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sábado, setembro 21, 2019
Pedro Solá: “Os nossos adeptos têm sido incansáveis”
Quais são os objetivos do Portomosense para a época que vai agora começar?
Os objetivos passam por fazer um campeonato competente, pensando sempre em apresentarmo-nos dentro de campo com uma dinâmica forte e um futebol positivo. Acredito que temos todas as condições para sermos competitivos, mas teremos que trabalhar afincadamente porque a nossa meta é pensar nas coisas jogo a jogo e não mais que isso.
Como caracteriza o plantel que construiu?
Temos um plantel que alia jogadores com uma vasta experiência com jovens que têm um potencial tremendo. É uma mescla que agrada a qualquer treinador, mas, acima de tudo, interessava-me ter um plantel de homens comprometidos com o projeto e que sentissem o emblema. Acho que isso foi conseguido.
Que comentário lhe merece o sorteio do calendário?
Vejo o calendário com alguma relatividade porque a verdade é que vamos ter que jogar contra todos e o nosso principal foco é estarmos preparados para cada desafio.
O primeiro jogo é em casa frente ao Ansião. Quais são as expectativas?
O facto de jogarmos o primeiro jogo em casa é importante porque vamos poder contar com o carinho dos adeptos. Contudo vamos defrontar uma equipa com bons valores individuais e que é muito bem orientada pelo Ricardo Silva. Será certamente um bom espetáculo de futebol e que possamos estar a um bom nível que nos permita vencer.
Que importância vão ter os adeptos para a presente temporada?
Os nossos adeptos têm sido incansáveis e estão ao nosso lado em todos os momentos. O que podemos pedir mais? Os jogadores sentem que do lado de fora do campo contam com essa ajuda extra, uma força que os leva a dar um pouco mais de si próprios.
Que promessa pode deixar aos adeptos?
A única promessa que se pode fazer nesta altura é que tudo iremos fazer para dignificar este clube histórico e que vamos trabalhar arduamente para o concretizar.
Plantel AD Portomosense 2019-2020
Guarda-redes: Jonathan (ex-Inter Lages, Brasil), Caio Moreira e Makê
Defesas: Ilyas (ex-jun. UD Leiria), Farruba, Alexandre Trindade (ex-Académica), João Faustino
Médios: Hugo Romana (ex-jun. Oliveirense), Rica, Igor Cambraia (ex-Lajeadense, Brasil), Bóris, Elton Cruz, Filipe Santiago
Avançados; Luiz Fernando (sem clube), Rodrigo Rivas, Kiko (ex-Mirense), Zé Sousa, Miguel Velosa (ex-jun. Sporting), Tiago Lúzio (ex-Mirense), Afonso Feteiro, Vilson Soares (ex-Carção)
Treinador: Pedro Solá
Treinador-adjunto: João Sousa
Treinador de guarda-redes: Tiago Santos
Preparador Físico: Armando Nava
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Associação Desportiva Portomosense,
Associação Desportiva Portomosense (Seniores / 2019-2020),
Entrevista a Pedro Solá,
Pedro Manuel Solá de Freitas Mirão da Cruz,
Pedro Solá
quinta-feira, maio 29, 2014
Seniores : Confirmada a saída de Pedro Solá do CCR Alqueidão da Serra
É oficial, o técnico Pedro Solá está de saída do CCR Alqueidão da Serra. Em conversa mantida com o nosso blog, o jovem técnico confirmou a saída "sim, é verdade, na próxima época não serei eu o treinador do Alqueidão da Serra. Só tenho é a agradecer os meses em que tive o privilégio de trabalhar ali, onde todos foram inexcedíveis comigo, mas agora o caminho é outro". Quando questionado por onde passará o seu futuro na próxima temporada, o técnico optou por não se alongar e deixar para mais tarde a resposta a esse tema.
terça-feira, novembro 19, 2013
Alqueidão nas nuvens com dedo de Pedro Solá
Aldeia do Desporto, Marrazes
Árbitro: Élio Simões.
Árbitro: Élio Simões.
Auxiliares: Daniel Nicolau e Diogo Amado.
Espectadores: 200.
