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quarta-feira, outubro 02, 2019

Imperou a lei do mais forte

Os juniores da UD Leiria perderam por 3-0 frente ao SL Benfica, mas deram uma boa réplica, com o resultado a ficar definido só nos últimos minutos, numa partida intensa e emotiva, onde acabou por imperar a lei do mais forte.
Quando as duas equipas ain­da se estudavam uma à outra, os visitantes chegaram ao golo: corte defeituoso de Diogo Caleiro que Jeremy Morante a­proveitou para fazer uma enorme 'arrancada', fuzilando depois a baliza de Henrique.
Quando nas bancadas se pensava que seria apenas o primeiro de muitos golos, a UD Leiria reuniu esforços e foi paulatinamente ficando mais ofensiva, mas sem criar real perigo junto da baliza ‘encarnada’. Até ao intervalo não se registaram mais oportunidades, pelo que o Benfica levou a margem mínima para os balneários.
Esperava-se uma segunda parte intensa, com ambas as equipas à procura do golo, mas notou-se muito equilíbrio a meio-campo, sempre com mais posse de bola por parte do SL Benfica, mas com a UD Leiria a defender bem e a fechar os caminhos à baliza.
Foi só à passagem do minuto 72 que surgiu o primeiro remate e para o Benfica, por intermédio do leiriense Diogo Nascimento, que passou perto do travessão.
A 10 minutos do fim, o marcador voltou a mexer após uma perda de bola dos leirienses com Martim Neto a ficar isolado e a fazer o 2-0. A equipa da casa respondeu pouco depois, com um cruzamento perigoso que, por pouco, não terminou em auto-golo de Samuel Soares.
Nos descontos, o Benfica che­gou a novo golo: grande jogada individual do recém-entrado Francisco Domingues e Iuri Tavares, sozinho, encostou para o 3-0 final.
Boa arbitragem de Eduardo Ribeiro, cometendo apenas pequenos erros.|

UD Leiria 0
Henrique, Ivan Sousa (João Salvador, 72'), Rúben Loureiro, Diogo Caleiro, Tomas Pereira, Alexandre Santos, Miguel Costa (Pedro Boal, 55'), Daniel Simões (João Leal, 72'), Filipe Codinha, João Costa, Bryan Rosa (Luca, 84').
Não jogaram: Dilan Pedrosa, Eduardo Sousa, Filipe Moreira.
Treinador: Marco Ramos.

SL Benfica 3
Samuel Soares, Renato Matos, Tomás Araújo (c), Bajrami, Montoia, Gustavo Mendonça (Matheus, 86'), Jeremy Morante (Filipe Cruz, 65'), Martim Neto (Francisco Saldanha, 82'), João Resende (Iuri Tavares, 82'), Diogo Nascimento, Henrique Pereira (Francisco Domingues, 65').
Não jogaram: Pedro Souza.
Treinador: Luís Araújo.

Campo da Mata, Santa Eufémia
Árbitro: Eduardo Ribeiro. Assistentes: Pedro Gomes e Pedro Freitas.
Espectadores: 200. Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1 Jeremy Morante (6'), 0-2 Martim Neto (80'), 0-3 Iuri Tavares (90+3').
Disciplina: Amarelo a Tomás Araújo (77’).

