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sexta-feira, agosto 02, 2019

Leandro Santos: "Prometo um grupo forte e ambicioso"

Depois de uma época de estreia atribulada, Leandro Santos acredita que em 2019/2020 o Ginásio pode brilhar na Lizsport Divisão de Honra. O REGIÃO DE CISTER esteve à conversa com o técnico e, além da nova temporada, abordou também o que correu menos bem na época passada, em que o clube registou a pior carreira de sempre no escalão principal da AF Leiria.

REGIÃO DE CISTER (RC) > Que balanço faz da primeira época como treinador principal do Ginásio?
LEANDRO SANTOS (LS) > O balanço não foi positivo. Batemos vários recordes negativos, como foi diversas vezes lembrado pela imprensa. Num clube como o Ginásio é mais do que razão para a época não ter sido boa independentemente de como foi preparada.

RC > A que se deveu esse registo?
LS >  É preciso perceber que foi feito um plantel praticamente novo. Da época anterior ficaram cinco jogadores, dos quais três não eram primeiras escolhas. Foi preciso contratar 17 jogadores, dos quais três eram ex-juniores e dos outros 14 alguns não jogavam há duas ou três épocas. Alguns não eram titulares nos clubes de onde vinham e até houve um jogador que veio dos veteranos para ajudar. Aliado a estas alterações houve também alguma inexperiência, a adaptação a novas rotinas e métodos de trabalho diferentes.

RC > O 9.º lugar representou o que foi o campeonato?
LS > O 9.º lugar foi o lugar possível numa época atípica em que a determinada altura se pensou que poderíamos lutar pelos seis primeiros lugares da tabela, e noutra em que se temeu cair para a zona de despromoção. Com um bocadinho mais de experiência em determinados momentos, um pouco de sorte e compromisso de todos, podíamos ter ficado uns lugares mais acima na tabela classificativa.

RC > Foi também consequência da redução do orçamento a que o clube esteve sujeito?
LS > A política da Direção passou pela redução orçamental bem como por tentar formar um plantel maioritariamente de Alcobaça e de jogadores formados no clube, situação que aceitei, mesmo sabendo dos riscos. O presidente Hélder Nunes pediu-me para tentar ficar no meio da tabela e que criasse um grupo alegre, com bom balneário.

RC > A equipa esteve 11 jogos sem vencer. O que é que aconteceu?
LS > Em momentos cruciais ficámos privados de jogadores importantes devido a lesão. A época é longa e há quebras de forma, o que, num plantel curto e com algumas lacunas em determinados setores, vem criar muitos problemas. Faltou alguma experiência e sorte. Nessa série houve algumas derrotas e empates que foram grandes injustiças e que só por mero azar não conseguimos a vitória. 

RC > Mas conseguiram terminar o campeonato com três vitórias consecutivas...
LS > Tínhamos um grupo unido, com bom ambiente e companheirismo, e essa união ajudou a equipa a dar a volta à situação. A prova que às vezes bastava a bola querer entrar e mudar a história de um jogo aconteceu na partida com o Ansião, em que ao intervalo perdíamos por 0-3 e fomos ganhar o jogo na 2.ª parte por 5-3.

RC > Numa entrevista ao REGIÃO DE CISTER disse que era um ano de mudança e que queria criar uma equipa para no futuro ganhar títulos. O “futuro” pode passar ganhar títulos na próxima temporada?
LS > Títulos não prometo. Prometo um grupo forte, ambicioso, e a entrar em todos os campos com uma grande ambição de ganhar, aliando um bom futebol e dignificando o clube.


RC > Na entrevista que concedeu ao jornal referiu também a aposta da formação do clube. Na próxima temporada, quantos jogadores da formação vão integrar a equipa sénior? 
LS > Do escalão de juniores não irá subir ninguém. Houve alguns problemas com a equipa na temporada passada, que infelizmente acabou a época com uma equipa formada em grande parte por atletas juvenis a jogar pelos juniores. No entanto, no plantel que terminou a participação na 2.ª Divisão nacional de juniores, havia pelo menos dois jogadores que pretendíamos que integrassem a equipa sénior esta temporada, mas por motivos pessoais não o vão fazer. Vamos então apostar no regresso de jogadores que foram formados no clube.

RC > Acredita que no clube a formação tem qualidade para formar os futuros jogadores da equipa sénior?
LS > Sim acredito que tem qualidade para formar os futuros jogadores da equipa principal. A época passada ficámos com três jogadores dos juniores (Tomás Santos, Guilherme Sousa e João Pimentel), dos quais dois foram titulares nos seniores logo no primeiro ano. Este ano infelizmente não ficará nenhum ex-júnior, mas acredito que na próxima época haverá  alguns jogadores que poderão integrar a equipa principal, visto que quando ainda faziam parte do escalão de juvenis também já estavam a participar no campeonato nacional de juniores. Mas para isso é preciso que também existam infraestruturas para que os técnicos possam trabalhar melhor as suas equipas. Jovens a querer praticar futebol há muitos, basta ir durante a semana ao estádio Municipal.

RC > O que quer dizer quando fala em infraestruturas?
LS > Falo na criação de mais um campo de futebol, nem que seja um campo de futebol 7.

RC > Voltando ao plantel principal. Até à data apenas são conhecidas contratações de jogadores provenientes do Maceirinha, clube que confirmou a descida à 1.ª Divisão distrital…
LS > O facto de contratar jogadores a uma equipa que desceu de divisão não quer dizer que não exista qualidade. O clube contrata os jogadores que pode, mas também jogadores que mostrem querer representar o clube dentro daquilo que pretendemos. Posso afirmar que já contactámos diversos jogadores que não aceitaram. O presidente estabeleceu um teto salarial por forma a cumprir com todos portanto não iremos entrar em loucuras. Até porque queremos respeitar os elementos que estão há mais tempo no clube e que aceitam as condições oferecidas.