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Espectadores: 200.
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SCL Marrazes 1
Marcelo, Órfão, Renison, Miranda, Junior Perez, Boris, Neto, Yago (Paulo Sérgio, 58 min.), Nelson (Ednilson, 55 min.), Pedro Mirre, Paulo
Marcelo, Órfão, Renison, Miranda, Junior Perez, Boris, Neto, Yago (Paulo Sérgio, 58 min.), Nelson (Ednilson, 55 min.), Pedro Mirre, Paulo
Não jogaram: Carlos, Cláudio, Frade, Eusébio, Tozé.
Treinador: Rui Bandeira.
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Alqueidão da Serra 3
Domingos, Paulo, André, Crouch, Norberto, Capucho (Zé Carlos, 38 min.), Miranda (Fula, 65 min.), Manuel (Telmo, 74 min.), Conca, Xavi, Jackson.
Treinador: Rui Bandeira.
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Alqueidão da Serra 3
Domingos, Paulo, André, Crouch, Norberto, Capucho (Zé Carlos, 38 min.), Miranda (Fula, 65 min.), Manuel (Telmo, 74 min.), Conca, Xavi, Jackson.
Não jogaram: Donny, Rodrigo, Galinha.
Treinador: Pedro Solá.
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Ao intervalo: 0-0.
Treinador: Pedro Solá.
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Ao intervalo: 0-0.
Golos: 0-1 por Xavi (54 min.); 0-2 por Zé Carlos (57 min.); 1-2 por Neto (65 min.); 1-3 por Conca (75 min.).
Acção Disciplinar: Amarelo a Rodrigo (39) Gustavo (63).
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Pedro Solá não poderia ter tido uma estreia mais auspiciosa à frente do comando técnico do Alqueidão da Serra ao conquistar os três pontos na deslocação a Marrazes, num jogo em que a formação do concelho de Porto de Mós foi quase sempre melhor, justificando a vitória (1-3).
Tendo como curiosidade o facto de as duas equipas se terem defrontado no último fim-de-semana para a Taça Distrital (vitória do Marrazes por 2-1), o jogo começou equilibrado, com algum ascendente do Alq. Serra, mas sem conseguir criar reais situações de perigo, contra um Marrazes sem ideias.
Foi preciso esperar até ao minuto 31 para se ver alguma emoção na partida quando Xavi aproveitou uma perda de bola infantil do sector mais recuado do Marrazes para atirar de fora de água com o esférico a embater com estrondo na barra. Na recarga, Miranda atirou muito por cima.
No segundo tempo esperava-se um Marrazes mais acutilante, mas foi o Alqueidão a chegar à vantagem numa recuperação de bola de Conca que serviu de bandeja Xavi que só teve que encostar para o golo.
Três minutos volvidos, o Alq. Serra voltou a marcar numa boa jogada de combinação em que Xavi, à primeira, permitiu uma grande defesa de Marcelo, mas, à segunda, Zé Carlos não perdoou (0-2).
Foi preciso estar a perder para o Marrazes esboçar uma reacção passando a jogar com maior intensidade no meio campo adversário, aproveitando o desgaste físico que alguns jogadores do Alqueidão já denotavam. Deste ‘forcing’ marrazense resultou um golo após cruzamento de Junior Perez em que Neto cabeceou para o fundo da baliza, dando uma réstia de esperança à formação de Rui Bandeira.
Quando se pensava que iriamos ter um final de partida diabólico, eis que Conca tira da cartola um golo de antologia. O médio veterano, a 30 metros da baliza, rematou de primeira para um golo de fazer levantar qualquer estádio.
Com o 1-3 no marcador, o Marrazes não mais conseguiu incomodar um Alqueidão da Serra que venceu com toda a justiça já que esteve quase sempre por cima, perante uma equipa da casa que praticamente não criou situações de golo. De realçar ainda a expulsão, em cima do minuto 90 de Paulo, por acumulação de amarelos. Trabalho positivo do árbitro Élio Simões apesar de não estar isento de erros.
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Acção Disciplinar: Amarelo a Rodrigo (39) Gustavo (63).
