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quarta-feira, maio 29, 2019

Rúben tirou dois coelhos da cartola e deu a ‘dobradinha’ ao Marinhense

O AC Marinhense conquistou a Taça do Distrito ao vencer, na noite de sábado, o GRAP por 2-0, num jogo pobre em oportunidades de golo, mas rico na intensidade e no equilíbrio táctico. Contudo, fora do contexto morno do jogo apareceu Rúben Coelho que, com dois golos, decidiu a final e tornou-se o herói para os adeptos alvinegros.
Num jogo entre duas equipas que procuravam conquistar a Taça do Distrito pela primeira vez, os primeiros 45 minutos foram deprimentes, com ambas as equipas a arriscarem pouco e a apostarem sobretudo no erro do adversário, pelo que não houve um único lance de registo na primeira parte. Muita disputa de bola a meio-campo, muitos passes errados e um futebol inconsequente de parte a parte. Muito fraco.
Na segunda parte o cenário não foi muito diferente, mas foi abrilhantada com os golos o que deu um cariz mais emotivo à partida.
Logo no início da etapa complementar o Marinhense chegou ao golo num lance que começou nos pés do guardião Hugo Pinheiro. Rúben Coelho ganhou nas alturas a Fábio Martins e, em velocidade, tirou Lomba do caminho para, na cara de Mocheco, atirar cruzado para o 1-0, num lance em que pareceu que o guardião dos Pousos fechou mal o primeiro poste.
A partir daqui o GRAP tentou esboçar uma reacção, mas o Marinhense estava confortável na partida, com muita segurança defensiva e a procurar sair em transições rápidas.
Assim, foi sem surpresa que a meio da segunda parte, o Marinhense tivesse aumentado a vantagem após uma perda de bola infantil de Vieirinha no meio-campo, com os alvinegros a aproveitarem para fazer uma transição rápida. Aí voltou a entrar em acção Rúben Coelho que ganhou a bola perante a passividade de Benny e, à saída de Mocheco, fez um chapéu que só parou no fundo das redes.
Estava dada a ‘estocada’ final na formação de Carlos Ribeiro que só em cima do minuto 90 criou a sua única grande oportunidade de golo em todo o jogo num remate à entrada da área de Dany, o seu elemento mais inconformado e irreverente, para grande defesa para canto do veterano Hugo Pinheiro.
Num jogo com arbitragem de bom nível de Jorge Carreira, realce para o excelente comportamento dos adeptos, nomeadamente do lado do GRAP que foram inexcedíveis no apoio à sua equipa. |

AC Marinhense 2
Hugo Pinheiro, Fred, Luís Oliveira, João Paulo (c), Zé Pedro (Tozé, 84'), Pedro Rodrigues, André Sousa, Bernardo (Alex Dias, 82'), Ruben Coelho (Fábio Silva, 90+1'), Ruben Martins, Pedro Emanuel.
Não jogaram: João Guerra, Marcos Santos, John Abraham, Nélson Marques.
Treinador: Marco Aurélio.

GRAP 0
Mocheco, Lagoa, Lomba (c), Fábio Martins (Benny, 62'), Lucas, Migas, Caio Prado, Vieirinha (Mantorras, 77'), Cristiano (Bernardo, 85'), Dany Marques, Cédric.
Não jogaram: Renato, Mbala, Rodrigo, Diogo.
Treinador: Carlos Ribeiro.

Estádio Municipal de Leiria
Árbitro: Jorge Carreira. Assistentes: Tomé Pires e Gonçalo Gomes.
Espectadores: 3500.
Ao intervalo: 0-0.
Golos: 1-0 Rúben Coelho (51'), 2-0 Rúben Coelho (72').
Disciplina: Amarelo a Caio Prado (6'), Pedro Emanuel (37'), Lomba (71').

Texto: José Roque - Diário de Leiria

quinta-feira, maio 23, 2019

‘Chapa cinco’ na despedida

O Campo da Portela foi palco da última jornada que terminou com uma goleada (5-0) do Marinhense sobre a Maceirinha, numa tarde repleta de festa e com o troféu a ser entregue aos alvinegros.
Começou cedo a trabalhar o ataque alvinegro, com Rúben Martins logo no primeiro minuto a rematar perto do poste de Hugo. Pouco depois, foi Rúben Coelho, com uma boa arrancada, a colocar a bola em Pedro Emanuel, que rematou para uma boa defesa de Hugo.
Primeiro o aviso, depois a concretização: arrancada de Rúben Coelho, cruzamento atrasado para Pedro Emanuel e o ponta de lança fez o primeiro da tarde.
Pouco depois, parecia uma repetição do primeiro golo, com nova arrancada de Rúben Coelho, e Pedro Emanuel a rematar para boa defesa de Hugo. Do outro lado, João Guerra fez uma enorme defesa a remate de Rafael Teixeira, à passagem do minuto 30, mas foi João Paulo, de cabeça, aumentou a vantagem para 2-0.
O segundo tempo começou num ritmo menos intenso, com um Marinhense mais controlador e apesar de chegar a espaços à baliza da Maceirinha, foi só aos 70 minutos que o golo chegou, através de um pontapé de penálti: Rúben Coelho seguia isolado, mas ao fintar Hugo foi travado em falta pelo guarda-redes. No castigo máximo, João Paulo não hesitou, e bisou na partida.
Nem dez minutos depois, novo golo para o Marinhense. Bernardo Lopes surgiu na cara de Hugo e, com um remate colocado, fez o 4-0. O placard só fechou com um golo de Rúben Martins, colocando a bola entre as pernas de Hugo, perante uma linha defensiva desatenta da Maceirinha.
O resultado final não deixa margem para dúvidas, num jogo de sentido único, e em que o Marinhense levantou o troféu da Divisão de Honra.
Arbitragem positiva de Bruno Santos.|

AC Marinhense 5
João Guerra, Fred Machado, João Paulo (c), Diogo Vieira, Alex Dias (Edgar Alves, 76’), Pedro Rodrigues, Fábio Silva (Douglas Takeda, 76’), Bernardo Lopes, Rúben Martins, Rúben Coelho, Pedro Emanuel (André Sousa, 65’).
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Luís Oliveira, Nélson Marques, Zé Pedro.
Treinador: Marco Aurélio.