Texto: Filipe Oliveira - Diário de Leiria
Foto: André Lucas

quinta-feira, maio 23, 2019

‘Chapa cinco’ na despedida

O Campo da Portela foi palco da última jornada que terminou com uma goleada (5-0) do Marinhense sobre a Maceirinha, numa tarde repleta de festa e com o troféu a ser entregue aos alvinegros.
Começou cedo a trabalhar o ataque alvinegro, com Rúben Martins logo no primeiro minuto a rematar perto do poste de Hugo. Pouco depois, foi Rúben Coelho, com uma boa arrancada, a colocar a bola em Pedro Emanuel, que rematou para uma boa defesa de Hugo.
Primeiro o aviso, depois a concretização: arrancada de Rúben Coelho, cruzamento atrasado para Pedro Emanuel e o ponta de lança fez o primeiro da tarde.
Pouco depois, parecia uma repetição do primeiro golo, com nova arrancada de Rúben Coelho, e Pedro Emanuel a rematar para boa defesa de Hugo. Do outro lado, João Guerra fez uma enorme defesa a remate de Rafael Teixeira, à passagem do minuto 30, mas foi João Paulo, de cabeça, aumentou a vantagem para 2-0.
O segundo tempo começou num ritmo menos intenso, com um Marinhense mais controlador e apesar de chegar a espaços à baliza da Maceirinha, foi só aos 70 minutos que o golo chegou, através de um pontapé de penálti: Rúben Coelho seguia isolado, mas ao fintar Hugo foi travado em falta pelo guarda-redes. No castigo máximo, João Paulo não hesitou, e bisou na partida.
Nem dez minutos depois, novo golo para o Marinhense. Bernardo Lopes surgiu na cara de Hugo e, com um remate colocado, fez o 4-0. O placard só fechou com um golo de Rúben Martins, colocando a bola entre as pernas de Hugo, perante uma linha defensiva desatenta da Maceirinha.
O resultado final não deixa margem para dúvidas, num jogo de sentido único, e em que o Marinhense levantou o troféu da Divisão de Honra.
Arbitragem positiva de Bruno Santos.|

AC Marinhense 5
João Guerra, Fred Machado, João Paulo (c), Diogo Vieira, Alex Dias (Edgar Alves, 76’), Pedro Rodrigues, Fábio Silva (Douglas Takeda, 76’), Bernardo Lopes, Rúben Martins, Rúben Coelho, Pedro Emanuel (André Sousa, 65’).
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Luís Oliveira, Nélson Marques, Zé Pedro.
Treinador: Marco Aurélio.

ACR Maceirinha 0
Hugo, João Rasteiro, Fábio Oliveira, Luís Franco, Nélson, Luís Filipe, João Gomes (Francisco Guerreiro, 45’), Pedro Filipe (Rúben, 77’), Hugo Coelho (João Coutinho, 45’), Chico, Rafael.
Não jogaram: Marcelo e Miguel Leal.
Treinador: Walter Estrela.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Bruno Santos. Assistentes: Gonçalo Nunes e Eduardo Menino.
Ao intervalo: 2-0. Espectadores: 210.
Golos: 1-0 Pedro Emanuel (15’), 2-0 João Paulo (32’), 3-0 João Paulo (70'), 4-0 Bernardo Lopes (79'), 5-0 Rúben Martins (88').
Disciplina: Amarelo a João Rasteiro (5'), Pedro Filipe (51'), Hugo Martins (69').

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

Marinhense B ‘cilindra’ Moita do Boi e estão a um jogo do título

A equipa 'B' do Marinhense recebeu e goleou por 6-0 a Moita do Boi, a contar para a 1.ª mão da final da 1.ª divisão distrital, num jogo emotivo e bem jogado.
Começaram melhor os da casa que, logo aos quatro minutos, abriram o marcador por Filipe Almeida. Cruzamento da direita do ataque e o lateral esquerdo, com um remate potente, atirou a contar para o primeiro da tarde.
Começava assim o festival de oportunidades e golos. Zé Ricardo pouco depois podia ter feito o segundo, mas o cabeceamento saiu por cima e, à passagem do minuto 10, surgiu um dos poucos remates da Moita do Boi que saiu por cima.
Após momentos equilibrados, surgiu o 2-0, em cima do minuto 45. Jogada de insistência do Marinhense, com Tiago Ferreira a receber um passe de Vítor Duarte e a sofrer falta dentro da área, com Eduardo Brites a não hesitar em marcar grande penalidade. John Abraham ficou encarregue de converter o castigo máximo, e colocou o esférico no canto inferior direito, sem hipótese para Pedro Mano.