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Pedro Solá não poderia ter tido uma estreia mais auspiciosa à frente do comando técnico do Alqueidão da Serra ao conquistar os três pontos na deslocação a Marrazes, num jogo em que a formação do concelho de Porto de Mós foi quase sempre melhor, justificando a vitória (1-3).
Tendo como curiosidade o facto de as duas equipas se terem defrontado no último fim-de-semana para a Taça Distrital (vitória do Marrazes por 2-1), o jogo começou equilibrado, com algum ascendente do Alq. Serra, mas sem conseguir criar reais situações de perigo, contra um Marrazes sem ideias.
Foi preciso esperar até ao minuto 31 para se ver alguma emoção na partida quando Xavi aproveitou uma perda de bola infantil do sector mais recuado do Marrazes para atirar de fora de água com o esférico a embater com estrondo na barra. Na recarga, Miranda atirou muito por cima.
No segundo tempo esperava-se um Marrazes mais acutilante, mas foi o Alqueidão a chegar à vantagem numa recuperação de bola de Conca que serviu de bandeja Xavi que só teve que encostar para o golo.
Três minutos volvidos, o Alq. Serra voltou a marcar numa boa jogada de combinação em que Xavi, à primeira, permitiu uma grande defesa de Marcelo, mas, à segunda, Zé Carlos não perdoou (0-2).
Foi preciso estar a perder para o Marrazes esboçar uma reacção passando a jogar com maior intensidade no meio campo adversário, aproveitando o desgaste físico que alguns jogadores do Alqueidão já denotavam. Deste ‘forcing’ marrazense resultou um golo após cruzamento de Junior Perez em que Neto cabeceou para o fundo da baliza, dando uma réstia de esperança à formação de Rui Bandeira.
Quando se pensava que iriamos ter um final de partida diabólico, eis que Conca tira da cartola um golo de antologia. O médio veterano, a 30 metros da baliza, rematou de primeira para um golo de fazer levantar qualquer estádio.
Com o 1-3 no marcador, o Marrazes não mais conseguiu incomodar um Alqueidão da Serra que venceu com toda a justiça já que esteve quase sempre por cima, perante uma equipa da casa que praticamente não criou situações de golo. De realçar ainda a expulsão, em cima do minuto 90 de Paulo, por acumulação de amarelos. Trabalho positivo do árbitro Élio Simões apesar de não estar isento de erros.
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Texto e foto: José Roque (Diário de Leiria)
quinta-feira, novembro 14, 2013
Entrevista a Pedro Solá , treinador do CCR Alqueidão da Serra
FD Leiria - Depois de uma época
brilhante de 2012-2013, o GRAP teve um início de época 2013-2014 bastante
apagado. O que mudou de uma época para a outra que tenha levado a esta
situação?
Pedro Solá - O que mudou foi a preparação da
época. Sabia à partida que alguns jogadores, depois da época que fizeram, iriam
receber convites interessantes. Com a saída desses jogadores, não conseguimos
colmatar as mesmas em sectores importantíssimos. Para além disso, também assumo
a responsabilidade de não ter conseguido promover um crescimento rápido a
atletas que estão em fase de crescimento.
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FDL - Quem via a equipa de fora
ficava com a ideia que era uma equipa bastante jovem, com boas trocas de bola,
mas com muitas insuficiências a nível de finalização e a quem faltavam mais
maturidade. Concorda com esta análise?
PS - A equipa era bastante jovem, composta de jogadores com boa técnica individual. Sabemos que uma equipa jovem está sempre em crescimento. Com o decorrer dos minutos eles irão crescer. Concordo que criávamos situações de golo, mas na hora da finalização faltava por vezes gelo nas veias. E os resultados também não ajudaram para os jogadores ganharem confiança neles próprios.
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PS - A equipa era bastante jovem, composta de jogadores com boa técnica individual. Sabemos que uma equipa jovem está sempre em crescimento. Com o decorrer dos minutos eles irão crescer. Concordo que criávamos situações de golo, mas na hora da finalização faltava por vezes gelo nas veias. E os resultados também não ajudaram para os jogadores ganharem confiança neles próprios.