RC > Quais são os objetivos definidos para atacar a próxima temporada? O regresso aos nacionais é um deles?
LS > Os objetivos são ter uma equipa a praticar bom futebol, procurando, domingo após domingo, ir tentando vencer os adversários que temos pela frente. No fim fazemos as contas e esperamos que essas sejam melhores do que na época passada.

Rafael Raimundo - Jornal Região de Cister

sexta-feira, dezembro 30, 2011

Ginásio Clube de Alcobaça domina onze ideal do ano de 2011 promovido pelo Região de Cister


O Ginásio é o clube mais representado no onze ideal de 2011, segundo uma votação promovida pelo REGIÃO DE CISTER junto dos técnicos das cinco equipas da região.

O guardião Vítor Maranhão, o médio Tiago Lopes e os avançados Bruno Novo e Rúben Silva são os azuis que mais se destacaram na conquista da Divisão de Honra distrital sob o comando de Walter Estrela. A este lote juntou-se o lateral-direito Bruno Vidinha, que já tinha entrado na história do Nazarenos como o primeiro totalista do clube na Honra. Por seu turno, Rúben Silva foi o único nomeado pelos cinco treinadores. O avançado fechou a época passada como melhor marcador de sempre do Ginásio na Honra (79 golos).
O Beneditense é o segundo clube com mais representantes no onze do ano, com destaque para o lateral-esquerdo Danny e o trinco Dimas, escalados por quatro treinadores. O médio/avançado Pimenta também surge na lista, depois dos 17 golos que anotou na Honra distrital.
No eixo da defesa, a votação foi muito equilibrada, mas Pedro Órfão (Portomosense e Pataiense) e Ricardo Vieira (Nazarenos) mereceram a confiança de dois treinadores, o que lhes garantiu a "titularidade".
Resta falar dos extremos desta equipa-maravilha. Na direita, Bruno Novo (Ginásio) foi escolhido por três técnicos, enquanto Jordan (Pataiense) teve dois votos, tantos quantos os colegas de equipa João Costa e Nascimento, mas foi mais consistente ao longo de todo o ano.
Para que não restem dúvidas, Walter Estrela indicou o seguinte onze ideal: Vítor Maranhão (Ginásio); Bruno Vidinha (Nazarenos/Ginásio), Silva (Ginásio), Àlvaro (Nazarenos) e Danny (Beneditense); Dimas (Beneditense), Tiago Lopes (Ginásio) e João Costa (Pataiense); Bruno Novo (Ginásio), Rúben Silva (Ginásio) e Nascimento (Pataiense).
Mauro Pulquério (Beneditense) foi o que escolheu mais atletas que treina: Diogo (Beneditense); Nélson Tomás (Beneditense), Alex (Beneditense), Rodrigo (Beneditense) e Danny (Beneditense); Dimas (Beneditense), Miguel Pinheiro (Beneditense) e Pimenta (Beneditense); Bruno Novo (Ginásio), Rúben Silva (Ginásio) e Jordan (Pataiense).
Já Telmo Cruz indicou este onze: Vítor Maranhão (Ginásio); Diogo Soares (Pataiense), Vieira (Nazarenos), Pedro Órfão (Portomosense/Pataiense) e Morgado (Pataiense); Dimas (Beneditense), Bruno Novo (Ginásio) e Tiago Lopes (Ginásio); João Costa (Pataiense), Pimenta (Beneditense) e Rúben Silva (Ginásio).
Para Wilson Estrela (Nazarenos), a melhor equipa é esta: Edy (Nazarenos); Bruno Vidinha (Nazarenos/Ginásio), Pedro Órfão (Portomosense/Pataiense), Vieira (Nazarenos) e Danny (Beneditense); Fábio Rosado (Ginásio), Morgado (Nazarenos) e Nuno Coelho (Ginásio); Tiago Domingos (Nazarenos), Rúben Silva (Ginásio) e Nascimento (Pataiense).
Paulo Ganau (Biblioteca) tem o seguinte onze: Nuno Saraiva (Biblioteca); Serginho (Ginásio), Bula (Ginásio), Juvenal (U. Serra/Ginásio) e Danny (Beneditense); Dimas (Beneditense), Mesquita (Nazarenos) e Pimenta (Beneditense); Jordan (Pataiense), Rúben Silva (Ginásio) e Cristiano Rodrigues (Nazarenos/Biblioteca).

Joaquim Paulo - Região de Cister

quinta-feira, outubro 06, 2011

CD Pataiense quebra recorde de golos

Sete golos sem resposta. O frágil Pedroguense foi a “vítima” ideal para o Pataiense, que assinou um recorde na Divisão de Honra distrital. Nunca o clube tinha vencido por tantos golos de diferença num jogo do campeonato, ao ponto de a anterior vitória mais expressiva ser “apenas” de 4-0 diante do Marrazes, na temporada 1997/98. Por outro lado, a maior goleada sofrida pelos pataienses remonta a 1996/97, quando perderam por 0-7 em Figueiró dos Vinhos.
No passado domingo, a equipa de Telmo Cruz estreou-se a vencer na corrente edição da Divisão de Honra, com uma vitória cimentada com golos de João Costa (3), Pedro Órfão, Cláudio, Wilson Cabral e Jordan.
A grande surpresa da jornada acabou por ser a goleada sofrida pelo Nazarenos em Porto de Mós (1-5). O primeiro golo de Tropa pelos alvi-negros teve pouco significado, porque o líder do campeonato deu a volta ao resultado na 2ª parte, num jogo com duas grandes penalidades e uma arbitragem contestada pelos visitantes.

