terça-feira, abril 07, 2009

E a goleada ali tão perto

Parque de Jogos Manuel Antunes Pintassilgo, Avelar
ARBITRAGEM: Rudi Silva, auxiliado por David Alexandre e Luís Soares

AVELARENSE: Hélder; Paulo António (Rodolpho, 55’), Sardinha, Torrelhas e Paulo Miguel; Luís Borges, Pimenta (Sérgio, 76’) e Pedro Almeida; Pedro Moreira (Ferreira, 36’), Rafael e Normando.
TR: NUNO OLIVEIRA
Não utilizados: Miguel, Flávio, Neto e Flechas.
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CASEIRINHOS: Humberto; DD, Nuno, Miranda e Repolho; João, Bruno (Subtil, 79’) e Gil (Vítor, 69’); Marco, Jopinha e Valeiro (Filipe, 85’).
TR: PAULO SILAS
Não utilizado: Arlindo.
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GOLOS: Normando (21’) e Pedro Almeida (23’).
DISCIPLINA: Amarelo a Sérgio (90’).
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Avelarense e Caseirinhos defrontaram-se num duelo onde os anfitriões eram claramente favoritos. Favoritismo notório pelo fosso pontual entre as duas equipas, pelo momento de forma que ambas atravessam e também pelo facto do jogo ser em Avelar.Cedo deu para perceber que o jogo seria quase de sentido único, com o Avelarense a tomar conta da partida, gerindo a bola e atacando com tudo sobre o seu adversário. Adversário que se defendia como podia e ousava jogar com a defesa em linha, numa opção de risco que se veio a revelar acertada.O primeiro lance de golo iminente ocorreu aos 9 minutos, com Pedro Almeida a proporcionar a Humberto um bom golpe de rins. Um dos vários sinais de perigo dos homens da casa na primeira vintena de minutos, que contudo só ao minuto 21 fizeram alterar o marcador. Boa abertura de Paulo António a isolar Normando pela direita e o avançado a aproveitar a saída extemporânea de Humberto para lhe fazer um chapéu de belo efeito. Poucos segundos depois o mesmo Humberto efectua mal uma reposição de bola, o meio-campo avelarense ganha fácil e Pedro Almeida aumenta para 2-0, depois de contornar o guardião forasteiro.Até ao intervalo, Ferreira, que havia substituído Pedro Moreira por lesão, ainda teve dois bons ensejos para ampliar mas não foi eficaz.Em termos ofensivos pouco se viu do Caseirinhos, incapaz de perturbar o último reduto do Avelarense. Apenas Marco ia revelando alguns lampejos, mas mesmo assim muito ténues.Na segunda parte a história do jogo faz-se pelo sem número de oportunidades falhadas pela equipa da casa. Chegou a ser confrangedor, tal a ineficácia e falta de calma na concretização. Normando e especialmente Ferreira tiveram nos pés chances para elevar o marcador para números pouco habituais. Aos 46’, 47’ e 48’ os avançados locais, só com Humberto pela frente não conseguiram atinar com a rede e quando enquadraram a bola com a baliza o guardião e os ferros evitaram mais golos. Rafael aos 61’ num centro remate e Pimenta aos 74’ de cabeça levaram a bola a bater na trave do afortunado Humberto. Realce ainda para o número de vezes que os dianteiros avelarenses foram apanhados em fora-de-jogo e aí mérito para a linha recuada dos Caseirinhos, que incapaz de travar em velocidade o ataque contrário, optou e bem por este sistema.Com o jogo a caminhar para o final o ritmo local foi desvanecendo, também influenciado pelo desastre na finalização, mas o Caseirinhos nunca conseguiu mais do que algumas trocas de bola no meio-campo.Arbitragem tranquila de Rudi Silva e seus auxiliares.

Marco Marques- O Derbie

4 comentários:

  1. Uma perfeita analise daquilo que se passou

    Parabens Marco por uma excelente crónica

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  2. esse marco nao presta como pessoa nem como jornalista

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  3. E este Mraco que não falasse bem do Avelar. Enfim.. Isenção, sff!

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  4. Já viste que ninguém te liga ó cromo? Podes atacar cobardemente sob anonimato quantas vezes quiseres que o Marco é superior a isso! Nunca escondeu as suas preferências e nem precisa de o fazer. Deves ser algum frustrado que nunca foi elogiado por ele...

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Pense duas vezes antes de comentar.
Moderação e bom senso é o que se pede!
Difamações e picardias valerá apena?

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