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FDL - Depois de alguma
especulação, o Pedro Solá acabou mesmo por sair do GRAP. A que se deveu esta
decisão? Foi apenas pelos maus resultados?
PS - Não sei de onde veio essa especulação. Quando um treinador sai de um clube é por causa dos resultados, mas, no meu caso, não foi só esse o motivo. Foi também um assunto interno, no qual todos estavam a par da situação no clube. Tinha de haver uma mudança e sei que, neste momento, a minha saída fez parte da solução, pois o clube é mais importante do que qualquer individualidade.
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PS - Não sei de onde veio essa especulação. Quando um treinador sai de um clube é por causa dos resultados, mas, no meu caso, não foi só esse o motivo. Foi também um assunto interno, no qual todos estavam a par da situação no clube. Tinha de haver uma mudança e sei que, neste momento, a minha saída fez parte da solução, pois o clube é mais importante do que qualquer individualidade.
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FDL - O GRAP é uma equipa com uma
afirmação nas ultimas duas épocas no futebol distrital. Não teme que com toda
esta instabilidade, mudança de direcção, mudança de treinador, o clube volte a
perder protagonismo no futebol distrital?
PS - Não me cabe a mim fazer essa avaliação tendo em conta que já não represento o GRAP. Como adepto do futebol, posso dizer que o clube está a ser gerido por pessoas muito competentes e com grande paixão e quero acreditar que vai continuar a ser referência no distrito.
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PS - Não me cabe a mim fazer essa avaliação tendo em conta que já não represento o GRAP. Como adepto do futebol, posso dizer que o clube está a ser gerido por pessoas muito competentes e com grande paixão e quero acreditar que vai continuar a ser referência no distrito.
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FDL - Entretanto foi conhecido o
seu sucessor, Bruno Veloso, um técnico com trabalho reconhecido nas camadas
jovens. Acha que é uma boa aposta?
PS - Não conheço o Bruno. Os responsáveis do clube tinham um perfil traçado, e com certeza que foi em consciência que tomaram a melhor opção para o GRAP. Aproveito para desejar as maiores felicidades ao Bruno.
PS - Não conheço o Bruno. Os responsáveis do clube tinham um perfil traçado, e com certeza que foi em consciência que tomaram a melhor opção para o GRAP. Aproveito para desejar as maiores felicidades ao Bruno.
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FDL - Uma semana depois de ter saído do GRAP, o Pedro
Solá é o novo treinador do CCR Alqueidão da Serra. Estava à espera de aparecer
um convite assim tão rápido?
PS - Tinha recebido uma abordagem a meio da semana passada para um projeto da 1.ª divisão distrital. Agora, sinceramente não estava à espera de uma proposta tão rápida de um clube da divisão de honra, quanto mais por parte de um clube com a história do Alqueidão. Posso dizer que é com um enorme orgulho, honra e responsabilidade que abracei o projecto do Alqueidão da Serra.
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PS - Tinha recebido uma abordagem a meio da semana passada para um projeto da 1.ª divisão distrital. Agora, sinceramente não estava à espera de uma proposta tão rápida de um clube da divisão de honra, quanto mais por parte de um clube com a história do Alqueidão. Posso dizer que é com um enorme orgulho, honra e responsabilidade que abracei o projecto do Alqueidão da Serra.
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FDL - Com ainda pouco tempo de
Alqueidão da Serra, e numa breve análise, que impressão tem do ambiente e do
plantel do seu novo clube? Vai reforçar a equipa?
PS - A impressão que tenho é que tenho um plantel com uma enorme vontade de dar a volta à situação. Encontrei um ambiente tranquilo e sério. Quanto a reforços ainda vamos analisar.
PS - A impressão que tenho é que tenho um plantel com uma enorme vontade de dar a volta à situação. Encontrei um ambiente tranquilo e sério. Quanto a reforços ainda vamos analisar.
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FDL - Alqueidão foi uma equipa
que nos últimos anos teve em grande destaque no futebol distrital. Tendo sido
já eliminado da Taça Distrital de Leiria, quais os objectivos para este
campeonato?