Joaquim Paulo - Região de Cister

quarta-feira, setembro 07, 2011

Beneditense define lista de técnicos

Dário Catarino é o novo treinador da equipa de juniores do Beneditense, que vai participar na Divisão de Honra Distrital. O clube decidiu manter Davide Fernandes à frente dos juvenis, enquanto Mauro Pulquério vai acumular a condução da equipa sénior com a formação de iniciados. No futebol de 7, os técnicos são os seguintes: Alexandre Martires (Sub-13), Filipe Sardinha (Sub-12), Fábio Catarino (Benjamins A), Bruno Oliveira (Benjamins B), Danny Rafael (Traquinas), Paulo Fonseca (Traquinas B) e Miguel Pinheiro (Petizes).

Região de Cister

quinta-feira, agosto 18, 2011

Entrevista a Paulo Ganau

Pelo segundo ano consecutivo a Biblioteca será a única equipa da Divisão de Honra distrital a jogar num campo pelado. O treinador admite tratar-se de “um estigma” para a equipa, que, dessa forma, sente mais dificuldades no recrutamento de novos jogadores, mas também para o clube de Valado dos Frades, impedido de apostar a longo prazo de forma mais consistente na formação.

REGIÃO DE CISTER (RC ) > Como é dirigir a única equipa da Honra a jogar em pelado?PAULO GANAU (PG) > Acaba por ser um estigma. Não é fácil competir numa divisão em que as condições dos outros clubes são sempre melhores do que as nossas, aliada à dificuldade que sentimos em recrutar jogadores em cada início de época. Não é fácil convencer atletas para jogarem pela Biblioteca num pelado, porque a maioria deles estão habituados a jogar em relvados naturais e sintéticos durante o percurso que fizeram nas camadas jovens. Eles torcem um pouco o nariz quando chegam a seniores e os convidamos para jogar num pelado. É por isso que e alguns dos nossos jogadores acabam por sair para outros clubes, nem que seja apenas pelo facto de passarem a desfrutar de melhores condições de trabalho. Acabamos por ser um clube de passagem, devido à falta de condições do nosso campo e isso impossibilita-nos de montar uma equipa para pensar noutros objectivos que não sejam o de lutar, todos os anos, pela manutenção na Divisão de Honra. Recebemos e valorizamos muitos jogadores que são dispensados de outros clubes da região, mas depois não os conseguimos segurar. E não se trata de uma questão financeira.

RC > Ao garantir esse objectivo mínimo, de evitar a descida, os jogadores da Biblioteca são uns “campeões”?PG > Penso que sim. Temos sempre ambição de fazer melhor do que lutar pela manutenção, mas não é fácil lutar por outros objectivos. A Biblioteca é um clube que não paga a ninguém, os jogadores jogam por amor ao futebol e têm de treinar com um campo sem condições. Devia haver um esforço de parte a parte para melhorar as condições de trabalho e falo, obviamente, da Câmara da Nazaré. Desde que volte ao clube, em 2004, como jogador, que nos prometem o relvado sintético. Quando subimos à Divisão de Honra houve uma promessa de um ex-vereador de que iríamos ver melhoradas as condições, mas nada ainda aconteceu. Todos os anos renovam a promessa, mas a realidade é outra. Já nem sei se acredito que, alguma vez, teremos um relvado sintético…

RC > A Biblioteca perdeu algumas unidades importantes para a nova época, nomeadamente o Tropa, que era uma referência do clube. A equipa fica mais frágil?PG > O Tropa era um elemento fundamental no grupo, não apenas pelos muitos golos que marcou ao longo da carreira, mas sobretudo pela entrega nos treinos e nos jogos. Cumpriu o sonho de jogar no Nazarenos e desejo-lhe sorte. Não teremos o Tropa, mas haverá outros jogadores para fazerem os golos de que a equipa necessita para atingir os seus objectivos.

RC > Na época passada a manutenção chegou na ponta final do campeonato. Apesar das saídas, é possível fazer um campeonato mais tranquilo?PG > Partimos com a ambição de fazer melhor do que na temporada transacta e isso significa garantir a manutenção na Divisão de Honra mais cedo. Em 2010/11 apenas atingimos o objectivo na penúltima jornada, pelo que queremos melhorar a nossa prestação em 2011/12. É nesse sentido que vamos entrar em campo em todos os jogos. Perdemos três unidades que tinham sido titulares, o guarda-redes Nuno Saraiva, o médio Dário Veríssimo e o avançado Tropa, mas temos outras soluções.

RC > Chegou a admitir a saída, mas acabou por ficar mais uma época como treinador. Porquê?PG > Em termos profissionais tenho alguma dificuldade de horários para treinar, porque trabalho por turnos, pelo que tentou-se encontrar um treinador com maior disponibilidade. Isso não foi possível e acabei por renovar, sendo que o Pedro Joel vai acumular as funções de jogador com as de treinador-adjunto, o que já aconteceu na época 2009/10.