ACR Maceirinha 0
Hugo, João Rasteiro, Fábio Oliveira, Luís Franco, Nélson, Luís Filipe, João Gomes (Francisco Guerreiro, 45’), Pedro Filipe (Rúben, 77’), Hugo Coelho (João Coutinho, 45’), Chico, Rafael.
Não jogaram: Marcelo e Miguel Leal.
Treinador: Walter Estrela.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Bruno Santos. Assistentes: Gonçalo Nunes e Eduardo Menino.
Ao intervalo: 2-0. Espectadores: 210.
Golos: 1-0 Pedro Emanuel (15’), 2-0 João Paulo (32’), 3-0 João Paulo (70'), 4-0 Bernardo Lopes (79'), 5-0 Rúben Martins (88').
Disciplina: Amarelo a João Rasteiro (5'), Pedro Filipe (51'), Hugo Martins (69').

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quinta-feira, maio 16, 2019

Marinhense bate recorde de pontos e condena Figueiró dos Vinhos à descida de divisão

O Municipal Afonso Lacerda foi palco, na passada tarde domingo, do frente a frente entre AD Figueiró dos Vinhos e AC Marinhense, que terminou com uma vitória tranquila por 2-0 dos alvinegros, que bateram o recorde de pontos de sempre da Divisão de Honra.
Com um Marinhense sempre controlador da partida, começou com um remate perto do poste de Zé Pedro, que teve tudo para ser mais um grande golo do lateral. Pouco depois foi o Figueiró que, nas poucas vezes que incomodou Hugo Pinheiro, o obrigou a uma boa defesa.
Mas o golo chegaria à passagem do minuto 17: cruzamento na direita do ataque por Zé Pedro, a bola passou por Pedro Emanuel que deixou para Rúben Coelho encostar para o primeiro da tarde.
As coisas foram-se tornando mais fáceis para o Marinhense que foi chegando paulatinamente à área adversária, sem que fosse precisa grande intensidade. Assim, Pedro Emanuel aumentou a vantagem de cabeça, à passagem do minuto 42, levando o Marinhense a vencer ao intervalo por 2-0.
Na segunda parte, o jogo teve um ritmo menos intenso, com destaque apenas para uma boa defesa de Hugo Pinheiro, ao minuto 53, após um canto da AD Figueiró dos Vinhos, e para dois lances de perigo que podiam ter dilatado a vantagem do Marinhense, por parte de Marcos Santos e Rúben Coelho.
Até final, o Marinhense controlou a partida, perante uma AD Figueiró dos Vinhos sem argumentos para contrariar o poderio do adversário, mas que nunca virou a cara à luta, apesar de ver sentenciada a sua descida de divisão.
O Marinhense totalizou 80 pontos, a uma jornada do fim, e conquistou o recorde de pontos da AFL Divisão de Honra, num jogo que contou com mais uma arbitragem positiva de Jorge Carreira.|

AD Figueiró Vinhos 0
Patrick Pais, Vítor Nunes, Daniel Ferreira, Luís Lopes (Luís Estudante, 65’), Diogo Dias, Diogo Pimenta, Jorge Esteves (Darsen Dumby, 65’), Rodrigo Mendes, José Serra (Alexandre Gomes, 84’), David Gouveia, Gregório Tomás.
Não jogaram: Nélson Lopes, Diogo Almeida, Rafael Caetano, Matine.
Treinador: Nuno Cunha.

AC Marinhense 2
Hugo Pinheiro, Zé Pedro, Nélson Marques (Zé Miguel, 82’), Luís Oliveira, Tozé, André Sousa, Bernardo Lopes, Fábio Silva (Marcos Santos, 68'), Rúben Coelho, Rúben Martins (c)(Alex Dias, 68’), Pedro Emanuel.
Não jogaram: João Guerra, Fred Machado, João Paulo, Pedro Rodrigues.
Treinador: Marco Aurélio.

Estádio Municipal Afonso Lacerda, em Figueiró dos Vinhos
Árbitro: Jorge Carreira. Assistentes: Tomé Pires e Gonçalo Gomes.
Espectadores: 150. Ao intervalo: 0-2.
Golos: 0-1 Rúben Coelho (17’), 0-2 Pedro Emanuel (42’).
Disciplina: Amarelo a Daniel Ferreira (78’).