Moita sem reacção
Ao intervalo, o marcador assinalava um 2-0 favorável ao Marinhense, e esperava-se uma Moita do Boi mais pressionante e ofensiva no segundo tempo, mas não foi isso o que aconteceu. Ainda nem cinco minutos tinha a segunda parte, e já o Marinhense fazia o 3-0. Arrancada de John Abraham na esquerda do ataque, assistindo Tiago Ferreira para fazer o terceiro da tarde.
Os minutos seguintes seriam de pesadelo para a Moita do Boi, a sofrer quatro golos num curto espaço de tempo. Dois minutos depois de Tiago Ferreira aumentar a vantagem para 3-0, John Abraham encostou, sozinho na área, para o 4-0. E se já não bastasse, dois minutos depois foi novamente Tiago Ferreira, a bisar na partida, com um chapéu fenomenal a Pedro Mano, naquele que foi certamente o golo da tarde.
O marcador fechou à passagem do minuto 61, com o 'hat-trick' de John Abraham, que viu o seu cabeceamento a ser defendido por Pedro Mano, mas viu a bola acabar por passar a linha de golo.
No final da partida, o marcador assinalava um 6-0 a favor do Marinhense, que está a um jogo de se sagrar campeão distrital.
Óptima arbitragem de E­duardo Brites, que teve muito trabalho e de difícil juízo, mas decidiu sempre de forma correcta.|

AC Marinhense ‘B’ 6
David Santos, Zé Ricardo, Zé Miguel, Vítor Duarte, João Teles (Ricardo Carpinteiro, 69’), Tozé, Tiago Ferreira, Filipe Almeida, Marco Azenha (Ricardo Oliveira, 78’), Marcos Santos, John Abraham (Marcos Cabral, 73’).
Não jogaram: Jorge Oliveira, Gabriel Jesus, Willian Costa, Filipe Gonçalves.
Treinador: Vítor Duarte.

Moita do Boi 0
Pedro Mano, José Domingos, Marco Costa (Dani Santos, 45’), Calixto, Mickael Santos, Rafael Barca (Rodrigo Braz, 67’), Pedro Moderno, Micael Costa, Daniel Marque (Gonçalo Alves, 78’), João Duarte, André Fernandes.
Não jogaram: Duarte Ruivo, Dany Fernandes, Diogo Gomes.
Treinador: João Pereira.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Eduardo Brites. Assistentes: David Santos e Bruno Lourenço.
Espectadores: 270. Ao intervalo: 2-0.
Golos: 1-0 Filipe Almeida (4’), 2-0 John Abraham (45’, p.), 3-0 Tiago Ferreira (47’), 4-0 John Abraham (48’), 5-0 Tiago Ferreira (50’), 6-0 John Abraham (61’). Disciplina: Amarelo a Daniel Marques (26’), John Abraham (35’), João Teles (57’), Zé Miguel (78’).

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quinta-feira, abril 04, 2019

Reviravolta de líder dá vitória ao Marinhense

Na tarde de ontem, os adeptos assistiram a um jogo frenético entre o líder da Divisão de Honra, o AC Marinhense e o SC Pombal, que terminou com uma vitória sofrida dos alvinegros por 2-1.
Começou melhor a equipa da casa, com Pedro Emanuel a cabecear por cima após um cruzamento de Zé Pedro. Respondeu o SC Pombal por António, que fugiu à marcação de Zé Ricardo e atirou para uma boa defesa de João Guerra.
O SC Pombal ficava cada vez mais perigoso, e equilibrava a partida, mas foi João Paulo quem atirou ao poste, após novo cruzamento de Zé Pedro.
De seguida, Bernardo atirou para defesa incompleta de Rodolfo, mas foi o SC Pombal que chegou ao golo, num remate fantástico de António que colocou "na gaveta" o esférico, sem hipótese para João Guerra.
Na resposta, Zé Ricardo ainda tentou empatar a partida antes do intervalo, mas o jogo foi para o descanso com uma vantagem mínima para o Pombal.
Na segunda parte, o jogo mudou de controlo, com um Marinhense mais pressionante e determinado a conseguir a reviravolta. Ainda assim, as oportunidades claras de golo escasseavam.
Contudo, aos 70’, o Marinhense chegou mesmo ao golo por João Paulo, na conversão de uma grande penalidade. Estava feito o empate, e o Marinhense colocava "o pé no acelerador" para consumar a reviravolta, que chegou pouco depois. Lance de insistência do ataque alvinegro, com um cruzamento longo de Zé Pedro que por pouco não dá golo, mas ao bater na trave a bola sobrou para Alex Dias que atirou forte para o 2-1 final, para delírio dos adeptos alvinegros.
Boa arbitragem de Diogo Amado e dos seus assistentes.|