RC > É mais uma missão de serviço que ambos vão prestar ao clube?PG > É um esforço que vamos fazer, porque gostamos da Biblioteca, mas é mais uma prova de que, quando estas pessoas se cansarem, o futebol em Valado dos Frades corre riscos de terminar. E seria uma pena que isso viesse aacontecer, porque este clube podia ser uma referência do futebol no distrito, caso tivesse outro tipo de condições. Como sabemos, boa parte dos clubes cobra quotas mensais aos seus atletas e na Biblioteca pratica-se desporto de forma gratuita. Se tivessemos um relvado sintético e outras condições, poderíamos receber mais e melhores jogadores. Neste momento, não podemos atrair mais atletas, porque as condições que temos para lhes oferecer são mínimas e, hoje em dia, toda a gente quer jogar em relvados, o que é perfeitamente legítimo. Jogar e treinar no nosso campo é um martírio: no Inverno temos lama e no Verão há pó.

Joaquim Paulo - Jornal Região de Cister

"Não somos candidatos"

Wilson Estrela está de regresso ao Nazarenos depois de treinar o clube durante a primeira metade da época passada. O técnico fala do que espera para a próxima temporada na Divisão de Honra distrital, dos reforços e sobre a carreira do irmão.
Região de Cister (RC) - A subida do Ginásio e do Beneditense facilitam um pouco a vida do Nazarenos na Divisão de Honra?
Wilson Estrela (WE) - Penso que não. Não vejo nenhuma razão para que o Nazarenos possa beneficiar com isso. São apenas alguns pontos durante a época, na teoria não muda muito.

RC - Durante os meses que trabalhou como técnico, o Nazarenos teve a melhor defesa do campeonato e venceu o Ginásio na casa do rival. Qual destes dois feitos lhe deu mais prazer?
WE - Nem um nem outro. O mais importante era fazer um campeonato tranquilo. Até àquela altura estávamos a conseguir cumprir os objectivos, que era preparar o Nazarenos para uma fase de transição e fazer um campeonato tranquilo. Jogámos com muitos jogadores da formação e queríamos era que eles entrassem numa nova realidade sénior. Muitos deles nem sequer tinham participado nessa realidade. Queríamos que eles crescessem como jogadores mas também como homens. E isso foi cumprido. O próprio Bruno Vidinha foi um desses casos. Evoluiu como homem e futebolisticamente.

RC - A política de apostar nos jovens é para continuar na época que se avizinha?
WE - Daquilo que me foi dado a entender e pelo que já falei com a Direcção, não podemos fugir muito desta filosofia. Todos sabem que financeiramente não temos muita margem de manobra, tal como acontece a todos os clubes desta divisão. E felizmente nos últimos anos esta política tem dado sucesso. Posso dar dois exemplos recentes: o Tiago Lopes e o Bruno Vidinha. Acabaram por seguir para outros clubes, o que demonstra que o trabalho destes jogadores tinha qualidade. E nós também gostámos de chegar ao final do ano com as contas em ordem, por isso temos que seguir esta filosofia.

RC - Este ano o Nazarenos assume-se como um dos candidatos à subida?
WE - Nem pouco mais ou menos. Quem pensar assim pensa erradamente. O Nazarenos vai partir com os mesmos objectivos que o ano passado que é ficar perto dos seis primeiros lugares. Tenho que fazer acreditar a este grupo de trabalho que é possível fazer coisas boas. Mas é claro que, com o desenrolar do campeonato, se virmos que estamos próximos da liderança, aí podemos lutar pelo título. Mas só nesse caso.

RC - Como vê a carreira do seu irmão, Walter? Sente-se orgulhoso?
WE -  Claro que sim. Espero sinceramente que ele continue a subir. Em termos de carreira quem me dera ter já os títulos que ele tem... Fico muito satisfeito por ele crescer com passos curtos e bem dados. Sei do que ele é capaz, que é uma pessoa ambiciosa, humilde e gente séria. Ele não fica a viver do passado e a recordar o que já ganhou, mas sim do que pode vir a ganhar. Foi esta educação que os nossos pais nos deram.

Entrevista concedida ao Jornal Região de Cister de 11/8/2011. Pode ver a entrevista completa na edição impressa do jornal.

sexta-feira, agosto 12, 2011

Dário Veríssimo troca Biblioteca pelo GD "Os Nazarenos"

Dário Veríssimo é o mais recente reforço do GD "Os Nazarenos". O médio-centro é o segundo jogador a rumar da Biblioteca para o emblema da vila, depois da transferência do avançado Tropa. Entretanto o clube já renovou com vários jogadores para a próxima temporada: Edy, Hilário, Niquinha, Álvaro Morgado, Mesquita, Tiago Domingues, Joãosinho, Fary, Duarte Vivo, Élio, Carapau e Henrique.
Wilson Estrela também irá contar na próxima temporada com mais quatro jogadores que actuavam nos juniores durante a época anterior: Bruno Estrela, Chico, Wilson e Piri.