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

terça-feira, abril 23, 2019

Goleada é a cereja no topo do novo campeão distrital

O Campo da Portela foi palco de um dos jogos da jornada, que opunha o líder Marinhense frente ao terceiro classificado – o Portomosense - , e que deu origem a uma festa para os alvinegros, que sagraram-se campeões em virtude da sua vitória (6-1) e empate do GRAP.
Começou melhor a equipa de Marco Aurélio, que bem cedo chegou à vantagem por Pedro Emanuel que cabeceou após um cruzamento da esquerda, e fez o primeiro da tarde. Logo de seguida, o mesmo Pedro Emanuel podia ter feito o segundo, mas a bola embateu no poste.
Aos 18 minutos, Carlos Cruz foi expulso por agressão a Pedro Rodrigues, após uma entrada feia ao médio alvinegro. Mas o jogo nem assim mudou de ritmo, sempre intenso e bem disputado. Alex Dias esteve perto de marcar e pouco depois foi Zé Pedro a estar perto do golo, mas Makê fez uma grande defesa.
Em cima do intervalo, Pedro Emanuel aumentou a vantagem para os alvinegros, levando a sua equipa para o descanso a vencer por 2-0.
Na segunda parte, o jogo começou num ritmo mais lento, e só aos 65 minutos houve um lance de real perigo, com Alex Dias perto do terceiro da tarde. Mas foi mesmo Bernardo Lopes que, cinco minutos depois, fez o 3-0, após um grande cruzamento de Pedro Faustino.
O recém-entrado Marcos Santos aumentaria a vantagem para 4-0, após um remate à entrada da pequena área, sem hipóteses para Makê.
O Portomosense respondia com um golo de Félix Carvalho, que apanhou a defesa alvinegra em contra-pé, mas nem assim fez ‘abalar’ a equipa da Marinha Grande.
O jogo entrava numa toada mais agressiva, e Fábio Silva recebeu ordem de expulsão, após uma entrada dura sobre o adversário.
Em cima do minuto 90, Pedro Emanuel ultrapassou Makê e este travou em falta o avançado, dando origem a uma grande penalidade. Pedro Emanuel, com um ‘panenka’, fez o seu ‘hat-trick’ e aumentou para 5-1 a vantagem alvinegra.
Pedro Rodrigues fechou a contagem com um grande golo, estabelecendo a vitória alvinegra por 6-1, vitória essa que deu o título aos homens da Marinha Grande. Boa arbitragem de Ricardo Carreira.|

AC Marinhense 6
João Guerra, Zé Pedro (Fred, 84’), Luís Oliveira, Nélson Marques, Tozé, Pedro Rodrigues, Bernardo Lopes, Pedro Faustino (Fábio Silva, 75’), Pedro Emanuel, Rúben Martins (Marcos Santos, 73’), Alex Dias.
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Gabriel Jesus, Willian Costa.
Treinador: Marco Aurélio.

AD Portomosense 1
Makê, Filipe Carvalho, Carlos Cruz, Farruba, Camará (Felix Carvalho, 70’), Cepeda, Caracol (Amaro, 85’), Elton, Rica, Rodrigo Rivas (Junior Seidi, 75’), Afonso Feteira.
Não jogaram: Caio Moreira, Daniel Pereira, Nuno Miguel, Pedro Guerreiro.
Treinador: Pedro Solá.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Ricardo Carreira. Assistentes: Fábio Santos e Gracindo Vieira.
Espectadores: 450. Ao intervalo: 2-0.
Golos: 1-0 Pedro Emanuel (7’), 2-0 Pedro Emanuel (43’), 3-0 Bernardo Lopes (68’), 4-0 Marcos Santos (73’), 4-1 Felix Carvalho (75’), 5-1 Pedro Emanuel (90’, p.), 6-1 Pedro Rodrigues (90+3’).
Disciplina: Amarelo a Elton Cruz (17’), Luís Oliveira (21’), Bernardo Lopes (70’), Pedro Rodrigues (77’), Caracol (80’), Felix Carvalho (84’), Makê (90’), Pedro Emanuel (90+1’). Vermelho directo a Carlos Cruz (18’) a Fábio Silva (82’).

Texto: André Lucas - Diário de Leiria
Foto: Pedro Nunes

Marco Aurélio: “Não foi tão fácil como parece”

O AC Marinhense sagrou-se campeão distrital a quatro jornadas do final da Divisão de Honra, tendo actualmente 14 pontos de vantagem sobre o segundo classificado. Contudo, apesar da aparente facilidade em conquistar o ceptro distrital, o técnico vidreiro Marco Aurélio garante que a conquista do troféu foi muito difícil.
“Não foi tão fácil como parece. Defrontámos adversários sempre muito motivados. Para eles [adversários] os jogos contra o Marinhense eram sempre especiais porque éramos o alvo a abater. Essa foi uma das grandes dificuldades que encontrámos. Pareceu fácil, mas não foi. Há muitos exemplos em que o dinheiro não ganha jogos e nós tivemos que ser muito competentes para o conseguir”, assumiu Marco Aurélio.
Para o técnico, um dos segredos do título, para além da grande “qualidade do plantel”, foi fazer uma “grande gestão durante a época” no sentido de fazer sentir aos jogadores que todos eram importantes. “Temos um plantel cheio de grandes soluções. Dentro do plantel conseguia fazer as duas melhores equipas da distrital”, vincou.
Apesar de tudo, Marco Aurélio admite que a determinada altura foi difícil conseguir motivar o grupo de trabalho. “Não foi fácil manter os jogadores focados domingo após domingo. Quando se entra numa espiral de vitórias, há a tendência de se facilitar, mas felizmente isso não aconteceu mui­tas vezes”, sublinhou.
O técnico do Marinhense deixou ainda uma palavra de apreço ao GRAP, a única equipa que até ao momento conseguiu impor-se aos alvinegros. “O campeonato que o GRAP fez obrigou-nos a estar ‘acordados’. Foi o nosso grande rival e a única equipa que nos conseguiu derrotar”, confessou.

“Este título é do Mário Fernandes”
Eleito há pouco mais de 10 dias como presidente do AC Marinhense, Bruno Ferreira é um homem feliz pela conquista do título distrital, mas não esquece o trabalho do seu antecessor. “Este título é um motivo de orgulho, mas o Mário Fernandes [ex-presidente] é o grande obreiro deste Marinhense. A mim cabe-me dar continuidade ao trabalho que foi feito”, disse.
Em relação ao futuro e ao regresso do AC Marinhense ao Campeonato de Portugal, Bru­no Ferreira diz que o clube aprendeu com os erros e garantiu que o clube terá os pés bem assentes no chão.
“Aprendemos com os erros do passado. Vamos apostar forte na prata da casa e vai ser um ano de transição em que queremos consolidar o nosso lugar no Campeonato de Portugal. Não vamos entrar em loucuras e extravagâncias”, vin­cou o presidente.