AC Marinhense 2
João Guerra, Fred Machado (André Sousa, 75’), Zé Ricardo, Luís Oliveira, Zé Pedro, Pedro Rodrigues, Pedro Faustino (Fábio Silva, 17’), Bernardo Lopes, João Paulo (c), Rúben Coelho, Pedro Emanuel (Alex Dias, 32’).
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Tozé, Marcos Santos, Nélson Marques.
Treinador: Marco Aurélio.

SC Pombal 1
Rodolfo, Tião, Leo, Paulito (c), Vincent, Rafa, António, Gilles (Figo, 87’), Camará (André Jorge, 80’), Guilherme, Rabi.
Não jogaram: Luís Rodrigues, André Carvalho, Miguel Cá, Thales.
Treinador: Fernando Mateus.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Diogo Amado.
Assistentes: Hélio Batista e Flávio Monteiro.
Espectadores: 450.
Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1 António (40’), 1-1 João Paulo (70’, p.), 2-1 Alex Dias (80’).
Disciplina: Amarelo a Fred Machado (18’), Zé Pedro (44’), Pedro Rodrigues (47’), Rúben Coelho (60’), Vincent (62’).

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quarta-feira, março 27, 2019

Marinhense sem dó nem piedade

Na tarde de ontem, o Marinhense goleou o Ginásio de Alcobaça por 6-1, num jogo de sentido único.
O jogo começou num ritmo intenso, com controlo alvinegro, que se manteve do início ao fim. E foi logo nos primeiros minutos que o Marinhense chegou ao golo por Zé Ricardo após canto de Pedro Faustino que milimetricamente colocou a bola no central para fazer o primeiro.
O Marinhense mantinha o pé no acelerador, e chegou ao 2-0 de forma fácil. Grande arrancada de Rúben Coelho que assistiu João Paulo para fazer o segundo da tarde. Zé Pedro podia ter feito o terceiro pouco depois, de livre, mas foi Pedro Emanuel que aumentou a vantagem, com um remate dentro da área do GC Alcobaça.
Até ao intervalo, o Marinhense teve duas oportunidades para marcar, por João Paulo e Rúben Coelho, mas o resultado permaneceu em 3-0.
Na segunda parte, o ritmo baixou com controlo total por parte dos homens da Marinha Grande, que circulavam a bola e tentavam dilatar a vantagem. Mas foi o Alcobaça que chegou ao golo no primeiro remate à baliza numa grande penalidade a castigar mão de Pedro Emanuel. João Guerra ainda defendeu o remate de Valdir Júnior, mas na recarga o avançado não desperdiçou (3-1).
O golo dos homens da casa provou ser tiro de pólvora seca, já que o Marinhense dilataria novamente a vantagem por Pedro Rodrigues, após uma boa jogada. Pouco depois, chegaria novo golo para o Marinhense, com Pedro Emanuel a bisar na partida.
O resultado final seria fechado pelo recém-entrado Mar­cos Santos, fixando o marcador num 6-1, numa vitória justa e merecida do conjunto alvinegro, que aproveitou bem as situações criadas, praticando um bom futebol, e aproveitou para dilatar a vantagem sobre o GRAP, que empatou.
Arbitragem positiva de Paulo Ferrás. |
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GC Alcobaça 1
Bruno Estrelinha, João Túlio (Rúben Santos, 45’), Bruno Oliveira, Carlos Marques, João Candeias, Hélio, Miguel Rodrigues, Marco Túlio, Dinis Quitério (Tiago Orega, 65’), Tomás Santos (Telmo Pereira, 31’), Valdir Júnior.
Não jogaram: Bruno Quitério, João Pimentel, Lourenço, Fábio Santos.
Treinador: Leandro Santos.
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AC Marinhense 6
João Guerra, Fred Machado, Luís Oliveira, Zé Ricardo, Zé Pedro (Tozé, 73’), Pedro Rodrigues, Pedro Faustino, Bernardo, Rúben Coelho (Marcos Santos, 71’), João Paulo (Alex Dias, 60’), Pedro Emanuel.
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Fábio Silva, Rúben Martins, Nélson Marques.
Treinador: Marco Aurélio.
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Estádio Municipal de Alcobaça
Árbitro: Paulo Ferrás. Assistentes: José Oliveira e Rodrigo Pedro.
Espectadores: 180. Ao intervalo: 0-3.
Golos: 0-1 Zé Ricardo (10’), 0-2 João Paulo (18’), 0-3 Pedro Emanuel (25’), 1-3 Valdir Júnior, 1-4 Pedro Rodrigues (57’), 1-5 Pedro Emanuel (68’), 1-6 Marcos Santos (85’).
Disciplina: Amarelo a João Túlio (15’) e Rúben Santos (57’).
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Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quinta-feira, março 21, 2019