Região de Cister

terça-feira, agosto 09, 2011

Jones Samunga (Alcobaça) ficou com 14 mil euros dos seus atletas

Alguns pais de atletas do Ginásio de Alcobaça admitem avançar com uma queixa-crime contra o técnico Jones Samunga, que reteve 14 mil euros dos jogadores. "Não é só pelo dinheiro, mas sobretudo pelas expectativas que foram criadas junto dos jovens", revela uma das mães, que prefere o anonimato.
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O agora ex-treinador do Ginásio de Alcobaça, que ficou com dinheiro de jogadores do clube no âmbito de um torneio na Dinamarca, não terá, afinal, reposto a totalidade da verba, garantiram ao REGIÃO DE CISTER outros pais.
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"Quem repôs o dinheiro, e foram só 12 mil euros, nem foi ele. Foram as irmãs, que terão feito um enorme esforço para o conseguir", acusa uma das progenitoras, que entregou, como outros pais, mais de 600 euros ao técnico para que o filho participasse num torneio a nível internacional, no qual os atletas estavam inscritos, mas a inscrição nunca foi paga.
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Jones Samunga terá dito aos pais que o torneio fora cancelado, mas a competição decorreu, afinal, com normalidade.
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As acusações das mães estendem-se ao clube, que acusam de "hipocrisia", uma vez que a Direcção do Ginásio garantiu que Jones Samunga já não trabalhava com o clube desde Maio. "Depois disso, era esse treinador que estava nas férias desportivas", garante uma mãe.
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Perante a acusação, Fernando Coelho, vice-presidente do Ginásio, assegura que as férias desportivas não foram realizadas em nome do clube, que apenas disponibilizou o transporte. "Jones Samunga deixou de ser treinador do Ginásio a 31 de Maio", repete o dirigente, que é claro: "Soubemos através dos pais que o problema estava ultrapassado. Se agora dizem que não foi na totalidade, os pais que resolvam".

Ana Pereira - Região de Cister

quinta-feira, julho 21, 2011

Wilson Estrela regressa ao comando do GD "Os Nazarenos"

Carlos Delgado assumiu, na passada sexta-feira, a liderança da Comissão Administrativa que vai gerir os destinos do Nazarenos, na sequência do não surgimento de listas concorrentes ao acto eleitoral do clube.
O ex-presidente do Nazarenos faz-se acompanhar de outros elementos que pertenciam à anterior direcção.
Entretanto, em declarações à Rádio Nazaré, Carlos Delgado revelou que Wilson Estrela vai ser o treinador da equipa sénior dos alvi-negros na próxima temporada. Trata-se, assim de um regresso do jovem técnico, que na época passada dirigiu o Nazarenos, com sucesso desportivo até ao mês de Janeiro, quando resolveu abandonar o cargo. Wagner Estrela também voltará ao clube, para a função de treinador-adjunto.

Fonte : Região de Cister

sexta-feira, março 25, 2011

Relvados sintéticos permitem poupanças de milhares de euros e maior utilização

Mais de mil pessoas já aderiram ao movimento no Facebook que exige a colocação imediata do relvado sintético no campo de Valado dos Frades, que servirá a Biblioteca, único clube da Divisão de Honra distrital de futebol que joga em pelado. Em Alcobaça, a Direcção do Ginásio desespera por um novo sintético e coloca no ar o cenário de demissão se não for encontrada uma solução no curto prazo. Estes são dois exemplos, mas há mais clubes que reclamam a colocação de um piso artificial nos seus campos e as razões são simples: ao contrário dos relvados naturais, os sintéticos significam poupanças de milhares de euros por ano, além de permitirem uma maior utilização, facilitando a logística e a organização dos clubes.
No Beneditense as contas são muito simples: a substituição do relvado natural do Parque de Jogos Fonte da Senhora por um sintético resulta numa poupança anual “superior a 25 mil euros”, porque o clube tinha três funcionários para tratar do antigo piso, além de todo o material necessário. “A nível mensal o sintético não tem custos, porque apenas precisa de uma rega ocasional e, para isso, aproveitamos a água da Fonte da Senhora”, explica o presidente Luís Lopes, salientando que o único custo fixo tem que ver com a manutenção anual, que orçará entre os 3 a 4 mil euros.
A maior transformação surgiu, contudo, na organização do futebol juvenil, cujos 300 atletas deixaram de estar espalhados pelos campos do Vimeiro, Santana e da Tave, passando as 14 equipas a treinar no mesmo recinto. “Há muito que esta medida era necessária, até porque tínhamos os nossos jovens a praticar desporto em condições precárias. Se pedimos mensalidades aos pais, temos de retribuir em termos de infra-estruturas”, justifica o dirigente, que diz “desejar que a Câmara de Alcobaça consiga servir todos os outros clubes do concelho”, tal como fez na Benedita, onde investiu no último Verão cerca de 300 mil euros.
Na sede do concelho há quem espere e desespere por uma solução semelhante. O Ginásio tem três centenas de atletas, mas as suas 13 equipas estão dispersas entre o Estádio Municipal e o Campo do Pinhal Fanheiro, onde também está instalada a Urba. “Por mês gastamos cerca de 700 euros de gasóleo, fora o desgaste das carrinhas”, revela o vice-presidente do clube, Fernando Coelho, assinalando que quem assegura as deslocações dos atletas “são os treinadores”.
“A Câmara sabe que precisamos com muita urgência de um outro espaço. Dizem que estão a tratar, mas o presidente Paulo Inácio parece um pouco irreversível”, sustenta o dirigente, referindo-se ao facto de o autarca pretender manter um relvado natural na sede do concelho, opondo-se à substituição, como sucedeu na Benedita, daquele piso por um sintético.
No entender de Fernando Coelho, o que está em causa é “uma questão de investimento”. “O relvado natural do Estádio já deu o que tinha a dar e a colocação de um novo custa 200 mil euros, ou seja, pouco menos que um relvado sintético”, refere o histórico dirigente dos azuis, que reconhece que o clube “perde atletas todos os meses”, por ser incapaz de competir com outros emblemas da região e do distrito. “Temos jogadores que saem, porque encontram clubes com melhores condições do que as nossas. Perdemos recentemente três atletas para o Marinhense por causa de não termos um sintético”, explica o vice-presidente, que considera que Alcobaça, “que tinha algum privilégio nas camadas jovens, está a ser ultrapassada”.
A falta de um sintético que permita reunir no mesmo espaço todas as equipas já esteve, de resto, na origem da saída do anterior presidente do clube. Armando Bragança apresentou diversas propostas, mas nunca recebeu o ‘sim’ da Câmara e bateu com a porta. Fernando Coelho já não está pelos ajustes: “Ou nos arranjam um terreno dentro de Alcobaça e o mais rápido possível ou não será possível continuar a trabalhar desta forma. Temos mais um ano de mandato para cumprir, mas admitimos pedir a demissão”.
Em tempos de grave crise económica, o que parece estar em causa é a própria sobrevivência dos clubes e, por outro lado, o reforço no futebol de formação. E há quem lute com armas desiguais.
No concelho de Alcobaça, Urba, Alfeizerense, Concha Azul e U. Turquel têm vindo a intensificar a aposta nas camadas jovens, mas sentem maiores dificuldades de recrutamento de jogadores por ainda jogarem em pelados e em campos “à antiga”. O mesmo sucede com a Biblioteca, no concelho da Nazaré, cuja promessa de construção de um novo parque de jogos, na futura Área de Localização Empresarial de Valado dos Frades, tem sido sucessivamente repetida.
A região dispõe de cinco relvados naturais. Além dos Estádios Municipais de Alcobaça e Nazaré, a Quinta do Pinheiro, em Valado dos Frades, tem dois campos, onde jogam as equipas da Escola do Benfica e clubes nacionais e estrangeiros que ali estagiam. E ainda há o campo da Tave, na Benedita. Sintéticos apenas existem no campo nº 2 da Nazaré, no Fonte da Senhora (Benedita) e no Campo da Floresta (Pataias), este último instalado em 2005, depois de anos em que a Câmara de Alcobaça projectou um novo complexo desportivo para a vila. É caso para perguntar: será tudo apenas uma questão de vontade política?

