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quinta-feira, maio 09, 2013

Seniores : Fim de Ciclo no CDR Outeirense

Acabado o campeonato, muitas das equipas participantes no campeonato distrital da 1ªDivisão começam já a preparar a próxima temporada. É o que acontece com o CDR Outeirense, onde é já certa a não continuidade do técnico Sérgio Lavos. Dois anos e meio depois de ter assumido o comando técnico do clube, o técnico natural da Praia da Vieira, encerra assim uma página na sua carreira. Não sendo certo ainda o seu substituto, até porque ainda vão existir eleições no clube, um dos nomes que tem sido apontado por muitos como sendo o mais natural, é o de Rui Botas, atual técnico dos Juniores do ID Vieirense, o que a concretizar-se, seria um regresso ao clube.
 
Mais sobre o técnico Sérgio Lavos, aqui e aqui !!

quarta-feira, abril 24, 2013

Seniores : Yann Santos e João Lourenço (Caseirinhos) suspensos por quatro jogos

1 jogo - Ricardo Marques (CD Pataiense), Rui Marques (SCE Bombarralense), Hugo Alberto (Gau/Bajouca), João Fernandes (Caseirinhos)
2 jogos - Fábio Pereira (GD Pelariga), Joaquim Pedro (SL Marinha), Renelson Costa (SL Marinha), Ricardo Almeida (R.Pedroguense), João Magalhães (Gau/Bajouca), Mauro Oliveira (Gau/Bajouca), Pedro Simões (Caseirinhos), Bruno Sardinha (GDR Boavista)
3 jogos - Nuno Canhoto (SCE Bombarralense)
4 jogos - Yann Santos (Caseirinhos), João Lourenço (Caseirinhos)
Suspensões - Paulo Ferreira (SCE Bombarralense / 25 dias), Sérgio Lavos (CDR Outeirense / 15 dias)
Multas - José Quintas (AD Figueiró Vinhos / 15 €), Paulo Ferreira (SCE Bombarralense / 50 €), António Paiva (GDR Boavista / 15 €), Sérgio Lavos (CDR Outeirense / 30 €)
Diversos - Caseirinhos (Processo Disciplinar)
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sexta-feira, dezembro 14, 2012

CDR Outeirense : Quando os profissionais dão tudo no futebol distrital

Experiência
Sérgio e Manuel jogaram futebol profissional. Terminada a carreira, encontraram no distrital o caminho para ensinar o que sabem de uma arte que “é igual em todo o lado”
 Jogaram mais de 15 anos, enfrentaram os maiores clubes nacionais e experimentaram os sabores de jogar na principal liga de futebol nacional e as agruras de descer de divisão. Sérgio e Manuel têm mais em comum: além do apelido – Lavos – os dois jogaram vários anos em clubes madeirenses (União da Madeira e Camacha, respetivamente), tiveram Manuel Cajuda como treinador (um no Belenenses, outro na União de Leiria) e defrontaram-se num jogo da Liga, na época de 1994/95.
Há mais um elemento em comum: os dois ex-jogadores formam atualmente a equipa técnica do Outeirense, que atua na I divisão distrital.
Há diferenças para o futebol profissional? “O futebol é igual, joga-se da mesma forma”, explica Sérgio Lavos, que orienta a equipa pela terceira época, depois de experiências como adjunto do conterrâneo José Dinis no Varzim e no Lusitânia (Açores), e nos juniores do Sport Lisboa e Marinha.
Já Manuel Lavos, ex-guarda-redes, chegou ao Outeirense por convite. “Trouxe um know how e uma qualidade [ao treino de guarda-redes] que até então não tínhamos”, conta Sérgio Lavos, de 44 anos, natural da Praia da Vieira.
A dimensão do futebol distrital, na sua opinião, não se compara à das competições profissionais. “Esta é a última divisão, é o fundo da tabela. Logo a exigência para quem faz um hobie é diferente de quem é profissional. Os ritmos são diferentes, as infraestruturas também, mas o treino e o jogo são iguais. É futebol”, defende.
A dupla, acompanhada por Rui Jorge, está satisfeita com os resultados. Quer subir à Honra e sabe que vai “chatear muitas equipas”.  “Não é pera doce jogar no Campo das Camarneiras”, diz. No ano passado, apenas perderam dois jogos no campeonato e a subida à honra foi travada em grandes penalidades. “Estamos cá para fazer o nosso papel e vamos jogar dessa forma, para ganhar”, diz o técnico.
O Clube “Os Democratas” Recreativo Outeirense nasceu após o 25 de abril de 1974. Dois homens da terra desafiaram um outro que passava no lugar, para nivelar um terreno baldio, com camarneiras, a troco de cinco contos. O desafio pegou e nasceu o campo onde atualmente joga a equipa.
Uma comissão administrativa deu força ao projeto e um emigrante da terra, residente no Brasil, ofereceu 100 contos a troco da expressão “Os Democratas” no nome do clube.
Heleno Dinis recorda-se desses tempos. Está na direção do Outeirense desde 1980. Já foi presidente, tesoureiro e orgulha-se de ter ajudado a construir, literalmente, a sede do clube. Ele e muitos dos atuais dirigentes. “Costumo dizer que é o meu filho mais velho. Dia em que não venha ao clube, a minha mulher estranha”, afirma.
O mesmo acontece com Paulo Coelho. Há cinco anos que ocupa o lugar de presidente da direção. Faz um balanço positivo e está satisfeito por ter avançado com a construção do sintético. Faltam pagar cerca de 30 mil euros.
Com equipa federada desde 1979, o clube só aposta na constituição da equipa sénior e não sabe como vai ser o amanhã. “Da maneira como isto está, é muito complicado perceber como vamos sair disto. Todos os anos as despesas aumentam. O nosso trabalho é importante, contribuímos para a sociedade e levamos o nome da terra mais além”, afirma o presidente que, antes de abandonar a direção, gostava de ganhar uma Taça do Distrito de Leiria, em pleno estádio municipal. “Nunca ganhámos nenhuma. Gostava de chegar ao estádio e vencer. Acho que era um marco importante para o clube”, acrescenta.
Dia 17, o clube assinala 35 anos que serão celebrados num jantar convívio, dia 21, com jogadores, diretores e família.

