado.
Para a história fica um jogo que não chegou ao fim numa altura em que o Alfeizerense vencia por 2-1. o que permitiu á equipa de Paulo Roque subir à segunda posição.
 
José Roque - Diário de Leiria

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