Líder apanhou susto mas foi a tempo de dar a volta

O Marinhense venceu o Mirense por 3-1, num jogo em que o líder do campeonato teve a perder, mas os vidreiros foram demolidores na segunda parte, conseguindo a reviravolta. Começou melhor o Marinhense que foi somando oportunidades na primeira parte suficientes para ir em vantagem para o descanso. João Paulo, no primeiro aviso, cabeceou por cima após cruzamento de Rúben Martins. O Marinhense pressionava e criava mais perigo, mas tardava em criar uma real situação de perigo. Do outro lado, o Mirense também tentava fazer estragos, e deixou o aviso por Matias, que obrigou Guerra a uma boa defesa. Do outro lado, João Paulo rematou para uma boa defesa de Nuno. Ainda antes do intervalo, o Mirense chegou à vantagem. Bola colocada na área alvinegra, Fred empurrou um atacante mirense e o árbitro assinalou prontamente grande penalidade que Henrique Canela não desperdiçou, levando a sua equipa em vantagem para o intervalo. Na segunda parte esperava-se um Marinhense mais pressionante e dono do jogo, e foi isso que aconteceu, com Marco Aurélio a arriscar e a colocar Pedro Emanuel e Pedro Faustino em detrimento dos defesas Fred Machado e Nélson Marques. E a opção surtiu logo efeito, já que Pedro Emanuel foi empurrado dentro da área, com o avançado a empatar a partida na conversão do castigo máximo. Ainda festejavam os adeptos alvinegros quando Pedro Emanuel fazia o seu segundo da tarde, com um remate potente, colocando pela primeira vez o Marinhense em vantagem. Os homens da Marinha Grande podiam ter feito o 3-1 por duas vezes, primeiro por Pedro Emanuel que cabeceou para boa defesa de Nuno e depois por Luís Oliveira que cabeceou ao lado da baliza. Mas o golo chegaria mesmo, por Rúben Coelho, após uma jogada de insistência em que a bola sobrou para o avançado que disferindo um remate colocado, ao ângulo da baliza, fez o golo da tarde. Arbitragem positiva. |  
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AC Marinhense 3 
João Guerra, Fred Machado (Pedro Emanuel, int.), Nélson Marques (Pedro Faustino, int.), Luís Oliveira, Zé Pedro, Pedro Rodrigues, André Sousa, Fábio Silva (Alex Dias, 80’), Rúben Coelho, Rúben Martins, João Paulo. 
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Tozé, Bernardo Lopes, Marcos Santos. 
Treinador: Marco Aurélio  
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UR Mirense 1 
Nuno Caetano, Gonçalo Alves, Diogo Fonseca, Ezequiel Justino, Gonçalo Crespo (Carlos Niné, 78’), Diogo Caetano, Francisco Carreira (Ahmed Mansour, 85’), Igor Marcon, Rafael Reis, Testas (Tiago Lúzio, 58’), Henrique Canela. 
Não jogaram: Thallis Emanuel, Mário Susano, Rodrigo Damasceno, Renan Machado. 
Treinador: Carlos Ribeiro.  
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Campo da Portela, Marinha Grande 
Árbitro: Rafael Marques. 
Espectadores: 230. 
Ao intervalo: 0-1. 
Golos: 0-1 Henrique Canela (42’ p.), 1-1 Pedro Emanuel (52’ p.), 2-1 Pedro Emanuel (53’), 3-1 Rúben Coelho (75’). 
Disciplina: Amarelo a Rúben Coelho (34’) e Pedro Rodrigues (72’).  