PS - Os objectivos são os normais para qualquer treinador, em qualquer circunstância: ganhar sempre o próximo jogo.
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PS - Os objectivos são os normais para qualquer treinador, em qualquer circunstância: ganhar sempre o próximo jogo.
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FDL - Muito se falou que esta
seria provavelmente a melhor Divisão de Honra de sempre. Apesar disso, nota-se
que clubes históricos como o Marinhense e Beneditense estão longe de ter
equipas como já tiveram antes, e equipas mais desconhecidas, como a Moita do
Boi, estão a surpreender. Que análise faz ao atual campeonato?
PS - Irá ser um campeonato muito disputado. Há planteis muito fortes e acredito que iremos assistir a algumas surpresas em jogos que 'teoricamente' ninguém questionava quem seria o vencedor.
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PS - Irá ser um campeonato muito disputado. Há planteis muito fortes e acredito que iremos assistir a algumas surpresas em jogos que 'teoricamente' ninguém questionava quem seria o vencedor.
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FDL - A um nível geral, que
equipas aponta como favoritas na luta pela subida?
PS - Pela regularidade, aponto o Alcobaça, o Pombal e o Peniche. Mas esta analise é feita hoje porque no dia de amanhã nunca se sabe.
PS - Pela regularidade, aponto o Alcobaça, o Pombal e o Peniche. Mas esta analise é feita hoje porque no dia de amanhã nunca se sabe.
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quarta-feira, novembro 06, 2013
Seniores : Pedro Solá deixa GRAP sem treinador
Pedro Solá já não é treinador do Grupo Recreativo Amigos da Paz (GRAP). O técnico informou a direcção do clube na última terça-feira por achar que não estavam reunidas as condições para levar a
equipa à realização de um bom campeonato, tendo em conta que, em seis jornadas, a formação dos Pousos somou apenas uma vitória, ocupando o 13.º lugar na Divisão de Honra com quatro pontos.
“A decisão foi minha. Optei por deixar o GRAP única e exclusivamente a pensar no clube”, sublinhou Pedro Solá, admitindo já não sentir-se “motivado” para continuar as suas funções. Para além dos resultados que ficaram aquém do expectável, nomeadamente a derrota no terreno do Pataiense na última jornada (4-0), o técnico aponta algumas carências no plantel que precipitaram este desfecho.
“Há três meses foram identificadas carências que podiam impedir a realização de um bom trabalho. Houve esforços para contratar mais jogadores, mas não foi possível. Os jogadores que faziam a base da equipa e que saíram do clube no final da época não foram substituídos consoante aquilo que se pretendia e os resultados não apareceram porque há falta de competitividade no plantel actual, apesar de haver qualidade”, sublinhou.
Pedro Solá adiantou ainda que a decisão de sair já tinha sido tomada após a derrota diante do Vieirense, mas “por respeito a algumas pessoas e pelas promessas feitas” decidiu continuar até este desfecho que já se adivinhava. Apesar de tudo, o técnico diz que não sai com “mágoa” dos dirigentes do clube, antevendo que irá esperar por um projecto aliciante para dar continuidade à sua carreira de treinador.
“Nos próximos tempos irei sentir falta da rotina, mas vou aguardar por projectos. Sou uma pessoa ambiciosa e com uma grande paixão pelo que faço. Não ando à procura de protagonismos, mas sim que o meu trabalho seja reconhecido”, referiu o técnico que representou o emblema dos Pousos durante 16 anos como jogador e perto de dois anos como treinador.
“A decisão foi minha. Optei por deixar o GRAP única e exclusivamente a pensar no clube”, sublinhou Pedro Solá, admitindo já não sentir-se “motivado” para continuar as suas funções. Para além dos resultados que ficaram aquém do expectável, nomeadamente a derrota no terreno do Pataiense na última jornada (4-0), o técnico aponta algumas carências no plantel que precipitaram este desfecho.
“Há três meses foram identificadas carências que podiam impedir a realização de um bom trabalho. Houve esforços para contratar mais jogadores, mas não foi possível. Os jogadores que faziam a base da equipa e que saíram do clube no final da época não foram substituídos consoante aquilo que se pretendia e os resultados não apareceram porque há falta de competitividade no plantel actual, apesar de haver qualidade”, sublinhou.