Joaquim Paulo - Região de Cister

sexta-feira, março 04, 2011

Rúben entra na história do Alcobaça

Foi preciso esperar pelos 32 anos para Rúben Silva assinar o primeiro poker da carreira. O polivalente jogador anotou todos os golos do Ginásio de Alcobaça na vitória sobre o GRAP/Pousos (4-0) e consolidou o seu lugar na história do clube: com 71 golos em seis temporadas, tornou-se no melhor marcador de sempre dos azuis na Divisão de Honra, superando o recorde que pertencia ao antigo colega de equipa Nuno Mendes (60).
Com um terço do campeonato ainda por realizar, Rúben Silva compromete-se a pulverizar todos os seus recordes. O máximo de golos numa temporada (24), que conseguiu em 2009/10, parece agora fácil de alcançar, uma vez que já leva duas dezenas de golos em 19 jogos na corrente edição da Divisão de Honra.
Antigo defesa e médio, adaptado com sucesso por Gonçalo Raimundo à condição de avançado na época passada, o atleta tornou-se num marcador de golos recorrente, mas só esta época conseguiu marcar mais do que dois golos numa partida. O primeiro hat-trick chegou frente ao Ansião (4-0), na 9ª jornada. E o primeiro poker aconteceu na recepção ao GRAP, assinando quatro golos, todos na 2ª parte, que ajudaram o Ginásio a manter a liderança do campeonato.
Outro recorde parece estar já em vista: chegar aos 200 jogos de campeonato pelo clube do coração. Mas, para o conseguir, terá de jogar mais uma época. Os adeptos, decerto, agradecem o esforço.

Joaquim Paulo (www.regiaodecister.pt)

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Entrevista a Telmo Cruz , treinador do CD Pataiense