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quarta-feira, fevereiro 20, 2019

Penálti ao cair do pano decide jogo

O Marinhense B recebeu e venceu o GD Atouguiense (2-1), e segue com os mesmos pontos do primeiro classificado, o GD Nazarenos.
Num jogo importante para as contas da subida, o jogo começou calmo, com vários duelos a meio-campo, mas foi a equipa da casa que teve a primeira oportunidade quando Ricardo Carpinteiro isolou-se, mas o chapéu saiu por cima da baliza.
Na resposta, na sequência de um canto, o Atouguiense também não acertou no alvo. Do outro lado, os vidreiros estiveram perto do golo, mas Joca rematou ao lado da baliza.
O jogo manteve-se bem disputado até que, à passagem do minuto 31, o Marinhense chegou ao golo. Edgar encheu o pé fora da área, com a trajectória da bola a ser alterada num defesa visitante, traindo o guarda-redes.
Com o golo, a equipa da casa controlou melhor o jogo e podia ter dilatado quando Joca surgiu isolado, mas desequilibrou-se na altura do remate.
Adivinhava-se uma segunda parte intensa, e assim foi com o Atouguiense a ameaçar o empate mas o remate saiu ao lado. Pouco depois, nova ameaça na sequência de um livre, com Jorge a fazer uma defesa incompleta e, na recarga, a bola passou muito acima da baliza.
Depois da ameaça, o golo chegou mesmo. Na sequência de um lançamento lateral longo, a bola surgiu nos pés de Damião que, sozinho, colocou a bola no fundo das redes.
A cinco minutos do fim, Fábio foi obrigado a fazer uma grande intervenção ao tirar a bola em cima da linha, com Marcos Cabral a falhar por pouco na recarga.
No período de compensação, o árbitro apontou para a marca dos 11 metros por uma mão dentro de área com muitos protestos do Atouguiense, que levaram à expulsão de Ricardo Jorge e Samuel Santos. Na conversão da grande penalidade, Edgar não desperdiçou e bisou.
Arbitragem de bom nível de Jorge Carreira.|

AC Marinhense B 2
Jorge Oliveira, Edgar, Zé Miguel (c) (Filipe Almeida, 85’), Diogo Vieira, João Teles (Miguel Inácio, 78’), Marco Azenha, Ricardo Carpinteiro (Marcos Cabral, 68’), Nélson Marques, Douglas Takeda, Vitor Duarte, João Carlos.
Não jogaram: David Santos, Rafael Flor, Filipe Gonçalves, João Sousa.
Treinador: Vitor Duarte.

GD Atouguiense 1
Fábio Martins, António Vala, Bruno Silva, André Santos, Rui Pereira, Paulo Franco, Ricardo Jorge, Raul Lino, Samuel Santos, Damião Marques (Rúben Filipe, 83’), Thasys Santos (Pedro Marques, 78’).
Não jogaram: Fábio Ferreira, Bruno Costa, Rodrigo Silva, Luís Gonzaga.
Treinador: Ricardo Leal.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Jorge Carreira. Assistentes: Tomé Pires e Gonçalo Gomes.
Espectadores: 100. Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 Edgar (31’), 1-1 Damião Marques (67’), 2-1 Edgar (90’, p.).
Disciplina: Amarelo a Nélson Marques (12’), Edgar (19’), António Vala (25’), Samuel Santos (37’ e 90+2'). Vermelho directo a Ricardo Jorge (90+2’).