Equipa B na Divisão de Honra
Os motivos de festa do Marinhense podem não ficar-se pela conquista do título distrital, isto porque o clube vidreiro ainda está na Taça do Distrito – joga as meias-finais na próxima sexta-feira na Benedita – e está a apenas um ponto de garantir a subida da sua equipa B para a Divisão de Honra.
Denominada de equipa de sub-23 do Marinhense, o clube ainda iniciou o processo de inscrição na Liga Revelação tendo em conta que a Federação Portuguesa de Futebol vai criar uma segunda divisão, mas o emblema vidreiro deixou cair esse processo.
“Iríamos ter muitos encargos financeiros que não conseguiríamos suportar”, admitiu Bruno Ferreira, adiantando que a equipa de sub-23/B, caso consiga confirmar a subida, irá disputar a Divisão de Honra na próxima época.|

Texto: José Roque - Diário de Leiria

segunda-feira, abril 22, 2019

quarta-feira, abril 17, 2019

Fez anos, marcou três golos, subiu de divisão e aguarda indemnização da FPF

Pedro Emanuel foi a figura do dia de festa do Marinhense, que carimbou a subida ao Campeonato de Portugal. Presidente ainda espera por "justiça" vinda da FPF
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O dia era de festa para Pedro Emanuel e era difícil pedir algo melhor para um jogador de futebol. O avançado do Marinhense festejou ontem 38 anos e subiu ao relvado com o intuito de carimbar a subida do Marinhense ao Campeonato de Portugal. O dianteiro contribuiu com três golos para o triunfo dos vidreiros que venceram a I Divisão da AF Leiria e fizeram a festa. "Já tinha jogado em dia de fazer anos, mas nunca tinha subido de divisão ao mesmo tempo..." conta o experiente atacante.
Ainda de voz rouca porque a festa foi bastante longa, Pedro Emanuel chegou à Marinha Grande neste defeso vindo do Caldas onde época passada viveu momentos inesquecíveis ao fazer parte do plantel que atingiu as meias-finais da Taça de Portugal. "Lembro-me disso muitas vezes e ainda há uma frustração por não termos conseguido ir à final", recorda. 
Bruno Weda é o Presidente do Marinhense. O dirigente, 37 anos, está há um mês à frente dos destinos do clube. "O plantel foi preparado com bastante antecedência. No próximo ano o orçamento será idêntico e vamos tentar solidificar o clube no CdP", clarificou. O Marinhense desceu na época passada do Campeonato de Portugal, mas já com esta temporada a decorrer uma decisão do Conselho de Disciplina atribuiu derrota ao Leiria numa partida diante dos vidreiros, pontos que dariam a permanência ao Marinhense. O clube espera ser notificado da decisão para pedir uma indemnização à FPF. "Estimamos que fomos lesados em cerca de 200 mil euros", atira Bruno Ferreira.

João Maia - O Jogo

quinta-feira, abril 04, 2019

Reviravolta de líder dá vitória ao Marinhense

Na tarde de ontem, os adeptos assistiram a um jogo frenético entre o líder da Divisão de Honra, o AC Marinhense e o SC Pombal, que terminou com uma vitória sofrida dos alvinegros por 2-1.
Começou melhor a equipa da casa, com Pedro Emanuel a cabecear por cima após um cruzamento de Zé Pedro. Respondeu o SC Pombal por António, que fugiu à marcação de Zé Ricardo e atirou para uma boa defesa de João Guerra.
O SC Pombal ficava cada vez mais perigoso, e equilibrava a partida, mas foi João Paulo quem atirou ao poste, após novo cruzamento de Zé Pedro.
De seguida, Bernardo atirou para defesa incompleta de Rodolfo, mas foi o SC Pombal que chegou ao golo, num remate fantástico de António que colocou "na gaveta" o esférico, sem hipótese para João Guerra.
Na resposta, Zé Ricardo ainda tentou empatar a partida antes do intervalo, mas o jogo foi para o descanso com uma vantagem mínima para o Pombal.
Na segunda parte, o jogo mudou de controlo, com um Marinhense mais pressionante e determinado a conseguir a reviravolta. Ainda assim, as oportunidades claras de golo escasseavam.
Contudo, aos 70’, o Marinhense chegou mesmo ao golo por João Paulo, na conversão de uma grande penalidade. Estava feito o empate, e o Marinhense colocava "o pé no acelerador" para consumar a reviravolta, que chegou pouco depois. Lance de insistência do ataque alvinegro, com um cruzamento longo de Zé Pedro que por pouco não dá golo, mas ao bater na trave a bola sobrou para Alex Dias que atirou forte para o 2-1 final, para delírio dos adeptos alvinegros.
Boa arbitragem de Diogo Amado e dos seus assistentes.|

AC Marinhense 2
João Guerra, Fred Machado (André Sousa, 75’), Zé Ricardo, Luís Oliveira, Zé Pedro, Pedro Rodrigues, Pedro Faustino (Fábio Silva, 17’), Bernardo Lopes, João Paulo (c), Rúben Coelho, Pedro Emanuel (Alex Dias, 32’).
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Tozé, Marcos Santos, Nélson Marques.
Treinador: Marco Aurélio.

SC Pombal 1
Rodolfo, Tião, Leo, Paulito (c), Vincent, Rafa, António, Gilles (Figo, 87’), Camará (André Jorge, 80’), Guilherme, Rabi.
Não jogaram: Luís Rodrigues, André Carvalho, Miguel Cá, Thales.
Treinador: Fernando Mateus.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Diogo Amado.
Assistentes: Hélio Batista e Flávio Monteiro.
Espectadores: 450.
Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1 António (40’), 1-1 João Paulo (70’, p.), 2-1 Alex Dias (80’).
Disciplina: Amarelo a Fred Machado (18’), Zé Pedro (44’), Pedro Rodrigues (47’), Rúben Coelho (60’), Vincent (62’).