Depos de uma década como jogador, Telmo Cruz assumiu, há cerca de um mês, o comando técnico do CD Pataiense, substituindo Togui, do qual era adjunto. Passado o choque incial, o jovem técnico acredita que ganhou o grupo e acredira que a equipa pode ir longe no campeonato.
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Região de Cister - O que representa para si treinar o CD Pataiense?
Telmo Cruz - Sinto um enorme orgulho por ter deixado de ser jogador no final da época passada e três meses depois do arranque da temporada ter a oportunidade de passar a liderar o grupo de trabalho em novas funções. Foi tudo muito rápido. Era um sonho que tinha, até pelo meu passado enquanto atleta neste clube, mas não esperava que fosse tão cedo.
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RC - Quando foi convidado, sentia-se preparado para as funções?
TC - Sentia-me com capacidade para liderar o grupo, mas só o fiz porque tenho plena confiança no meu colega, Dário Cabete, que é mais do que um adjunto. Dividimos as responsabilidades e as tarefas em tudo. Só aceitamos o cargo, porque sentimos que tínhamos capacidade, mas também tenho a noção de que não estamos ainda preparados para o fazer na plenitude. O plantel tem a noção de que sou um treinador jovem, que estou a começar, e eles têm sido espectaculares e ajudado no trabalho. Só assim, todos juntos, poderemos atingir o sucesso.
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RC - Não obstante, começou a nova etapa com duas derrotas...isso não fez abalar o grupo?
TC - Há derrotas e derrotas. Por estranho que possa parecer, perdemos o primeiro jogo com o GD Guiense(1-4), mas senti que o grupo estava comigo. Dias depois, o jogo da Supertaça Distrital, com o SCE Bombarralense (0-1), deu para ver que tinha condições e capacidades para gerir o grupo. Esse jogo foi o clique para eu sentir que tínhamos todas as condições para ficar com a equipa. O grupo mostrou em campo que estava connosco.
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RC - E, logo depois chegaram as vitórias...
TC - Depois de uma derrota tão injusta na Supertaça, a mensagem que passei para os jogadores foi de que eles só tinham de acreditar neles próprios e demonstrar no jogo seguinte toda a sua capacidade. Conseguimos duas vitórias consecutivas, e depois um empate, num jogo menos conseguido por excesso de confiança. Tivemos um período de férias, vamos reiniciar o campeonato e sinto que a equipa está bem, moralizada e quer dar continuidade ao trabalho. Vamos pensar jogo a jogo, para tentar subir na tabela.
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RC - E chegar aos primeiros lugares?
TC - O nosso objectivo é fazer o melhor possível e isso passa por andar nos primeiros lugares da Divisão de Honra Distrital. Temos condições para lutar pelos primeiros lugares, porque o espírito de grupo é muito forte. Esse é o meu objectivo.
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RC - A dispensa de alguns jogadores foi importante para conquistar o plantel?
TC - Quando o Tógui saiu, fomos convidados pela direcção do CD Pataiense para assumir a equipa nos dois jogos seguintes e esse período de tempo deu para fazer a análise da equipa. Naqueles dois jogos poderíamos ver como evoluía a relação jogador-treinador e treinador-jogador, perceber se a mensagem passava, e nesse sentido, se tínhamos condições para ficar. Percebemos que sim, mas que era necessário fazer alguns reajustamentos, porque o grupo não estava saudável. Tivemos de mandar um jogador embora, outro abdicou de jogar por questões pessoais e outro saiu porque entendeu que não se sentia confortável no grupo. Tudo o que fizemos foi para bem do grupo.
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RC - Foi esse reajustamento que faltou fazer a Tógui para permanecer no clube, até porque os resultados desportivos eram normais até ao momento da dispensa?
TC -  Enquanto adjunto do Tógui, alertei diversas vezes para essa necessidade. Esse problema foi um dos que ajudou á saída dele, mas provavelmente houve outras situações que contribuíram.
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RC - É natural do Juncal, mas jogou uma década em Pataias. O Pataiense passaou a ser o seu clube de coração?
TC - Aprendi a gostar do Pataiense, clube no qual me sinto respeitado pelas pessoas e se tornou no meu clube do coração. Fui um jogador normalíssimo, mas orgulho-me da minha carreira, que foi uma carreira com humildade e respeito pelas pessoas e um prazer enorme em jogar futebol. Foi assim no Juncalense e no Nazarenos e também foi nos dez anos em que vesti a camisola do CD Pataiense.
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RC - E acredita que pode também ficar tantos anos no clube como treinador?
TC - Tenho a perfeita consciência de que é mais difícil ficar tantos anos a treinar do que a jogar, porque as funções são completamente distintas. O meu sonho é ser o melhor possível como treinador e continuar a andar ligado ao futebol, prespectivando sempre atingir outros patamares competitivos.

Joaquim Paulo - Região de Cister

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Guardião Diogo Soares de volta no Beneditense

O guardião Diogo Soares estreu-se na baliza do Beneditense frente ao GD Guiense. O atleta está de regresso ao emblema da Benedita, que representou em 2008-2009, temporada em que fez 3 jogos na Divisão de Honra distrital.
O guarda-redes, de 22 anos, iniciou a temporada no Caldas SC, clube do qual se desvinculou recentemente. Na ápoca passada, Diogo Soares participou em 19 jogos na série E da 3ªDivisão Nacional. Com esta contratação, o técnico Mauro Pulquério passa a ter mais uma opção para a baliza e Davide Galinha perdeu o estatuto de indiscutível.

Região de Cister

quinta-feira, novembro 04, 2010

O fim-de-semana dos "keepers" goleadores

O guarda-redes Vítor Maranhão foi o "herói" do Alqueidão da Serra - GC Alcobaça, que terminou empatado a uma bola, ao apontar, de forma caricata, o único golos dos visitantes.
Numa reposição de bola, o guardião bateu o esférico com muita força e contou com o auxílio do vento para "trair" o companheiro de posição Tiago Gordalina e, assim, restabelecer a igualdade. Ao intervalo, a formação da casa, treinada pelo nazareno Francisco Mota, vencia, com um golo do Miguel Carvalho.
Esta não é a primeiar vez que Vitor Maranhão inscreve o seu nome numa ficha de jogo como autor de um golo. Na época passada, o atleta também tinha feito o gosto ao pé num jogo com o Marrazes, em encontro da 22ªJornada da Divisão de Honra distrital, realizado a 28 de Março e que terminou com um triunfo azul a três bolas sem resposta.
A influencia do guardião do Ginásio na manobra ofensiva da equipa de Walter Estrela já tinha ficado comprovada, na ronda anterior, quando o "keeper" apontou o livre que originou o golo do empate do Ginásio na recepção ao CD Pataiense.
Internacional portugûes no futebol de praia, e como jogador de campo, Vítor Maranhão, de 33 anos, chegou a ser utilizado como avançado ao serviço do Caldas SC (2ªDivisão B) e UD Caranguejeira (3ªNacional), dadas as boas características para desempenhar aquela função.
Mas este parece mesmo ter sido o fim-de-semana dos "keepers" goleadores, talvez em parte influenciado pelo muito vento que se fez sentir.É que também na Ordem , no jogo SL Marinha - Grap/Pousos, o guardião da equipa treinada por Vítor Duarte, Hugo Fernandes, também fez o gosto ao pé, e permitiu o empate da sua equipa , que na altura perdia por 0-1, e acabou por vencer por 2-1.