Pedro Solá adiantou ainda que a decisão de sair já tinha sido tomada após a derrota diante do Vieirense, mas “por respeito a algumas pessoas e pelas promessas feitas” decidiu continuar até este desfecho que já se adivinhava. Apesar de tudo, o técnico diz que não sai com “mágoa” dos dirigentes do clube, antevendo que irá esperar por um projecto aliciante para dar continuidade à sua carreira de treinador.
“Nos próximos tempos irei sentir falta da rotina, mas vou aguardar por projectos. Sou uma pessoa ambiciosa e com uma grande paixão pelo que faço. Não ando à procura de protagonismos, mas sim que o meu trabalho seja reconhecido”, referiu o técnico que representou o emblema dos Pousos durante 16 anos como jogador e perto de dois anos como treinador.
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Substituto de Solá ainda não é conhecido
Para já ainda não é conhecido o substituto de Pedro Solá no comando técnico do GRAP, apesar de o clube já ter feito algumas abordagens. “O Pedro Solá entendeu que não tinha condições para continuar e nós aceitámos a sua decisão. Agora vamos trabalhar no sentido de encontrar um treinador que possa fazer um bom trabalho. Já fizemos alguns contactos mas ainda nada está definido e, por isso, não podemos apontar uma data para a apresentação do novo treinador”, sublinhou o presidente do GRAP, Rui Fonseca.
Em relação ao futuro, o responsável garante que o GRAP ainda vai a tempo de recuperar vários lugares na classificação. “Ainda é muito cedo e temos qualidade no plantel. Por isso estamos confiantes”, concluiu.
Texto: José Roque (Diário de Leiria)
Foto: Luís Filipe Coito
Foto: Luís Filipe Coito
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quarta-feira, abril 10, 2013
Mapa de Castigos : Hugo Meca (CD Pataiense) suspenso por três jogos
1 jogo - Luís Simões (GD Alvaiázere), Fábio Mendonça (SCE Bombarralense), Joel Silva (Motor Clube), Remi Santos (AD Ranha), Rodolfo Cabral (CDR Outeirense)
2 jogos - Carlos Lima e Nélson Lopes (AD Figueiró dos Vinhos), Tiago Figueira (GD Nazarenos), Luís Lopes (GDR Pousaflores), Simão Vitorino (Motor Clube), João Carreira (AD Ranha), João Batista (GD Santo Amaro), Miguel Silva (ACR Nadadouro)
3 jogos - Hugo Meca (CD Pataiense)
Suspensões - Orlando Fernandes (GD Nazarenos / 30 €), Frederico Rasteiro (SCL Marrazes / 15 €), Carlos Pimenta (GDR Pousaflores / 30 €)
Multas - Orlando Fernandes (GD Nazarenos / 15 dias), Carlos Pimenta (GDR Pousaflores / 15 dias)
Diversos - Paulo Rabaça (SCL Marrazes / Processo Disciplinar), Pedro Cruz (Grap/Pousos - Despenalizado)
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Acompanhe aqui todo o mapa de castigos desta temporada
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Mapa de Castigos Juniores
Mapa de Castigos Juvenis
Mapa de Castigos Iniciados
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Mapa de Castigos Juniores
Mapa de Castigos Juvenis
Mapa de Castigos Iniciados
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Rodolfo Miguel Dias Ferreira Cabral
quinta-feira, janeiro 03, 2013
Pedro Solá: “O GRAP não tem uma obsessão pelo primeiro lugar”
Depois de quase 25 anos como jogador, Pedro Solá assumiu o comando técnico do GRAP em Novembro de 2011, levando o clube a um patamar que o coloca como uns dos mais fortes candidatos ao título na Divisão de Honra Distrital. Aos 36 anos, o técnico ambiciona chegar ao topo no futebol português
Diário de Leiria (DL): No início da época disse que o GRAP não era candidato ao título na Divisão de Honra Distrital. Após várias jornadas nos primeiros lugares já se assume como candidato?