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quarta-feira, março 27, 2019

Marinhense sem dó nem piedade

Na tarde de ontem, o Marinhense goleou o Ginásio de Alcobaça por 6-1, num jogo de sentido único.
O jogo começou num ritmo intenso, com controlo alvinegro, que se manteve do início ao fim. E foi logo nos primeiros minutos que o Marinhense chegou ao golo por Zé Ricardo após canto de Pedro Faustino que milimetricamente colocou a bola no central para fazer o primeiro.
O Marinhense mantinha o pé no acelerador, e chegou ao 2-0 de forma fácil. Grande arrancada de Rúben Coelho que assistiu João Paulo para fazer o segundo da tarde. Zé Pedro podia ter feito o terceiro pouco depois, de livre, mas foi Pedro Emanuel que aumentou a vantagem, com um remate dentro da área do GC Alcobaça.
Até ao intervalo, o Marinhense teve duas oportunidades para marcar, por João Paulo e Rúben Coelho, mas o resultado permaneceu em 3-0.
Na segunda parte, o ritmo baixou com controlo total por parte dos homens da Marinha Grande, que circulavam a bola e tentavam dilatar a vantagem. Mas foi o Alcobaça que chegou ao golo no primeiro remate à baliza numa grande penalidade a castigar mão de Pedro Emanuel. João Guerra ainda defendeu o remate de Valdir Júnior, mas na recarga o avançado não desperdiçou (3-1).
O golo dos homens da casa provou ser tiro de pólvora seca, já que o Marinhense dilataria novamente a vantagem por Pedro Rodrigues, após uma boa jogada. Pouco depois, chegaria novo golo para o Marinhense, com Pedro Emanuel a bisar na partida.
O resultado final seria fechado pelo recém-entrado Mar­cos Santos, fixando o marcador num 6-1, numa vitória justa e merecida do conjunto alvinegro, que aproveitou bem as situações criadas, praticando um bom futebol, e aproveitou para dilatar a vantagem sobre o GRAP, que empatou.
Arbitragem positiva de Paulo Ferrás. |
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GC Alcobaça 1
Bruno Estrelinha, João Túlio (Rúben Santos, 45’), Bruno Oliveira, Carlos Marques, João Candeias, Hélio, Miguel Rodrigues, Marco Túlio, Dinis Quitério (Tiago Orega, 65’), Tomás Santos (Telmo Pereira, 31’), Valdir Júnior.
Não jogaram: Bruno Quitério, João Pimentel, Lourenço, Fábio Santos.
Treinador: Leandro Santos.
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AC Marinhense 6
João Guerra, Fred Machado, Luís Oliveira, Zé Ricardo, Zé Pedro (Tozé, 73’), Pedro Rodrigues, Pedro Faustino, Bernardo, Rúben Coelho (Marcos Santos, 71’), João Paulo (Alex Dias, 60’), Pedro Emanuel.
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Fábio Silva, Rúben Martins, Nélson Marques.
Treinador: Marco Aurélio.
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Estádio Municipal de Alcobaça
Árbitro: Paulo Ferrás. Assistentes: José Oliveira e Rodrigo Pedro.
Espectadores: 180. Ao intervalo: 0-3.
Golos: 0-1 Zé Ricardo (10’), 0-2 João Paulo (18’), 0-3 Pedro Emanuel (25’), 1-3 Valdir Júnior, 1-4 Pedro Rodrigues (57’), 1-5 Pedro Emanuel (68’), 1-6 Marcos Santos (85’).
Disciplina: Amarelo a João Túlio (15’) e Rúben Santos (57’).
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Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quinta-feira, março 21, 2019

Líder apanhou susto mas foi a tempo de dar a volta

O Marinhense venceu o Mirense por 3-1, num jogo em que o líder do campeonato teve a perder, mas os vidreiros foram demolidores na segunda parte, conseguindo a reviravolta. Começou melhor o Marinhense que foi somando oportunidades na primeira parte suficientes para ir em vantagem para o descanso. João Paulo, no primeiro aviso, cabeceou por cima após cruzamento de Rúben Martins. O Marinhense pressionava e criava mais perigo, mas tardava em criar uma real situação de perigo. Do outro lado, o Mirense também tentava fazer estragos, e deixou o aviso por Matias, que obrigou Guerra a uma boa defesa. Do outro lado, João Paulo rematou para uma boa defesa de Nuno. Ainda antes do intervalo, o Mirense chegou à vantagem. Bola colocada na área alvinegra, Fred empurrou um atacante mirense e o árbitro assinalou prontamente grande penalidade que Henrique Canela não desperdiçou, levando a sua equipa em vantagem para o intervalo. Na segunda parte esperava-se um Marinhense mais pressionante e dono do jogo, e foi isso que aconteceu, com Marco Aurélio a arriscar e a colocar Pedro Emanuel e Pedro Faustino em detrimento dos defesas Fred Machado e Nélson Marques. E a opção surtiu logo efeito, já que Pedro Emanuel foi empurrado dentro da área, com o avançado a empatar a partida na conversão do castigo máximo. Ainda festejavam os adeptos alvinegros quando Pedro Emanuel fazia o seu segundo da tarde, com um remate potente, colocando pela primeira vez o Marinhense em vantagem. Os homens da Marinha Grande podiam ter feito o 3-1 por duas vezes, primeiro por Pedro Emanuel que cabeceou para boa defesa de Nuno e depois por Luís Oliveira que cabeceou ao lado da baliza. Mas o golo chegaria mesmo, por Rúben Coelho, após uma jogada de insistência em que a bola sobrou para o avançado que disferindo um remate colocado, ao ângulo da baliza, fez o golo da tarde. Arbitragem positiva. |  
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AC Marinhense 3 
João Guerra, Fred Machado (Pedro Emanuel, int.), Nélson Marques (Pedro Faustino, int.), Luís Oliveira, Zé Pedro, Pedro Rodrigues, André Sousa, Fábio Silva (Alex Dias, 80’), Rúben Coelho, Rúben Martins, João Paulo. 
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Tozé, Bernardo Lopes, Marcos Santos. 
Treinador: Marco Aurélio  
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UR Mirense 1 
Nuno Caetano, Gonçalo Alves, Diogo Fonseca, Ezequiel Justino, Gonçalo Crespo (Carlos Niné, 78’), Diogo Caetano, Francisco Carreira (Ahmed Mansour, 85’), Igor Marcon, Rafael Reis, Testas (Tiago Lúzio, 58’), Henrique Canela. 
Não jogaram: Thallis Emanuel, Mário Susano, Rodrigo Damasceno, Renan Machado. 
Treinador: Carlos Ribeiro.  
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Campo da Portela, Marinha Grande 
Árbitro: Rafael Marques. 
Espectadores: 230. 
Ao intervalo: 0-1. 
Golos: 0-1 Henrique Canela (42’ p.), 1-1 Pedro Emanuel (52’ p.), 2-1 Pedro Emanuel (53’), 3-1 Rúben Coelho (75’). 
Disciplina: Amarelo a Rúben Coelho (34’) e Pedro Rodrigues (72’).  