Joaquim Paulo - Região de Cister e FD Leiria

sexta-feira, outubro 15, 2010

Morgado reforça defesa do CD Pataiense

O CD Pataiense acaba de reforçar o lado esquerdo da sua defesa com Morgado (ex-AD Portomosense). O lateral, de 38 anos, é um jogador experiente, tendo já passado po clues como Meda, Guarda, Portimonense, UD Leiria, Académica, U.Madeira, Feirense e Portomosense, ajudando este último ao título da Divisão de Honra de há duas temporadas. Apesar da idade, Morgado tem sido sempre utilizado pelos técnicos das equipas onde passou. O lateral é 0 12º reforço da equipa comandada este ano por Togui e jogou na 1ªDivisão Nacional ao serviço da UD Leiria.
Região de Cister

Vitor Maranhão pára cerca de 3 semanas

O habitual titular da baliza do Ginásio de Alcobaça, Vitor Maranhão, está a contas com uma lesão que o obriga a parar cerca de 3 semanas. O jogador chegou a participar lesionado nos dois primeiros compromissos dos azuis na Divisão de Honra distrital, frente ao SCR Gaeirense e Biblioteca, mas decidiu, em conjunto com a equipa técnica, que o melhor seria mesmo a paragem para a recuperação.Walter Estrela optou, então, por Bruno Estrelinha no derby para render o experiente guarda-redes.
Região de Cister

sexta-feira, setembro 24, 2010

GD Nazarenos contrata médio Vilaça

Gorada a contratação do polivalente Nuno Robalo ,  o Nazarenos já garantiu mais um reforço para a nova temporada. Trata-se do médio Vilaça, de 28 anos, que na época passada ajudou o Bombarralense a sagrar-se campeão da Divisão de Honra distrital, ao apontar 3 golos no campeonato. O jogador assegura a posição de trinco e tem grande experiência nos campeonatos distritais, dado que representou durante quatro temporadas o Gaeirense, sendo titular indiscutível.

Décio Vigia - Região de Cister

quinta-feira, setembro 16, 2010

Beneditense garante mais dois reforços

O Beneditense continua a reforçar-se para a nova época, tendo garantido a entrada do avançado Calado, que no ano passado actuou pelo Rio Maior e do médio Isaac, que evoluiu no GD Valcovense.
Por outro lado, o técnico Mauro Pulquério também pode contar com os regressos dos avançados Rogério e do defesa Diogo Silva, que voltam á competição, ao passo que Ricardo Jorge abandonou o clube.
O Beneditense versão 2010-2011 tem um total de "17 caras novas", lote no qual se incluem quatro ex-juniores. Um equipa substancialmente transformada relativamente à época passada, quando o clube se quedou pelo 9ºlugar da Divisão de Honra.

Região de Cister

quinta-feira, setembro 09, 2010

Nuno Robalo está de volta ao GD "Os Nazarenos"

O Nazarenos garantiu o regresso do defesa Nuno Robalo, que na ápoca passada se sagrou campeão distrital da 1ªDivisão de futsal ao serviço do Planalto. O jogador somou 87 jogos na Divisão de Honra distrital ao serviço do emblema da Nazaré entre 2005-2009, podendo desempenhar funções de central ou trinco.
No início da época passada, Nuno Robalo comprometeu-se com o Ginásio de Alcobaça, mas acabou por rumar ao Planalto, na sua segunda experiência de futsal, devido a questões profissionais.

Região de Cister

CD Pataiense quer melhorar prestação da época passada

O CD Pataiense quer melhorar a prestação da época passada em 2010/2011, o que significa ficar acima do 7º lugar no campeonato da Divisão de Honra distrital, repetir a vitória na Taça Distrito de Leiria e conquistar, pela primeira vez na história, a Supertaça distrital.
Togui, o técnico escolhido para substituir no cargo Walter Estrela, assume um discurso ambicioso para a época que está prestes a começar. "Queremos fazer melhor do que na temporada passada. Estou satisfeito com o grupo, temos um plantel equilibrado e que nos dá garantias", declara o jovem técnico, que conta com onze reforços para atingir os objectivos do clube.
Já se conheciam as contratações do guarda-redes Emanuel (ex-Nazarenos), do defesa Azenha (ex-Pilado), dos médios Jordan (ex-SL Marinha) e Hugo Trezentos (ex-Maceirinha), mas o clube acaba de garantir mais opções para o técnico.
O guarda-redes Ricardo Policarpo (ex-SL Marinha), o defesa Caminho (ex-SDR Pilado), o médio Vítor Vinhas (ex-AD Portomosense) e os avançados Matos (ex-SL Marinha) e Sílvio (ex-SDR Pilado) juntam-se ao defesa Diogo Duarte (ex-Ginásio) no lote de caras novas da versão 2010/2011 do Pataiense.
Também a equipa técnica tem uma novidade. Depois de uma longa carreira, com passagens por Ginásio, Juncalense, Nazarenos e Pataiense, o ex-capitão Telmo resolveu pendurar as chuteiras e tornou-se adjunto de Togui. Por seu turno, Dário Cabete é o único elemento que transita da anterior equipa técnica.
Para a nova época transitam o guarda-redes Marco José, os defesas Ricardo Kikó, Diogo Soares, Rui Macedo, Pedro Gandaio e Gonçalo, os médios Nascimento, João Costa, Picamilho e Pedro Morais e os avançados Baxana, Bertolino e França.

Joaquim Paulo - Região de Cister

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