Pedro Solá (PS): O GRAP é candidato a ganhar em qualquer campo. Entra sempre com a ambição de ganhar todos os jogos. Foi assim desde o primeiro dia e assim será enquanto for treinador. Não contemplo entrar em campo para defender ou jogar para o empate. Houve equipas que investiram para subir de divisão, nós investimos para ganhar. Trabalhando bem, diferente, e sendo psicologicamente fortes.
DL: A equipa já não vence há um mês, tendo sido ultrapassada pelo Marrazes na última jornada. A que se deve esta série de resultados negativos?
PS: O GRAP não ganha hà três jogos, empatando dois e perdendo um. No futebol há três resultados possíveis, e posso dizer que o GRAP entrou e trabalhou sempre da mesma forma como nos jogos anteriores. Nesses jogos em que não ganhámos, criámos mais situações de golo, tivemos mais posse de bola e tudo fizemos para ganhar os jogos já que a atitude dos jogadores foi a melhor, apesar de ter sido condicionada pelas contingências do próprio jogo. Os nossos adversários estão sempre muito motivados porque estavam a jogar contra o líder.
DL: O GRAP tem tido jogos em que os seus jogadores têm sido sistematicamente expulsos. Considera a sua equipa indisciplinada? Como explica, por exemplo, em dois jogos seguidos, ter acabado esses jogos com apenas nove jogadores?
PS: O GRAP é uma equipa de jogadores fortes psicologicamente e com personalidades fortes. Indisciplinados? Isso não. A arbitragem é um assunto que faz parte do jogo, e eles sabem que é um trabalho que não é o nosso. Foram quatro expulsos porque o árbitro mostrou o cartão vermelho. Agora tenho a certeza que os quatro jogadores se deitaram de consciência tranquila.
DL: Acredita que o GRAP tem sido prejudicado pelas arbitragens?
PS: Não falo de arbitragens. Tento fazer o meu trabalho o melhor possível, e peço aos jogadores a mesma coisa. Sabemos que, se trabalharmos bem todos os jogos, poderemos ultrapassar todos os obstáculos, mesmo quando nos sentimos injustiçados.
DL: Quais as equipas que são as principais candidatas ao primeiro lugar na Honra?
PS: As que se reforçaram bem no defeso e que querem subir de divisão, como é o caso do Portomosense e do Marrazes. O Guiense e a Pelariga também poderão ter uma palavra a dizer na luta pelo primeiro lugar.
DL: Muita gente mostrou-se surpreendida com a qualidade exibicional da sua equipa em vários jogos na presente época. A que se deve essa qualidade?
PS: Acima de tudo treino. Depois vem a crença e o acreditar que a organização e concentração é meio caminho para se jogar bem. E a equipa saber que todos têm um potencial grande, bastando acreditar neles próprios. Quero, acima de tudo, que os jogadores sejam felizes e que a responsabilidade e compromisso que assumimos seja fazer o que se gosta, e saber que o facto de se jogar bem é motivante e que, assim, teremos mais probabilidades de ganhar.
DL: O próximo jogo do GRAP é contra o Pataiense, no domingo. O que se pode esperar dessa partida?
PS: Vai ser mais um jogo, onde iremos entrar com a mesma ambição e responsabilidade. Espero um jogo contra uma equipa organizada e que joga bom futebol, tendo boas individualidades e com uma grande estatura física, à imagem da equipa da Pelariga. Tem um treinador com nome, títulos, e acima de tudo experiência. Espero um bom jogo entre duas equipas a jogar olhos nos olhos. O detalhe irá resolver este jogo, mas o Pataiense jogará aquilo que o GRAP deixar jogar.
DL: Até ao final da primeira volta, para além do Pataiense, o GRAP vai defrontar o Guiense e o Marrazes, algumas das equipas mais fortes da Divisão de Honra. Considera estes jogos decisivos?