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quinta-feira, março 07, 2019

Domínio alvinegro dá acesso às ‘meias’

Na passada tarde de sábado, o Marinhense recebeu e venceu o GD Guiense por 2-0, e garantiu a passagem à meia final da Taça do Distrito, num jogo maioritariamente controlado pela equipa da casa, que criou o suficiente para vencer por uma margem maior.
Desde cedo se começou a perceber que seria um jogo de desequilibro, com um Marinhense mais controlador e sempre mais perto de marcar. Tozé avisou os visitantes pela primeira vez aos 3', com Sérgio em bom plano a defender. Hugo Pinheiro, que assumia a baliza alvinegra, defendeu minutos depois uma bomba de Tiago do meio da rua, numa das poucas oportunidades da equipa da Guia.
Pouco depois, após uma arrancada de Tozé e um cruzamento milimétrico, Rúben Coelho cabeceou ao poste da baliza de Sérgio, para desespero dos adeptos da casa.
O Marinhense ia somando oportunidades, com Rúben Martins a proporcionar a Sérgio uma grande defesa, e pouco depois João Paulo a cabecear por cima um cruzamento de Rúben Coelho. Ficava o aviso para o que vinha aí: cruzamento na esquerda e João Paulo, no coração da área, a fazer de cabeça o 1-0.
Rúben Coelho ainda dispôs de uma oportunidade para levar para o intervalo o jogo em 2-0, mas Sérgio foi enorme na baliza e saiu-se bem aos pés do avançado.
Na segunda parte, e apesar do jogo ter caído num ritmo monótono e sem grande intensidade, o Marinhense foi gerindo a posse de bola, atacando sempre pela certa e de forma mais esclarecida, perante um GD Guiense que saía apenas em transição ofensiva, mas nunca de forma a incomodar a defesa alvinegra.
Ainda assim Pedro Faustino ficou na cara de Sérgio, mas não conseguiu chegar à bola antes do guardião, que fechou bem o ângulo. Pouco depois, novamente Sérgio a fazer bem a mancha a remate de João Paulo. Mas o 2-0 chegaria mesmo, e pelos pés de Pedro Faustino que à entrada da área atirou colocado para o golo.
Alex Dias e João Paulo, pouco tempo depois, fecharam o livro de oportunidades do Marinhense, com um chapéu demasiado largo e uma bola no poste, respectivamente.
O jogo terminaria com um 2-0 no marcador, que coloca o Marinhense na meia final da Taça do Distrito onde irá defrontar o Beneditense.
Arbitragem positiva de Ivo Madureira, com erros mínimos que não influenciaram o resultado final.|

AC Marinhense 2
Hugo Pinheiro, Fred Machado, Nélson Marques, Luís Oliveira, Tozé, André Sousa, Fábio Silva (Pedro Faustino, 65’), Bernardo Lopes, Rúben Martins (Marcos Santos, 83’), Rúben Coelho (Alex Dias, 77’), João Paulo (c).
Não jogaram: João Guerra, Pedro Rodrigues, John Abraham, Zé Pedro.
Treinador: Marco Aurélio.

GD Guiense 0
Sérgio Fonseca, Vítor, Pedro Dias, Gato, Joel, André Félix (88’ Ricky), Diogo Grilo (68’ André Duarte), Diogo Gameiro (83’ Márcio), Fábio, Tiago Grilo, Francisco Pacheco.
Não jogaram: Zé, Matos, Raul, Ricardo Pedrosa.
Treinador: Mário Artur.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Ivo Madureira. Assistentes: Gracindo Vieira e João Santos.
Espectadores: 190. Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 João Paulo (43’), 2-0 Pedro Faustino (80’).
Disciplina: Amarelo a Francisco Pacheco (60’).