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quinta-feira, fevereiro 14, 2019

Imperou a lei do mais forte na Benedita

O Beneditense perdeu (1-3), em casa, no passado domingo, com o líder Marinhense, que vinha da primeira derrota da época frente ao GRAP, e que tentava o regresso às vitórias no campeonato, algo que acabou por conseguir de forma justa e tranquila.
Começou melhor a equipa alvinegra, que desde cedo tomou conta do jogo, e avisou logo no primeiro minuto as suas intenções, com um remate de Bernardo Lopes a sair ao lado da baliza de Giroto.
O Beneditense podia ter chegado também ao golo pouco tempo depois, de bola parada, com Luis Paixão a responder a um livre na esquerda do ataque, mas a bola saiu ao lado da baliza de João Guerra.
Os visitantes eram, ainda assim, os mais perigosos e deixaram o aviso por várias vezes. Primeiramente por Rúben Coelho que, de cabeça, atirou ao lado, e depois por Rúben Martins que por pouco não fez o primeiro da tarde.
Mas o golo chegaria mesmo à passagem do minuto 15, de livre directo, após falta sobre João Paulo que seguia isolado para a baliza de Giroto. Pedro Faustino assumiu a marcação e, com um arco perfeito, atirou para o fundo das redes caseiras.
Pouco depois seria a vez de Rúben Martins mexer com o marcador. Grande lance individual de Pedro Faustino, cruzamento milimétrico para o coração da área e Rúben Martins a finalizar de cabeça para o 2-0, resultado que se iria manter até ao intervalo.
Ainda antes do descanso, o mesmo Rúben Martins viu um golo ser-lhe tirado em cima da linha por um defesa canarinho.
Na segunda parte, a toada do jogo manteve-se, com um Beneditense recuado e um Marinhense controlador. Rúben Martins, à passagem do minuto 47, podia ter dilatado a vantagem de cabeça e, 10 minutos depois, Bernardo Lopes, com um remate potente, esteve perto também de marcar, mas viu a bola ser desviada na barreira defensiva do Beneditense.
Depois das ameaças, o golo chegaria mesmo pelo capitão João Paulo, que respondeu da melhor forma a um cruzamento de Zé Pedro.
O Beneditense, pouco depois de ter sofrido o 3-0, chegou ao golo de honra, por Rafael Ramalho após um corte deficiente da defensiva marinhense, com um atraso a ser apanhado por Rafael Ramalho e o mesmo, oportuno e apenas com um toque, a colocar o esférico por cima de João Guerra e a abrir novamente a disputa da partida.
O golo mexeu com o jogo, mas a verdade é que o Beneditense não mais criou perigo. Foi aliás o Marinhense que esteve perto do golo por Zé Pedro, aos 73 minutos, com um remate ao lado. Pouco depois, Rúben Coelho, por duas vezes, obrigou Giroto às duas defesas da tarde, que podiam facilmente ter dilatado a vantagem, o que se justificava pelo o que o Marinhense produziu.
Arbitragem positiva e tranquila de Leandro Pereira.|

Beneditense 1
Fábio Giroto, David Agostinho, Diogo Lopes, Miguel Peralta, Lucas Grilo (Guilherme Lopes, 85'), Marcelo Marques, João Noite, Diogo Fialho, Miguel Guerra (Rafael Ferreira, 70'), Luís Paixão (Rafael Ramalho, 50'), João Amaro.
Não jogaram: Bernardo, Sandro Belo, Codinha, Pedro.
Treinador: Rui Agostinho.

AC Marinhense 3
João Guerra, Fred Machado, Pedro Rodrigues, Zé Ricardo. Zé Pedro, André Sousa, Bernardo Lopes, Pedro Faustino (Marcos Santos, 90’), Rúben Coelho, Rúben Martins (Fábio Silva, 80’), João Paulo.
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Diogo Vieira, Tozé, Luís Oliveira, John.
Treinador: Marco Aurélio.

Parque de Jogos Fonte da Senhora, na Benedita
Árbitro: Leandro Pereira. Assistentes: Bruno Lopes e Hugo Pradiante.
Ao intervalo: 0-2. Espectadores: 210.
Golos: 0-1 Pedro Faustino (17’), 0-2 Rúben Martins (39’), 0-3 João Paulo (63’), 1-3 Rafael Ramalho (69').
Disciplina: Amarelo a João Amaro (15'), André Sousa (64'), João Noite (65'), Rúben Coelho (77').

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

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