PS: Depende do que considere decisivo. Traçámos objectivos internos no seio do grupo e que passam por ganhar sempre o próximo jogo dentro dos nossos princípios e alheios a tudo e todos. Agora, ainda faltam 18 jogos, mais de metade do campeonato. Acredito que poderá ser decisivo para outros clubes que vivem na 'obsessão' de serem primeiros. Nós não temos essa obsessão. Só queremos ganhar o próximo jogo e será sempre esse o nosso objectivo.
DL: Deixou de jogar futebol para assumir a posição de treinador a meio da última época. Como foi essa transição? Ainda tem vontade de saltar para o campo e ajudar a equipa?
PS: A transição foi difícil. Não estava preparado para deixar de jogar, e tinha medo de não ser capaz de treinar os meus colegas. Era suposto ser treinador durante um ou dois jogos até a direcção encontrar um substituto, mas depois houve a proposta de ficar até ao fim. Gostei da experiência e agora respiro, transpiro, como e bebo futebol. Não tenho vontade de saltar para dentro de campo pois acho que tenho mais jeito nesta função de treinador do que dentro de campo, e, para mais, todos os jogadores sabem como penso e o que quero, e isso é como se estivesse lá dentro.
DL: Que objectivos tem como treinador para a presente época e para o futuro?
PS: Ganhar, ganhar e ganhar. Quero ser reconhecido pelo meu trabalho e que falem bem das equipas que oriento. Quero que os jogadores gostem de trabalhar comigo e acreditem em mim, e que, quando falarem de mim, o façam com orgulho. Para o futuro, obviamente, quero mais, muito mais. Quero chegar o mais longe possível, e se chegar ao topo quero continuar a ganhar. Para mim não basta chegar ao topo, é preciso ganhar onde quer que se esteja.
DL: Falou-se nos 'bastidores' que o Pedro teria sido contactado por elementos da União de Leiria no sentido de saber a sua disponibilidade para ir treinar a União de Leiria SAD. Confirma que houve contactos? Se sim, por parte de quem?
PS: Se a União de Leiria não assume o que fez, não vou ser eu a assumi-lo. Gosto de transparência e que as coisas sejam contadas como são e quando nós, agentes do futebol, condenamos as notícias e comentários falsos e especulativos, temos de assumir as nossas culpas porque, muitas vezes, as pessoas não mentem, mas fogem à realidade. A única coisa que posso dizer é que o Carlos Martins [presidente do GRAP] esteve a par de toda situação.
DL: Estaria tentado em aceitar o desafio de assumir uma equipa da II Divisão Nacional?
PS: É aliciante para quem tem ambição aceitar um desafio mais alto, particularmente numa divisão mais competitiva, com mais horas treino, mais disponibilidade temporal e uma outra organização. Para mim, trabalhar na II ou na I Divisão tem a mesma responsabilidade de estar no GRAP. O clube já é referência em termos de organização directiva e, por isso, obriga a um trabalho "profissional" dos seus técnicos. Iria manter a minha forma ‘diferente’ de encarar o treino e manter a mesma ambição enquanto treinador, pois quem ganha nas distritais também ganha nos nacionais.
DL: Vai tentar reforçar a equipa nas próximas semanas?
PS: Sinceramente, estou muito satisfeito com plantel que tenho. Tenho homens humildes, corajosos, crentes e com uma personalidade fortíssima. Gostam de trabalhar comigo e eu com eles. Precisava de um ponta de lança, pois só temos um [Ferraz], mas se não encontrarmos um com os requisitos para pertencer a este grupo, também não vou deixar de dormir por causa disso.
DL: Também ao nível da formação tem somado sucessos…
PS: Estou com um grupo de jogadores no GRAP, que agora são benjamins, há quatro anos. No ano passado tivemos um percurso de 35 jogos e 35 vitórias. Todos os torneios foram ganhos e ficámos nos quartos-de-final na Liga Zon Kids no Estádio do Dragão. Com vitórias contra alguns dos melhores clubes do país, como aconteceu no Torneio de Porto de Mós em que vencemos o Sp. Braga e, na final, o Sporting Clube de Portugal. É um trabalho que já tem quatro anos e que muito me satisfaz aperceber-me da evolução destes miúdos tanto a nível desportivo, como na sua formação socioeducativa.
José Roque - Diário de Leiria
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