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quinta-feira, fevereiro 28, 2019

Marinhense autoritário vence e convence no dérbi

Um ‘bis’ de Rúben Martins e um livre de Zé Pedro decidiram o dérbi a favor do AC Marinhense, numa partida em que o Vieirense deu boa réplica, mas a superioridade visitante foi evidente.
O Marinhense entrou forte no jogo e, logo no primeiro minuto, inaugurou o marcador por intermédio de Ruben Martins que aproveitou bem o cruzamento de Zé Pedro para, no coração da área, encostar para o 0-1.
Pouco depois, novamente perigo para as redes do Vieirense, mas desta vez o guardião Ruben mostrou-se seguro a defender a cabeçada de André Sousa.
O Vieirense demorou algum tempo a reagir à pressão inicial do Marinhense, mas aos poucos foi ensaiando o contra-ataque. Assim, Teles dispôs de boa oportunidade, mas o chapéu ficou curto e Guerra agarrou seguro. Do outro lado, Ruben Martins bisava e aumentava a vantagem dos visitantes com um remate cruzado a fazer o 0-2.
Até ao descanso, continuaram a ser os visitantes quem mais procurava o golo perante um Vieirense na expectativa e mais recuado no terreno.
A segunda parte começou praticamente como a primeira, ou seja, com novo golo do Marinhense, desta feita Zé Pedro, num livre superiormente marcado, a aumentar para 0-3.
Na resposta, e também de livre, André Lourenço esteve perto do golo, mas João Guer­ra, com boa intervenção, desviou para canto.
O jogo estava bem vivo e João Paulo, com um remate à entrada da área, proporcionou a defesa da tarde a Ruben com a bola ainda a embater no poste.
Na resposta, o remate de longe André Lourenço também criou perigo, mas a bola saiu ligeiramente ao lado.
À medida que o relógio a­vançava acentuava-se o domínio dos visitantes e esteve sempre mais próximo o Marinhen­se de ampliar do que o Vieirense de reduzir.
Assim, os três pontos do dérbi seguem para a sede do concelho, numa vitória que não merece contestação e com uma arbitragem tranquila e assertiva do trio liderado por Cláudio Monteiro. |

ID VIEIRENSE 0
Ruben, Júlio (Coelho, 31’), Freitas, André Lourenço, Serginho, Ruben Fernandes,Letra (c), André Cruz (Fábio Lucas, 75’), Daniel, Cláudio e Teles (Botas, 62’).
Não jogaram: Carlos, Bruno Ferreira, Luis Carlos e Rafael Rego.
Treinador: Luciano Silva.

AC MARINHENSE 3
João Guerra, Fred, Zé Ricardo, Luis Oliveira,Zé Pedro, Pedro Rodrigues, André Sousa, Faustino (Fábio, 75’), Ruben Martins, Ruben Coelho (Tozé, 51’) e João Paulo (c) (Marcos, 83’).
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Bernardo, Alex Dias e Nelson.
Treinador: Marco Aurélio.

Estádio Albano Tomé Feteira, V. Leiria
Árbitro: Cláudio Monteiro.
Assistentes: Nuno Rodrigues e Alexandre Santos.
Espectadores: 400.
Ao intervalo: 0-2.
Golos: 0-1 Ruben Martins (1’), 0-2 Ruben Martins (30’), 0-3 Zé Pedro (50’).
Disciplina: Amarelo a Ruben Coelho (20’), Freitas (56’), Ruben Fernandes (61’), Letra (65’).

Texto e foto: Carlos Pinheiro - Diário de Leiria

terça-feira, fevereiro 19, 2019

Vitória alvinegra só peca por escassa

O Marinhense venceu o Alqueidão da Serra por 2-1, num jogo em que os vidreiros demonstraram bom futebol, criando várias oportunidades de perigo, falhando apenas na concretização, ficando a dever a si próprio um resultado mais volumo­so. Começaram melhor os alvinegros que cedo chegaram ao golo. Após cruzamento na esquerda, a bola sobrou para Rúben Martins que, ‘à bomba’ atirou a contar e inaugurou o marcador.
Os homens da casa não tiravam o pé do acelerador e podiam ter feito o 2-0 por João Paulo, com Zé Pedro a cruzar e o capitão dos alvinegros a atirar por cima. Fred Machado, pouco tempo depois, também tentou a sua sorte, mas Ângelo, com um grande voo, evitou males maiores para a sua equipa. Só que o golo acabaria mesmo por chegar, desta vez por Rúben Coelho. Grande lance individual de João Paulo, que ganhou a linha lateral, cruzou para o interior da área onde estava Rúben Coelho, no sítio certo, para desviar para o fundo das redes (2-0).
O jogo adivinhava-se fácil e tranquilo, e o Marinhense podia ter mesmo chegado ao 3-0 antes do intervalo, com uma recuperação de Rúben Coelho após perda de bola de Tiago Cerejo, mas Ângelo emendou o erro do colega. Quando tudo parecia controlado, já perto do intervalo, na sequência de quatro cantos seguidos, o Alqueidão da Serra chegou ao golo com Vazão a subir ao último andar e a dar esperança ao conjunto da serra, que foi para o intervalo em desvantagem por 2-1. A segunda parte prometia um jogo intenso, mas o Marinhense soube controlar os espaços e a posse de bola, criando as melhores oportunidades. Zé Ricardo esteve perto, de cabeça, de aumentar a vantagem dos alvinegros e João Guerra, no minuto seguinte, foi obrigado a uma grande defesa, após remate de Vasco Gonçalves.
O Marinhense somava oportunidades, com Rúben Martins a tentar duplamente emendar em golo, mas a ter pela frente um Ângelo inspirado, que carimbou uma grande exibição. Logo de seguida, o mesmo Rúben Martins atirou de cabeça ao lado. Fred Machado, de livre, e André Sousa com um remate de longa distância, também criaram perigo, mas não conseguiram o desfecho desejado.
Arbitragem de bom nível e sem erros de Diogo Oliveira.|

AC Marinhense 2
João Guerra, Fred, Luís Oliveira, Zé Ricardo, Zé Pedro, Pedro Rodrigues, André Sousa, Pedro Faustino (Bernardo Lopes, 78’), Rúben Coelho, Rúben Martins, João Paulo (c) (Marcos Santos, 87’). Não jogaram: Hugo Pinheiro, John Abraham, Fábio Silva, Pedro Emanuel, Tozé.
Treinador: Marco Aurélio.