Texto - Marina Guerra
Foto – Joaquim Dâmaso

quinta-feira, outubro 18, 2012

Seniores : Sérgio Lavos contra modelo da Taça Distrital



Treinador do CDR Outeirense diz que os clubes irão ficar parados um mês antes de começar campeonato da 1ªdivisão distrital.
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As vozes contra o novo modelo da Taa Distrital têm-se feito têm-se feito ecoar; e aúltima surgiu por intermédio do treinador do CDR Outeirense, Sérgio Lavos. Este ano a Associação de Futebol de Leiria decidiu implementar um Torneio Preliminar da Taça Distrital que consite na criação de quatro grupos com cinco equipas cada, onde o último classificado fica afastado do resto da competição que será disputada nos moldes tradicionais, ou seja, por eliminatórias.
Depois das critícas de Luís Bilro, foi a vez de Sérgio Lavos garantir que não estão a ser salvaguardados os interesses dos clubes amadores de Leiria. "Esta é uma competição para encher calendário. Ou seja, vamos defrontar quatro equipas e depois vamos estar parados um mês à espera que comece a I divisão distrital que só vai ter início a 2 de Dezembro", afirmou o técnico após a primeira jornada da Taça Distrital em que o CDR Outeirense defrontou a UD Leiria no Estádio Municipal, averbando uma derrota por 1-0.
Para Sérgio Lavos seria mais lógico as competições iniciarem-se com a I divisão distrital e só depois com a Taça Distrital. " Acho que deveria ser ao contrário a formatção das competições. Devia-se previligiar as equipas amadoras porque trabalham por amor à camisola e estar um mês sem jogar depois de acabar esta competição é muito longo" disse.
Apesar de tudo, o técnico do CDR Outeirense salienta que esta é uma competição em que a sua equipa vai tentar surpreender. "O Outeirense vai tentar ganhar a prova, mas, como é óbvio, não me pedem nem eu peço aos meus jogadores para ganharem todos os jogos. Há equipas com maior responsabilidade. No ano passado chegámos aos quartos-de-final da Taça Distrital e temos a esperança de paulatinamente irmos ganhando jogos para chegar o mais longe possível", explicou Sérgio Lavos.
"Eu gostava de ganhar a Taça e por isso vão ter de levar connosco e terão que ser mais competitivos que nós", concliuiu o técnico.

Texto : José Roque (Diário de Leiria)

domingo, maio 22, 1988

Seniores do Industrial Desportivo Vieirense 1987-1988

Subida à 3.ª Divisão Nacional.

Em cima da esquerda para a direita - Marturio Rodrigues Correia (Dirigente), Carlos Morais (Médico), Frutuso Campos (Dirigente), Rui Vicente (Dirigente), João Mouco (Dirigente), Piriquito (Massagista), Machado, Sousa, José Sousa, Humberto Canina, Virgolino, Raúl Veríssimo (Dirigente), Teixeira (Dirigente), Alfredo João (Presidente)

No meio da esquerda para a direita - Armando Vicente (Dirigente), Carvalho (Dirigente), Joaquim Manuel Ramusga (Dirigente), Carlos da Fantina (Dirigente), Joaquim Boiça (Roupeiro), Sérgio Lavos, Júlio Neto, Júlio Coelho, Mário Cristino, Luciano (Treinador-Jogador), José Lucas, Guilherme Marcelino, Fernando Lopes

Em baixo da esquerda para a direita - Toninho, Zé Lino, Júlio Gaspar, Rui Loureiro, Quim Zé, Mário Ribeiro, Armando Barrote.

Legendagem com a preciosa ajuda de Maurício Pinto

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