CCR Alqueidão da serra 1
Ângelo, Sérgio Neves, David Marques, Tiago Cerejo, João Videira, Nuno Colaço (Vasco Pontes, 66’), Telmo Vazão (c) (João Costa, 80’), Leandro Gaspar (Ciro Costa, 88’), Rudy, Dady, Vasco Gonçalves. Não jogaram: André Tavares, João Matos, André Carreira, Marco Monteiro.
Treinador: Filipe Faria.

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Diogo Oliveira. Assistentes: Rodrigo Luís e João Dias.
Espectadores: 230. Ao intervalo: 2-1.
Golos: 1-0 Rúben Martins (3’), 2-0 Rúben Coelho (35’), 2-1 Vazão (45’).
Disciplina: Amarelo a Rúben Martins (40’), Vazão (47’), Rúben Coelho (72’), João Guerra (90+2’).

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

quinta-feira, fevereiro 14, 2019

Imperou a lei do mais forte na Benedita

O Beneditense perdeu (1-3), em casa, no passado domingo, com o líder Marinhense, que vinha da primeira derrota da época frente ao GRAP, e que tentava o regresso às vitórias no campeonato, algo que acabou por conseguir de forma justa e tranquila.
Começou melhor a equipa alvinegra, que desde cedo tomou conta do jogo, e avisou logo no primeiro minuto as suas intenções, com um remate de Bernardo Lopes a sair ao lado da baliza de Giroto.
O Beneditense podia ter chegado também ao golo pouco tempo depois, de bola parada, com Luis Paixão a responder a um livre na esquerda do ataque, mas a bola saiu ao lado da baliza de João Guerra.
Os visitantes eram, ainda assim, os mais perigosos e deixaram o aviso por várias vezes. Primeiramente por Rúben Coelho que, de cabeça, atirou ao lado, e depois por Rúben Martins que por pouco não fez o primeiro da tarde.
Mas o golo chegaria mesmo à passagem do minuto 15, de livre directo, após falta sobre João Paulo que seguia isolado para a baliza de Giroto. Pedro Faustino assumiu a marcação e, com um arco perfeito, atirou para o fundo das redes caseiras.
Pouco depois seria a vez de Rúben Martins mexer com o marcador. Grande lance individual de Pedro Faustino, cruzamento milimétrico para o coração da área e Rúben Martins a finalizar de cabeça para o 2-0, resultado que se iria manter até ao intervalo.
Ainda antes do descanso, o mesmo Rúben Martins viu um golo ser-lhe tirado em cima da linha por um defesa canarinho.
Na segunda parte, a toada do jogo manteve-se, com um Beneditense recuado e um Marinhense controlador. Rúben Martins, à passagem do minuto 47, podia ter dilatado a vantagem de cabeça e, 10 minutos depois, Bernardo Lopes, com um remate potente, esteve perto também de marcar, mas viu a bola ser desviada na barreira defensiva do Beneditense.
Depois das ameaças, o golo chegaria mesmo pelo capitão João Paulo, que respondeu da melhor forma a um cruzamento de Zé Pedro.
O Beneditense, pouco depois de ter sofrido o 3-0, chegou ao golo de honra, por Rafael Ramalho após um corte deficiente da defensiva marinhense, com um atraso a ser apanhado por Rafael Ramalho e o mesmo, oportuno e apenas com um toque, a colocar o esférico por cima de João Guerra e a abrir novamente a disputa da partida.
O golo mexeu com o jogo, mas a verdade é que o Beneditense não mais criou perigo. Foi aliás o Marinhense que esteve perto do golo por Zé Pedro, aos 73 minutos, com um remate ao lado. Pouco depois, Rúben Coelho, por duas vezes, obrigou Giroto às duas defesas da tarde, que podiam facilmente ter dilatado a vantagem, o que se justificava pelo o que o Marinhense produziu.
Arbitragem positiva e tranquila de Leandro Pereira.|

Beneditense 1
Fábio Giroto, David Agostinho, Diogo Lopes, Miguel Peralta, Lucas Grilo (Guilherme Lopes, 85'), Marcelo Marques, João Noite, Diogo Fialho, Miguel Guerra (Rafael Ferreira, 70'), Luís Paixão (Rafael Ramalho, 50'), João Amaro.
Não jogaram: Bernardo, Sandro Belo, Codinha, Pedro.
Treinador: Rui Agostinho.

AC Marinhense 3
João Guerra, Fred Machado, Pedro Rodrigues, Zé Ricardo. Zé Pedro, André Sousa, Bernardo Lopes, Pedro Faustino (Marcos Santos, 90’), Rúben Coelho, Rúben Martins (Fábio Silva, 80’), João Paulo.
Não jogaram: Hugo Pinheiro, Diogo Vieira, Tozé, Luís Oliveira, John.
Treinador: Marco Aurélio.

Parque de Jogos Fonte da Senhora, na Benedita
Árbitro: Leandro Pereira. Assistentes: Bruno Lopes e Hugo Pradiante.
Ao intervalo: 0-2. Espectadores: 210.
Golos: 0-1 Pedro Faustino (17’), 0-2 Rúben Martins (39’), 0-3 João Paulo (63’), 1-3 Rafael Ramalho (69').
Disciplina: Amarelo a João Amaro (15'), André Sousa (64'), João Noite (65'), Rúben Coelho (77').

Texto e foto: André Lucas - Diário de Leiria

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